“O dharma das mudanças de vida”: como mudar com consciência e habilidade, por Phillip Moffitt

Seja qual for a mudança que você gostaria de fazer, está planejando fazer ou já está fazendo na sua vida, esse artigo e essas sugestões pragmáticas e extremamente benéficas do professor de meditação Phillip Moffitt são de grande ajuda. Neste artigo intitulado “O Dharma das Mudanças de Vida” (“The Dharma of Life Changes“), publicado originalmente no site do centro de Yoga & Saúde americano Kripalu e traduzido para o português por este blog abaixo, Moffitt sugere três perguntas fundamentais para se fazer em qualquer processo de mudança, e pede para encarar tudo com respeito e cuidado, pois as mudanças sempre afetam mais coisas e pessoas do que podemos prever. O “dharma” das mudanças de vida é, neste caso, uma maneira de realizar as mudanças, com intenção e atitude elevadas, não-egóicas e em sem ignorar o bem-estar geral.

As três perguntas fundamentais tem por objetivo trazer consciência para o planejamento e a realização das mudanças, que para Moffitt é, muitas vezes, a própria razão de mudar. “Olhando pra minha própria vida, algumas vezes parecia que importava menos se eu fazia ou não a mudança do que eu parar e realizar um processo de auto-exame“, diz Moffitt. “Por isso, a questão ao contemplar a mudança é sempre: Você está indo mais inteiramente para a sua essência, para quem você mais autenticamente é?“.

Phillip Moffitt já passou por grandes mudanças de vida. Foi CEO e Editor-chefe da revista Esquire, uma das mais bem-sucedidas do mundo, e trocou suas antigas aspirações de carreira pela exploração da vida interior. Fundou a Life Balance Institute e hoje ensina meditação Vipassana com uma ênfase em viver o dharma na vida diária, e é também professor no Spirit Rock Meditation Center.

O artigo segue na íntegra abaixo.

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“O DHARMA DAS MUDANÇAS DE VIDA”
Por Phillip Moffitt

Ao considerar uma mudança, uma perspectiva budista pode ajudar a desvendar suas reais motivações para que você possa realizar as mudanças certas nos momentos certos e nos jeitos certos.

Na época do Ano Novo, a maioria das pessoas busca fazer alguns tipos de mudanças em suas vidas. Algumas vezes essas reavaliações são apenas devaneios ou imaginação banal, mas outras vezes são sua voz interior falando e nossa atenção é necessária. Como você pode honrar e trabalhar com esse desejo que nasce naturalmente de fazer mudanças nesta época do ano? Para fazer isso, você deve primeiro saber que o clamor por mudanças pode ser algo maior do que eu seu sentido normal de si mesmo e por isso pode estar surgindo de impulsos que você não entende completamente. Ainda assim, você deve encontrar uma maneira de participar consciente e habilmente para permitir que o novo surja.

Os ensinamentos do Buda podem nos ajudar a explorar os sentimentos que aparecem dentro de você e a entender porque você quer alterar alguns aspectos da sua vida. Pense nisso como “o dharma das mudanças de vida”, a prática de trazer consciência para os desejos e impulsos que o levam a realizar grandes mudanças de vida. A atenção plena é um método para trabalhar consciente e habilmente com as complexidades de se movimentar para novas direções na vida. Aplicando a atenção diligentemente lhe permite responder a três perguntas básicas: Quais são seus reais motivos? Quais são os possíveis efeitos da sua mudança? A maneira que você planeja a mudança é habilidosa?

Abrir-se para a possibilidade da mudança é saudável, porque assim como as plantas, as velhas partes de você mesmo tem que cair e pousar no chão ou morrrer para que o que deseja surgir possa ser. Quando um impulso de mudar nasce, a primeira pergunta que você deve ser fazer é sempre: Qual é seu motivo? É saudável? O Buda ensinou que muitos dos impulsos que você sente para fazer mudanças dramáticas ou mesmo pequenas na sua vida vem da aversão, cobiça e particularmente ilusão.

Um exemplo simples é a perda de peso, algo que muitas pessoas pensam nessa época do ano, só que raramente conseguem realizar habilmente. Para muitos, a perda de peso é um objetivo valioso porque promove boa saúde e bons movimentos corporais. Mas essas razões de saúde raramente são as motivações por trás dos regimes, que tendem a ser na verdade vaidade e desejo de aceitação social. Por isso, o esforço colocado na perda de peso está na verdade reforçando os próprios anseios que estão desequilibrando seu peso corporal em primeiro lugar. Planejar as coisas por motivos insalubres não irão lhe ajudar a entrar numa relação mais saudável consigo mesmo e raramente unificam seus esforços para a mudança, e então você falhar em sustentar sua intenção e nunca alcança seu objetivo.

A mesma perspectiva se aplica às maiores mudanças de vida, como abandonar sua carreira ou terminar um casamento. Se você não gosta como está se comportando no trabalho ou no casamento, encontrar uma nova situação não lhe ajudará muito se seu desejo de escapar está surgindo da aversão ao seu crescimento interior. Por outro lado, se você está num ambiente ruim ou está sendo alvo de comportamento humilhante, sentir um impulso de sair, mesmo que haja muito conflito e ruptura, é uma motivação saudável. Então o mesmo desejo de mudança ou objetivo pode ser saudável ou insalubre, dependendo da motivação; por isso, investir um tempo para explorar honestamente suas motivações é fundamental antes de ir para as ações. Devemos sempre abordar grandes mudanças de vida com cuidado e respeito, porque suas consequências vão muito longe, e muitas vezes criam muitas outras mudanças que não vemos.

Depois de conhecer sua motivação para mudar, as próximas perguntas são: Quais serão os resultados se você for bem-sucedido ao realizar a mudança? Como ela vai afetar sua vida e a vida daqueles ao seu redor? Ela irá lhe servir e, ao menos, não machucar os outros? Qualquer mudança que não gere compaixão e amor pra você mesmo e para os outros é uma perda de preciosa energia de vida. Parece tão óbvio, mas aplicar este simples filtro ético faz uma diferença em quão apaixonadamente nos movemos para promover as mudanças.

Antes de se decidir a fazer uma grande mudança de vida, você também pode querer se perguntar se ela é realmente necessária. Sua vontade pelo novo é uma maneira de evitar algum trabalho interior no desabrochar da sua própria maturidade como ser humano? Você está tentando evitar uma necessária entrega egóica de sua mente desejante? O que você pensa que precisa para ser feliz não é uma velha idéia que cresceu além da conta ou que simplesmente é irreal desde o início? Ao invés de querer mais de algo – dinheiro e atenção, por exemplo – talvez fosse melhor você praticar um certo desapego por querer que a vida seja sempre de um certo jeito. Cada pessoa tem que viver esse processo de agonia e dúvida de si mesmo como parte de uma grande mudança.

A terceira pergunta está relacionada com seu plano de ação: Que meios você deveria usar para finalizar o velho e adquirir o novo? Se os métodos de realizar a mudança são nocivos, então você está trabalhando entre propósitos cruzados desde o começo, mesmo se o motivo e a mudança são benignos. Muito frequentemente as pessoas entram em pânico próximo a mudanças e agem de uma maneira não habilidosa, machucando a si mesmas e aos outros como resultado.

Estas difíceis perguntas são mais vívidas quando perguntadas no contexto da alma e permitem aparecer um sentido mais profundo de significado. Certamente tentar colocar a vida do jeito que somente você quer não funciona. Olhando pra minha própria vida, algumas vezes parecia que importava menos se eu fazia ou não a mudança do que eu parar e realizar um processo de auto-exame. De alguma forma estava vindo para meu espectro completo de sensações aquilo que era o passo mais importante para a continuação da vitalidade em minha vida. Desnecessário dizer que quando falhei em fazer esse processo de autenticidade, paguei as consequências.

Não é que tenhamos que ser perfeitos ao fazer as mudanças de vida, estar livres de motivos confusos ou nunca tomar decisões pobres ou sermos inconsistentes em nosso comportamento. Quem é tão perfeito? Claro que vamos fazer todas essas coisas. A prática é ser consciente das nossas intenções e do nosso comportamento real para que possamos fazer ajustes quando nos tocamos que estamos fora da rota.

Geralmente, não são as dificuldades da vida que causam a maior parte do sofrimento, mas a falta de conexão consigo mesmo, com os outros e com a vida como um todo. A separação de nosso entusiasmo natural amortecem ou matam sua alma. Por isso, a questão ao contemplar a mudança é sempre: Você está indo mais inteiramente para a sua essência, para quem você mais autenticamente é?

Uma vez que você tenha se decidido por uma grande mudança de vida, esteja preparado para incluir a escuridão como parte da sua mudança. Assim como a Terra usa pouca luz no inverno para renovação,sua psiqué pode bem precisar ir para uma escuridão interna ao se mover para mudanças. Na escuridão que tem sido ignorada ou negada – sejam sensações inquietantes, eventos difíceis do passado e do presente, ou ambivalência em relação a você mesmo – será dado tempo para decair e ser renovada. Esta pequena morte da psiqué espalha sua definitiva morte física. Experimentar este tipo de morte psíquica é uma parte vital de estar vivo. É uma tarefa terrível de se entregar à morte antes de renascer, o que explica porque culturas tribais tem rituais para ajudar a enfrentar a ansiedade de ver os dias ficando mais curtos e confiar que uma nova primaverá virá. Esta preocupação era tão grande em algumas culturas que eles faziam rituais para o por do sol todo dia para assegurar que ele voltasse na próxima manhã.

Não pense que você é muito diferente na vida moderna. Permita-se algum ritual em torno da sua mudança. Faça dela um ato sagrado. Crie lembretes do que você está fazendo e símbolos que sejam visíveis para você. Use livros como inspiração. Tenha amigos e profissionais como testemunhas e grupo de apoio. Evite julgar a si mesmo em termos de ser bem ou mal sucedido na mudança, e nunca se coloque na posição de dar aos outros o poder de julgá-lo nesses termos. Deixe o ato de estar mudando ser a recompensa e não conte com o resultado, porque pode ser bem diferente de qualquer coisa que você tenha imaginado. Todos esses passos representam uma honra a você mesmo, uma entrega do seu ego, que pensa que deve estar no comando. Eles também honram o mistério da vida, porque ninguém sabe todas as consequências de uma ação. Conforme você reflete e toma decisões sobre seu futuro, nunca se esqueça que aquele você que embarca em qualquer mudança de vida não será a pessoa que colhe os benefícios e alegrias quando o processo está completo. Também não é você quem tomou decisões no passado. Você está conectado apenas pela memória, pelas consequências de causa e efeito, e pelo grau pelo qual você abraça a vida pela responsabilidade de suas intenções. Você está apenas aqui agora, neste momento. Esteja vivo neste momento. É tudo que você tem, o único tempo em que pensamento e ação pode acorrer para o seu benefício e para os de quem você ama.

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Escrito por

Jornalista autor do Dharmalog e terapeuta na Hridaya Terapia, em São Paulo.

16 Comentários

  • Muito lúcido o artigo (no sentido de luz = iluminado). Atenção Plena, auto consciência é quase um projeto de uma vida (inteira) para nós, os ocidentais. Não temos grande intimidade com o ser que habita em nosso corpo. Funcionamos na base do feedback com o outro. Não fomos acostumados a ouvir nossa voz interior. Fomos “criados” para fazermos pelo próximo e mantemos a “esperança” estado de espera) que ele nos retribua de igual maneira e supra as nossas carências. Não somos direcionados a sermos responsáveis pela nossa busca da felicidade (incluindo todas as mudanças necessárias para isso). Não entendemos de prima o ‘Levantar por Si Só’ Budista. Quanto ao exemplo da perda de peso é perfeito. Queremos ser emagrecidos. O emagrecer consciente implica em várias mudanças, inclusive na reeducação alimentar que exige muito de nossa ‘participação’, então, partimos para às fórmulas milagrosas. Ou seja, o seu envolvimento total = plena atenção só é cogitado quando a coisa fica séria (dor de alma ou física).
    Um dia o laço começa a apertar, a incomodar e aí fica tudo claro: é mudar ou…mudar! (rs) Então, é bom ver tudo sob o prisma da Ética, porque consequências sempre advém….mudanças as geram!
    Mas a VIDA tende a dar certo, nem que para isso leve todos os eons necessários para te transformar em um sucesso…

    Grata pelo oportuno post, quase uma preciosa receita de bolo 1-2-3 para uma vida mais feliz.
    Norma

    • Acho que muitas mudanças acontecem por esgotamentos emocionais ou saturação de certas realidades, o que pode ser bom, mas ficam certamente melhores com as respostas e a lucidez que o Moffitt propõe. Logo que li, desejei que tivesse lido muito antes. ;)

    • Sim. Sem dúvida. Porque trata todo o processo de mudança carinhosamente, sem julgamentos, com muito autorespeito para não se machucar nem aos outros,sem visar recompensas ou méritos, de uma forma bem suave, quase com a reverência de um ritual. Trabalhando com a própria essência. Eu tb gostaria de ter lido a mais tempo só não tenho certeza se o meu entendimento alcançou plenamente o pensamento do Moffitt, em toda extensão. Obrigada

  • Eu estou passando por um exercício de mudança assim.
    Numa dessas “coincidências” da vida, me deparei, hoje de manhã, com esse artigo.
    À medida que lia, refletia um pouco sobre minha condição.
    Realmente, mudança é o bichinho que rói até chegar no íntimo. Não é dor física, também não sei se dor na alma. Talvez dor de consciência. Mas dói estranho.
    Aplicar a atenção habilidosamente, como diz Moffitt no artigo, talvez seja o desafio mais custoso. No entanto, talvez também o mais estratégico.
    Acredito que no momento em que eu conseguir “manusear” a minha atenção a meu favor, dominá-la completamente, conseguirei me desapegar de velhos preconceitos sobre mim e me libertar do medo de tentar simplesmente para ver se vai dar certo.
    Ontem li um artigo de Rubem Alves chamado Mude, do livro Ostra feliz não faz pérola, em que ele fala sobre o medo que as pessoas tem de mudar, de recomeçar. Ele dá um exemplo simples, mas tão verdadeiro que fiquei pensando quantos de nós não faz igual diariamente, como por exemplo,(com minhas palavras) “querer ir para a praia e no meio do caminho descobrir que pegou o caminho das montanhas, mas ao invés de voltar, continuamos indo para as montanhas por que já está no meio do caminho mesmo. Voltar e pegar o caminho que realmente queremos dá muito trabalho. Recomeçar cansa”.
    Enquanto isso, nossos planos e sonhos voltam a cochilar dentro de nós.
    Mas eu decidi acordá-los de vez e botá-los na trilha (certa ou errada, quem sabe?). E recomeçar quantas vezes for preciso para ensinar ao meu ego que quem manda sou eu.
    Que assim seja!
    Um ótimo ano para todos vocês que compartilham tão bons pensamentos e ao Dharmalog pela iniciativa de trazer as melhores inspirações e reflexões para as nossas vidas!
    Fabiany

    • Que ótimo, Fabiany, obrigado por escrever tanta coisa boa e da sua vida. Enquanto lia teu comentário, agradecia mais uma vez por ter começado a fazer esse blog e por encontrar mensagens como esse do Moffitt para retransmitir, tipo de abordagem que nos ajuda a colocar vírgulas, aspas, travessões, pontos finais e parágrafos em algumas páginas da vida.

      Ótima a metáfora do bichinho que rói até chegar no íntimo. E talvez ela sirva ao contrário também: a mudança pode ser um bichinho que surge no íntimo e rói até chegar na superfície, até desabrochar e provocar coisas e ventos “aqui fora”.

      Vou procurar esse artigo do Rubem Alves, com certeza deve ser de muita utilidade pra nós.

      Boas mudanças e FELIZ 2012! :)

    • Fabiany, pegar o caminho da montanha ao invés o da praia, eu entenderia como sendo o desejo real, inconsciente. Não retornar pode ser respeitar esse desejo profundo, desde que continuar para a montanha não seja apenas para evitar o trabalho que daria retornar à proposta inicial de chegar a praia. Estou provocando, pois ajo muito assim, mesmo sem ter convicção. É a imagem do bambu se curvando na direção imposta pelo vento, como se houvesse uma certeza de que não podemos saber o que é melhor, talvez uma atitude passiva? …

    • Cely, a primeira vez que li o comentário também tive uma dúvida parecida: será que ela não deveria ir mesmo pra montanha?

      Acho que deveria ir e não deveria. Quer dizer, deveria pra depois não dever mais. Como diria Mick Jagger, “you can’t always get what you want / but if you try sometimes, yeah / you just might find / you get what you need”.

      Se a gente tem que aprender a ter atenção e consciência da vida e do próprio caminho, e não nascemos sabendo, uma das maneiras da gente aprender de verdade é errando, pegando o caminho errado, acordando e pegando o caminho certo. O “certo”, eu acho, Fabiany, é o que você sente profundamente que deve pegar (é difícil definir isso, mas é por aí). Mas obviamente é relativo a vc mesma, à sua jornada.

      Então acho q pegar a montanha foi bom, pq fez brotar em vc a percepção de estar no caminho errado, te fez entrar mais em contato com vc mesma, e te fez querer descobrir pra onde vc quer realmente ir, conscientemente.

  • Puxa vida, incrível como esse texto era tudo que eu precisava ler hoje! Acordei no meio dessa madrugada atordoado, o que definitivamente não é nada comum a mim, e nas duas horas de insônia que tive na sequência eram exatamente estes os pensamentos que usava para tentar controlar a quantidade imensa de besteiras que vinham à minha mente e conseguir novamente descansar.
    Fantástico chegar agora pela manhã e encontrar meus pesadelos organizados na forma de ensinamento!!
    Muito obrigado Nando pela postagem!
    Abraço

    • Agradeça ao Moffitt, João! Na verdade eu demorei um pouco pra traduzir o artigo, porque era grande e porque procrastinei um pouco (rs), mas fico feliz que tenha chegado a tempo!

      Uma das melhores coisas do artigo é realmente isso que você falou, ajudar a organizar os pensamentos. A força e a energia da mudança continuam ali, mas agora passam pelo crivo da nossa lucidez e pela nossa real vontade que seja melhor pra todo mundo.

      Feliz mudanças!

  • Meus agradecimentos a toda equipe do Dharmalog. Obrigada Nando Pereira. Sempre defendi mudanças, desapego de hábitos e padrões. mas nunca li nada que seja tão simples e profundo ao mesmo tempo. Eu própria estou vivenciando um processo voluntário de mudança o texto caiu como uma luva. Namastê.

  • hoje meio que sem querer descobri esse blog, nunca fui muito de ler artigos , porem esse me chamou muito atenção talves pela semlhança do momento vivido, acontecimentos recentes me fizerem analisar a conduta e o caminho que estava direcionando minha vida, e ao ler esse texto a cada linha eu lembrava de um momento ou situação sentida e vivida, hoje irei durmir com um ensinamento novo para o meu dia a dia, e ao ler os comentario e a troca de ideias, chego a pensar que nao sou tao sozinha nas ideias que tenho. Mudança e a lei da vida atraves dela descobrimos o que é melhor para o nosso dia a dia e para as pessoas que estao ao nosso redor, porem nao e facil dar o primeiro passo para mudar aquilo que sempre foi seu cotidiano. Hoje mais do que nunca eu sei que tenho que trilhar novos caminhos e espero conseguir seguir esse passos e ser bem sucedida nessa mudança!

  • Prezado Nando, boa noite.
    Acho que estou um pouco atrasado em relação a vocês, pois desde 2012 vocês já refletem sobre esse excelente artigo. Que surpresa !
    Como você disse, “Logo que li, desejei que tivesse lido muito antes.“ :)
    Agora, antes de dormir, vou ler mais uma vez, bem atentamente para que a inspiração das palavras certeiras ali escritas, tragam um bom sono, contribuindo para o melhor entendimento desses momentos importantes que moldam a nossa trajetória. Parabéns pelo blog. <3

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