Judy e Sophie: a história da incrível ajuda que um macaco ensinado pode dar a uma pessoa com esclerose [VÍDEO]

“Não sei como eu tinha conseguido viver até agora sem um macaco”, diz Judith Zappia, que foi dignosticada com Esclerose Múltipla um ano depois de se casar com George Imbrie, seu marido. “Judy and Sophie’s Story – Helping Hands” (A História de Judy e Sophie – Mãos Que Ajudam) é um vídeo de 7min que está se espalhando pela Web e que conta como a vida de Judy mudou completamente após a chegada de Sophie, um macaco-prego treinado que ajudar pessoas com deficiências, parte do belo projeto “Helping Hands“.

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Para ver o vídeo original em inglês, clique aqui.

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Jornalista autor do Dharmalog e terapeuta na Hridaya Terapia, em São Paulo.

5 Comentários

  • Muito interessante ver o poder que os animais têm de compreender as pessoas. E vejam só: nós, humanos, que muitas vezes nos dizemos “animais racionais”, nem sempre conseguimos ter essa compreensão (nem com os outros, nem com nós mesmos)! Porque ela não é um produto da razão, não é mesmo? Compreender, nesse sentido, está bem mais relacionado com outras inteligências: do sentir, do intuir, do se relacionar… etc.

    Mas agora vem a crítica:
    Por que usar animais selvagens, que deveriam viver livres no seu habitat natural com outros da sua espécie? Cachorros e outros animais domésticos também podem ser perfeitamente treinados para ajudar pessoas com algum tipo de limitação, como todos já sabem.

    • Oi Maria,

      Me chamou a atenção também a “antecipação” da Sophie, que revela como ela realmente compreende a tarefa e o desejo da Judy, sem necessidade de treino prévio. Impressionante.

      Com relação à crítica, teria que perguntar pra eles, mas eu acho que o macaco é um animal único nesse tipo de ajuda porque possui uma destreza e agilidade que é quase incomparável aos outros animais, mesmo o cachorro, eu acho, que anda todo o tempo sobre as 4 patas, que não tem dedos como o macaco, que teria que pegar o controle remoto com a boca e que não se adaptaria tão rápido à tarefa de acionar os interruptores, por exemplo. Não duvido que conseguisse, mas o macaco me pareceu realmente mais ágil e adaptável para esse tipo de ajuda. Quanto à ser selvagem, todos eram antes do homem. Pra mim o valor da vida é o mesmo.

      Abraço grande,

  • Nando, Grata.
    Não vi o vídeo (é muito provável que não o veja essa semana). Tenho muito próximo, uma pessoa de 28 anos, que há 8 meses recebeu o diagnóstico. Em pleno vigor da vida pessoal e profissional. E mesmo não querendo, estou a par de como funciona o Hosp. da Lagoa (onde trabalha uma grande especialista), a vacina que a Merck entrega em casa (e seus efeitos colaterais) e seu custo de $9 mil/mês, etc. e tals.
    Info. que nesse exato momento dispensaria com prazer.
    Mas não perdendo o foco: POR QUE MACACOS? Que tal “polegares opositores”, que permitem segurar objetos com precisão?

    Em tempo: Visto a camisa da Peta.

    Fique Bem, Norma
    +++++++++++

    Tenho olhado com mais carinho (aprendizado) e visto que “certas” coisas não são exatamente assim, se vc muda um pouquinho o ângulo. Por exemplo: O Butão (post de alguma tempo atrás) e sua ‘santa’ paz (nunca os seus vizinho poderosos tentaram invadi-lo). Mas o que o Butão tem em sua economia que poderá despertar a cobiça alheia? Água (hidroelétrica) – ele já a vende para Índia…
    Então, nem preto, nem branco = cinza. Principalmente, em casos de doenças flageladoras/incapacitantes, que só quem está realmente ‘dentro’ é que tem autoridade para saber.

    ++++++++
    Para a moça que gosta de “som”:
    Cajuina com Caê
    http://youtu.be/ZaxDlDbMppE

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