27 respostas

  1. Ermantini (Tininha)
    26 de fevereiro de 2013

    Concordo plenamente. Mas para mim ainda é dificil, estou tentsndo. Obrigada.

  2. Fernanda
    27 de fevereiro de 2013

    Texto maravilhoso! Parabéns pelo blog.

  3. Gilmar
    27 de fevereiro de 2013

    “100 milhões na conta! Minha/nossa riqueza permanece um potencial oculto.”

    – Ler, ouvir, ver e saber disso todos os dias é que me dói, me diexa doido e desorientado.

    Através dos “Canais” entre tantos, tipo Mabel Collins, Aurobindo, Paul Brunton, Eckhart, Joel Goldsmith, Ramana, Yogananda, Hermógenes, Trigueirinho, Osho, Platão, Sócrates, Alice Bailey, Angela Maria L. S. Batá, Annie Besant, Huberto Rohden, Krisnamurti, Mestre Saint Germain, Ralph Waldo Emerson, etc., desde sempre nos trazem tais ensinamentos e instruções.

    Mesmo assim, a maioria de nós continua cego, surdo e insensível para a Consciência Espiritual.

    Mesmo assim, confesso: apesar de eu ter lido, escutado, visto e falado destas coisas desde adolescente, caramba!, continuo extremamente cego, absurdamente surdo e altamente pobre, espiritualmente falando!

    O que é isso? Como é possível isso? Como pode a Alma que Eu Sou não chutar o “pau da barraca”?

    Alguém aqui já teve o “pau da barraca” derrubado?
    Alguém aqui já foi ao “fundo poço” e de lá ressurgiu como Ser Alado?

    Alguns dizem que não é preciso isso? Eu discordo!
    “PODE” não ser nesta existência, mas COM certeza em muitas outras ocorreu isso!

    Ora, se uma pessoa tem consciência espiritual o suficiente, obviamente ela se sabe Alma, e sabe o que significa “100 Milhões na Conta”, ora essa!

    Né mermo! (Pessoal, desculpem-me a tagarelice…rs).

    • norma
      28 de fevereiro de 2013

      Gilmar,

      Eu gostei do que vc chamou de ‘tagarelice’ – (tenho uma ‘queda’ especial por quem recebe,reflete, passa por seus filtros e se expressa – chamo isso de humildade)- rs.

      Tagarelando de volta:
      Você não vai a um fundo de poço para retornar ‘melhor’ para o outro. Não foi isso que te levou lá. Provavelmente, foi por não ter sido o ‘bom’suficiente (bão utilizou o já conhecido/assimilado) para si próprio. Levando em conta que “O outro é você também.”

      Você só retorna de lá sendo/usando o teu melhor (já) consciente.

      O teu melhor é o que te protege e é o que vai permitir a “saída” de todas as “entradas”.

      Grata e fique bem,
      Norma

    • Nando Pereira
      1 de março de 2013

      Essa reflexão obriga várias outras reflexões, Gilmar. Nesse trecho aí mesmo o Eckhart fala justamente de como ter “lido, escutado, visto e falado” importa menos do que ter vivido e agido e reagido.

      O que é uma barraca derrubada ou irmos ao fundo de um poço? Somos nós que vamos lá em confronto com a vida, com o que é. Quanto mais na ignorância penetrarmos, pior fica o cenário. Quanto mais apego, mais barracas montamos. E assim por diante.

      É preciso? Não é preciso? Quem pode dizer? Se estou na ignorância, obviamente é preciso. :)

      Namastê!
      Nando

  4. silvana nibon
    27 de fevereiro de 2013

    Oi Nando, mais uma vez voçê nos presenteia com este texto maravilhoso, sabe como eu vejo este blog ? uma terapia , me faz refletir profundamente o quê que é verdadeiramente importante nessa nossa vida.

  5. Edna Alves
    27 de fevereiro de 2013

    Eu li esse livro,e concordo.quando acho que estou despertando do sonho das ilusoes passando o final de semana meditando,lendo autores espirituais no momento sequinte tenho ataques violentos e me irrito com pequenas coisas do dia a dia e familiares etc. bom, pelo menos estou conseguindo detectar o ego e consequindo rir e ver como somos inconscientes a maioria do tempo.

    • Nando Pereira
      27 de fevereiro de 2013

      E o que mais podemos fazer, né Edna? Bem-vinda ao clube! :)

  6. Edvaldo Gonçalves
    27 de fevereiro de 2013

    O que o mestre nos aponta é, por fim, nossa natureza livre. Chegar lá, de modo conceitual, não é tão difícil assim, como ele mesmo trata em seu livro “O poder do agora”, basta a atenção no presente, é isso e nada mais.Estabilizar isso já é um pouquinho mais complicado..rsrs, podemos chegar lá, pois temos isso o tempo todo conosco, aqui e agora sem obstrução, sem conceito, sem medo.
    Segue um roteiro da pratica da presença do mestre Padma Samten:

    Abra os olhos devagar e veja
    A realidade Vajra inteira diante de você
    Respire devagar, sem esforço
    Nada a ser sustentado,
    Nada a ser criado ou visto,
    Naturalmente presente
    Apenas veja, suavemente.

    Quando se perder,
    É na realidade Vajra que estará
    Não há dois lugares,
    Apenas esse.
    Sem esforço,
    Mandala natural. Veja!

    Corpo, energia, mente
    Paisagem, Mandala, céu
    Natureza Vajra tudo abarca
    Sem esforço
    Sem tempo
    Não é necessário obter algo,
    Nem fixar-se. Veja!

    O deslocar-se causal
    Por dentro da presença Vajra
    Torna existente
    O que é apenas Vajra
    Contemple isso.

    O deslocar-se causal
    É o deslocar-se Vajra
    Não há como perder-se
    Ainda assim surge um mundo
    Com significado causal;

    Fixado a isso
    Operamos a realidade Vajra
    E não vemos seus atributos completos,
    E perdemos a capacidade de ver Vajra.

    Nem um, nem outro
    Nem entre ou meio
    Natureza Primordial – Guru Absoluto
    Mãe do Samsara Vajra
    Mãe do Nirvana Vajra
    Nada a fazer…
    Não perca o espetáculo!

    A Mandala Última-Lama Padma Samtem

    • Nando Pereira
      27 de fevereiro de 2013

      Que pérola, Edvaldo! Maravilhoso. Gasshô para você e seu mestre.

      E reforço tuas palavras: a compreensão intelectual não é a parte mais dificil. A “realização” é que contém o ouro, e sempre precisa da experiência.

      Um abraço grande,
      Nando

    • norma
      28 de fevereiro de 2013

      Edvaldo,

      O sentido da palavra Vajra (diamante, relâmpago, a arma de Indra ou ____)no contexto não ficou claro para mim. Dá para desenvolver :)
      Grata.
      Boa sorte, Norma

  7. Flor Baez
    28 de fevereiro de 2013

    Nossa, muito bom! Ganhei este livro e até hoje não o li. É muito comum estarmos nessa busca pela paz, pelo equilíbrio, pela tranquilidade e sermos tirados do foco com qualquer bobagem que aconteça.

    É um exercício constante de presença, de estar consciente, que certamente vai levar a vida inteira.

    Abraços,
    Paz,
    Flor

  8. Edvaldo Gonçalves
    28 de fevereiro de 2013

    Norma!
    No meu entendimento, o Vajra ou Dorje, objeto/cetro usado em rituais e iniciações do vajraiana,(http://pt.wikipedia.org/wiki/Vajra) aponta para a capacidade de construção do sentido da realidade.
    **************
    O conhecimento e realização da vacuidade é a essência:
    Os eus, os objetos, as emoções, e tudo mais são vazios de existência intrínseca, e são por natureza interdependente, ou coemergente – o objeto surge junto com o observador num mesmo fenômeno!

    Esta coemergência é que pode ser relacionada com a ideia Vajra. Tudo coemerge, tudo é interdependende, ao mesmo tempo, tudo surge e pode ser usado.

    -O vazio constrói/possibilita o objeto;
    -Ao surgir do objeto surge o observador que tem a experiência do objeto;
    -Logo surge a energia dinâmica de ação correspondente;
    -Esta energia esta ligada a uma identidade específica do observador;
    -Assim surge “a bolha” que sustenta e dá validade e concretude ao objeto como sendo separado do observador;

    A partir disso surge toda nossa experiência de realidade, nos engajamos na energia dinâmica e perdemos a liberdade natural que constrói, ficamos presos aos processos de: coisas que nos remetem a coisas que nos remetem a coisas….

    Tudo isso é muito mágico, em vipassana podemos vasculhar direitinho cada aspecto construído da realidade, e por fim nos libertarmos do aspecto dinâmico que nos tira a liberdade.

    A realidade é vajra!

    É difícil explicar mas é por ai! :p, no livro Dzogchen de SS o Dalai Lama, tem um capítulo que explica o significado vajra da realidade, ficaadica!
    abraço fraterno!
    Ed.

    • norma
      1 de março de 2013

      Ed,

      Do:
      ” Tudo coemerge, tudo é interdependende, ao mesmo tempo, tudo surge e pode ser usado.”
      (…) ao
      “Assim surge “a bolha” que sustenta e dá validade e concretude ao objeto como sendo separado do observador;”

      Esse trecho (lindamente colocado – não fosse vc ‘enquadrado’ na categoria dos estetas, ao meu ver – rs)trouxe-me mais que clareza. Mostrou-me um harmonioso ordenamento para criação da sua realidade. (o poema daria uma bela animação, pelo menos no meu filminho mental ficou!).

      Agora sim, amg, fez sentido a recomendação do Mestre: “Não perca o espetáculo!” e por Tudo agradeço,

      Gasshô – Norma

  9. Grace Malu
    28 de fevereiro de 2013

    Belo texto e blog.
    Muito difícil pôr em prática.Para ganhar os “100 milhõs”, temos de pagar preços bem mais altos…Porém, um confronto ao nosso ego. Gostei do comentário do Gilmar. Parabéns!
    E quanto a sermos movidos por nossos DESEJOS?

  10. Tiago Soma
    28 de fevereiro de 2013

    Isso me lembrou de um conselho:
    Aprender a respeitar as pessoas pelo seu desenvolvimento interno e não pelos desvios narcisistas da sua personalidade.

    • norma
      1 de março de 2013

      Oi, Gil!

      Amg, apenas reforçando “O outro também sou eu” – foi trazido a baila por mim, não com a visão de Todos Somos Um/Rede de Indra, etc. Foi no aspecto de projeção/ espelhamento, de ver no outro traços que reconheço ou não, em mim.
      +++
      “Tenho comigo que irmos ao fundo poço,(…)
      fases do “reencontro com a Essência”.Coisa muito natural para todos os seres!”

      Eu vejo, ou melhor eu sinto diferente. (“O Bem só traz o Bem”).
      Quem te leva ao fundo do poço e os seus 3.875.334 alcapões (porque a coisa toda sempre pode piorar – rs) – não é outro. É você e suas ‘relutâncias’em se realmente ver que És (atributos já existentes e os ‘outros’ a ser incorporados).
      Olha Gil, eu já tiro todos da reta quando digo: Eu só falo por mim. Então:
      ‘Maestria’ para mim vem através da simplicidade (só quem domina um assunto pode ser dar ao ‘luxo’ de ser simples e de fácil acesso a várias camadas de entendimento. Complicou – já ligo os meus sensores anti-manipulação, ou seja, dificultou para me ‘vender’ facilidades – rs). Os Mestres/Avatares, sempre, há séculos se repetem em seus discursos, em sua essência (o que é ‘real’ pertura até ser aprendido). Isso posto: O reencontro com a tua Essência/Conexão te tira do poço através da tua Consciência. Há muitos que aos nosso olhos, lá estão, mas não aos seus pp olhos.
      O “Universo” – (já que seguimos religiões/seitas/crenças distintas) – para ‘despertar’ a tua ‘sabedoria pessoal’ vai dando toquinhos, passando dicas, criando sintonias, sincronicidades e você nem aí… Não tem tempo. Vai tocando a tua vida Real (oi?). Ou está na grande ‘busca’ de uma ‘perfeição’ delineada por outros, para terceiros … Mas vc não percebe. E o laço no seu pescoço aperta mais um pouquinho e você não para. Não se olha. Não pensa: Pera aí! Isso é muito bonito, mas como funciona na MINHA VIDA. A Essência (eu também acho um lindo termo!)resolve te parar um pouquinho: Você é ‘indispensável’ em “X” lugar/função ? Vamos quebrar um perna, aí vc cria uma janela/tempo para se olhar … não funcionou? Vamos, agora, de um leve infarto… e assim vai. Dinheiro, bens pessoais? Vamos ver como você funciona sem eles….e como você cria a realidade a ser vivida.

      Sim, Gil, a gente aprende pelo Amor (inteligência) e pela Dor. Todos estamos aprendendo (mesmo barco)e virou,mexeu alternamos os nossos métodos de aprendizados.

      Só mais uma coisa:

      “Na minha percepção, nenhum ego-persona se torna consciente e passa a ser instrumento do Eu Superior por esforço próprio.
      (…) pois é cego, surdo, frágil e tacanho!”

      Não bate com a minha crença (o que eu ‘importei’). Vc já teve oportunidade de ver umas fotos da ‘transformação’ do Osho?
      De alguém que teve a Kundalini desperta? E o São Francisco dançando nu em plena Praça? E Santo Agostinho, que toda ‘boa’ feminista adoraria esganar, um pouquinho, pela imensa maldade praticada contra Floria (Vita Brevis – A carta de Floria Emília para Aurélio Agostinho.)
      Lembrei de algo: “Toda cura é auto-cura” e um Mestre, um Sensei – por maior que seja o vínculo Mestre/Discípulo só vai te levar até onde ele alcançou, certo? A responsabilidade/desenvolvimento da sua vida é sua…

      Também não vejo o “Ego” com essa visão inferiorizada tão usual.
      (Ego = Sombra = Chacra básico = Saúde/Sobrevivência)
      No “Universo” tudo tem função…
      Não tem – é eliminado. Aguardemos (rs).
      e

      “Os egos-personalidades mais equilibrados, harmoniosos, alinhados e integrados desta terra, que servem de “canais”, assim penso, são justamente os que mais reencarnaram,”

      Sim Gil. Me parece coerente. Bodisatvas da Terra.

      Pra ti Gil e que o teu caminhar se não suave que seja sempre precioso:
      “Você deve entender a vida inteira, não apenas uma parte. É por isso que você deve ler, é por isso que você deve olhar para os céus, é por isso que você deve cantar e dançar, escrever poemas e sofrer e entender, porque tudo isso é a vida”.
      ~ Jiddu Krishnamurti

      Meu carinho,
      Boa sorte, Norma

      P.S.: Despedida do Papa – alguém falou: Lembremo-nos – “somos todos pelegrinos nessa terra” (Terra?) Pisc*

    • norma
      1 de março de 2013

      Vdd, Thiago. Grata pela lembrança!

      Seja gentil, pois todos estão travando uma difícil batalha. Platão (424–347 aC)
      Fique bem, Norma

    • Nando Pereira
      1 de março de 2013

      Norma,

      Depois que a gente erra, fica mais cuidadoso. Achei isso aqui:
      http://quoteinvestigator.com/2010/06/29/be-kind/
      e isso:
      http://en.wikipedia.org/wiki/Ian_Maclaren

      Independente disso, é uma bela frase.

      Namastê,
      Nando

    • Nando Pereira
      1 de março de 2013

      Mais bela ainda é a do Krishnamurti.

      Desde 2004 (quando o blog não era exatamente Dharmalog):
      http://dharmalog.com/2004/10/15/that-is-why-you-must-look-at-the-skies/

      Namastê!
      Nando

  11. Ale Martins
    1 de março de 2013

    Acredito que podemos nos enxergar ( quem realmente somos ) em pequenas felicidades,ou prazeres…sou paulista e moro no Rio,trabalho com arte e sou apaixonado pela mesma e nada me da mais prazer do que num dia de sol,com uma luz bonita,andar por bairros antigos com arquitetura do tempo do império em meio a natureza maravilhosa daqui,apenas em silencio,observando,sendo parte daquilo .. é complicado,buscamos identidade e nossa ” sombra ” ou self,ou subconsciente, é um rio profundo cujo o qual nunca iremos conhecer totalmente ,sendo assim,acredito que a espontaneidade e esse pequenos prazeres,principalmente quando se está sozinho e nao precisa mostra algo pro proximo,revelam muito de nossa verdadeira consciencia …

  12. Isa
    1 de março de 2013

    _/\_

  13. Nando Pereira
    1 de março de 2013

    Que bela sede de saber Gilmar!

    Tem tanta coisa nessa tua mensagem, ainda mais que a primeira, que não vou conseguir chegar à metade. Mas tenho a impressão que teu ponto principal é: precisamos sofrer? Encarnações são necessárias pra isso? Qual a função do ego e como os grandes seres passaram por essa experiência e reencontraram a essência?

    A não ser que tenhamos algum tipo de acesso (experimental direto) a essa verdade, não temos como dizer, apenas inferir e elocubrar. A mesma coisa sobre “a Graça Divina descer do sétimo nível” e expressões dessa natureza. Como podemos discutir tantos níveis se nem sobre o nosso temos clareza de visão? Será que se tivermos podemos aí sim entender todos os outros?

    Também acho difícil buscarmos um tese pra humanidade antes ou sem saber o que acontece em nós mesmos. Que somos. Poderíamos dizer que nascemos cobertos de sentidos de percepção limitados, que são aparelhos mais óbvios de viver a realidade, e o nosso redor logo nos reafirma que esses são nossos melhores aparelhos de saber e viver a realidade, e nesse cenário, quem somos fica automaticamente subjugado a uma entidade que se acha a grande autora de todas as coisas vivas, assume o poder e, equivocadamente, deixa a força original em hibernação. Será que é isso que acontece? Isso parece lógico? Isso é? Se for a melhor verdade a que posso chegar, ainda assim, é o que vivo?

    De novo, não sei se há uma quantificação de coisas que são obrigatórias para o ego deixar seu lugar ao sol. Quanto tempo ou por quantas experiências é preciso sustentar nossa “visão estritamente egóica”, como diz Eckhart nesse trecho? 1 dia? 20 encarnações? 700 experiências? Cada um tem seu caminho, não tem?

    “O mundo sempre se assegura de impedir que nos enganemos por muito tempo”.

    Obrigado pelo comentário! :)

    Nando

  14. norma
    1 de março de 2013

    Oi Nando,

    Um dia produtivo e feliz pra voce, querido!

    Ué, tem outra forma de aprendizado a não ser via ‘experiência’ e acerto, no dia a dia? Ah, sim, através dos Arquivos Akashicos e Regressão. Mas não é o caso aqui :)

    Eu dou retorno ao que me ‘afeta’, o que me sensibiliza e espero que o Thiago a quem enviei a frase, me desculpe pela autoria indevida e a aprecie com o sentido caloroso com o qual foi enviada.. ♥

    Quanto a tua gentileza, agradeço os links que após lidos foram salvos (Então…)

    No “Quote Investigator” – há o seguinte coment.:
    QT
    (tradução livre)
    Eu prefiro-o como “Seja gentil para todos que você encontra está lutando uma grande batalha.” Quanto à atitude para com aqueles que a usam sem atribuição, Seja gentil … (Joe Allred)
    Unquote
    Então, me amparando no acima, sem autoria, deixo a frase abaixo:

    “Quando a ciência entrar em teu coração e a sabedoria for doce em tua alma, pede e te será dado…”

    Fiquem bem, Norma

  15. norma
    1 de março de 2013

    Gil,
    Um Sorriso do Gato Cheshire em Alice (grandão), para você, moço!

    Só uma ressalva: Em nenhum momento lembrei-me da página do “Somos Todos Um”. Essa certeza faz parte do meu Sistema de Crença por vivências.
    E quanto ao ‘ter’ – nada é tirado para que se experimente a ‘falta’ e sim o Poder Pessoal.

    Se cuide e inté!
    Norma

  16. Nando Pereira
    1 de março de 2013

    Dizem que o Nietzsche disse (rs): “a crença é não querer saber a verdade”. (The AntiChrist)

    Mas quanto às outras perguntas, o Fluxo da Verdade, como vc chama, com caixa alta nas iniciais, é uma das definições que eu entendo por Dharma. Ele esta aí, e nós estamos aqui, cabe a nós percebermos o que é ego, o que é conflito, o que é vida, o que é Verdade… Quando estivermos na mesma página, estaremos na mesma página. Enquanto isso, os conceitos vem e vão e a vida vai em frente…

    De novo: “O mundo sempre se assegura de impedir que nos enganemos por muito tempo”. O Fluxo da Verdade já estava aqui muito antes de nós (ou quem a gente acha que é), se queremos chegar aqui com desejos de posse ou de definir a existência assim ou assado, isso é provavelmente um problema todo nosso.

    “Tem algo de errado nisso tudo” podia ser um slogan pra cá. Tem tudo a ver. Errado nisso tudo da parte da percepção. Estamos engatinhando, não é tão fácil mesmo, está tudo bem.

    PS: Se todos nós “chegaremos lá” quando bater o sino das 777 encarnações, então posso sentar e relaxar? Ou preciso fazer alguma coisa? rs

    Namastê,
    Nando

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