“Está muito enganado quem pensa que o silêncio é necessariamente o deserto, o vazio, a ausência de toda atividade”: Omraam Mikhaël Aïvanhov

“Está muito enganado quem pensa que o silêncio é necessariamente o deserto, o vazio, a ausência de toda a atividade, de toda a criação, numa palavra, o nada! Na realidade, há silêncio e silêncio… mas, de uma maneira geral, podemos dizer que existem duas espécies de silêncio: o da morte e o da vida superior. É precisamente este último que é necessário compreender e é dele que falamos aqui. Este silêncio não é uma inércia mas sim um trabalho, uma atividade intensa que se realiza no seio de uma harmonia perfeita. Também não é um vazio, uma ausência, mas uma plenitude comparável àquela que experienciam os seres unidos por um grande amor e que vivem algo tão intenso que não conseguem exprimi-lo por gestos nem por palavras. O silêncio é uma qualidade da vida interior.”
Omraam Mikhaël Aïvanhov (1900-1986), filósofo místico belgo-francês

 

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Foto por Aristocrats-hat (licença de uso BY-NC Creative Commons)

Escrito por

Jornalista autor do Dharmalog e terapeuta na Hridaya Terapia, em São Paulo.

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