O primeiro trabalho é querer despertar, sem ser controlado por “seus” medos – Robert Happé (VÍDEO)

Para o filósofo e pesquisador espiritualista holandês Robert Happé, os medos que chamamos de nossos são os principais obstáculos para o despertar e viver a vida equilibradamente. “Há tantos medos, há milhões de medos. E você pode dizer, isso é o que eu sou. É o meu medo. É como eu sou. Mas isso é uma ilusão. Isso não é quem você é“, explica ele neste vídeo abaixo (4min). Autor de “Consciência é a Resposta” e diretor do Centro de Educação Espiritual que leva seu nome, em Araçoiaba da Serra (SP), Happé estudou Vedanta, Budismo e Taoísmo, viajou e trabalhou em países da Europa, Índia, Tibet, Taiwan e Camboja, e hoje se dedica a missão de “manter o equilíbrio no meio de todo o caos existente no nosso mundo”.

Segue o vídeo abaixo, legendado em português (4min09seg):

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Jornalista autor do Dharmalog e terapeuta na Hridaya Terapia, em São Paulo.

9 Comentários

  • Tudo que já li ou ouvi do R.Happé passa-me mais que credibilidade: Transmite-me uma real possibilidade de ser vivido, de ser alcançado via o exercício de conscientização e do Amor que advém dela. A postura que ele assume sempre me dá vontade de dar um “high five” e dizer em bom português: Toque aqui! Gostei.Vou tentar!

    Grata.

  • Fezem 3 anos, desde que voltei a viver en Brasil, que vc se apresenta para mim atraves das mais variadas formas de comunicação… uma grande amiga Luciana Bueno me falou muito de vc, me inscreveu no seu site onde acompanho sua trajetória, sempre quis encontrá-lo, pero não tenho o suficiente neste momento para bancar os encontros, hoje recebo de uma antiga e sempre amiga uma indicação para que te conheças, esta amiga me conhece desde muito e me diz que quando te ouviu falar se lembrou muito de mi. Bueno, já que , en neste momento não posso te encontar, quero registrar meu deseejo e esta história. Você me encanta si!!! Paz y Luz!!! Ana Goes

  • Estou postando ANTES de assistir o vídeo.
    Depois, mudando ou não de opinião, postarei novamente.

    Pra mim, o medo serve como alerta… sentir medo não é fraqueza, é sentido de autopreservação de qualquer ser.

    Nos dias de hoje (ou há muito tempo), sair na rua, por exemplo, e sentir-se “seguro”, mesmo que relativamente, acho impossível.

    O que nos faz sentir medo é, simplesmente, a vontade e necessidade de viver e continuar aprendendo, evoluindo…

  • Assisti o vídeo.

    Embora concorde que somos seres divinos e com diversas aptidões (adormecidas por algum motivo), continuo com a mesma opinião.

    Existem muitas… muitas pessoas boas, gentis, amáveis, que fazem o bem e o espalham por onde quer que passem… e um sem-número delas morre assassinada, ou em terremotos, ou acometidas por doenças graves…

    Como Robert Happé teorizaria sobre isso?

    A teoria é belíssima, mas o mundo no qual vivemos não reflete o pensamento do filósofo.

    • Oi Paulo. Teríamos que perguntar ao Happé para saber.

      Mas acho que ele fala de um medo diferente. Não é o medo como estado de alerta ou receio nos eventos diários, como medo de um assalto ou de ser atacado por um cachorro bravo, mas o medo de tomar decisões para a própria vida, o medo de enfrentar problemas, o medo que congela, isola, julga ou agride. Um medo de ser picado por uma cobra é algo natural, como você falou, e nossa mente e corpo tem mecanismos bem desenvolvidos para responder a isso, mas o medo de se relacionar, o medo de arriscar, o medo de amar, o medo de não ser amado (que é capaz de gerar tantas coisas ruins, como violência, depressão, intolerância, etc) é algo que é fabricado, que usurpa o equilíbrio e impede o despertar. E, como Happé fala, piora porque muitos de nós acabamos nos identificando com esses medos…

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