OccupyLove em 3min, para os 100%: “Amor é o que aparece quando oferecemos nosso rosto ao outro” (VÍDEO)

occupyloveEste é o mais bonito e poderoso vídeo do movimento Occupy até agora, obrigado“, diz um comentário feito hoje na página do Facebook do OccupyLove, onde o vídeo abaixo foi originalmene publicado. Intitulado “Occupy Movement: Show Me Your Face” (Movimento Ocupe: Mostre-me Seu Rosto), o vídeo dirigido por Ian MacKenzie, de 3min, e é uma montagem minimalista e sensível que pede a união das pessoas face-a-face, requisito que tem sido o espírito do movimento Occupy desde seu início. “Isto é para os 100%“, diz uma das legendas.

O curta tem sua própria mensagem, mas é também uma espécie de consequência de entrevistas como a de Michael Stone, do OccupySamsara, e publicada num post anterior aqui, em vídeo, “OccupySamsara, a atenção e a mudança cara-a-cara: “é a razão pela qual vamos vencer“. Naquela entrevista, Michael afirmou: “Amor não é só um sentimento, é o que emerge quando damos um ao outro nosso rosto, e nós damos uns aos outros nossa atenção e nós damos uns aos outros o espaço para realmente ouvir a diversidade de pontos-de-vista”.

Segue o vídeo:

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Jornalista autor do Dharmalog e terapeuta na Hridaya Terapia, em São Paulo.

4 Comentários

  • A face é uma tela. Vc pode pintar com uma gama imensa de emoções ou camuflá-las. O vídeo tem uma bela mostragem. Assisti 2 Xs, seguindo o mesmo critério: Contar (partindo da premissa de que estão posando voluntariamente) qtos são (ainda se lembram) capazes de sorrir como os olhos. 1a. contagem – muito pobre: apenas 6, apesar das fisionomias parecerem bem familiares. Na 2a. aconteceu algo mágico: com raríssimas exceções todos me pareciam sorrir com os olhos (Oi!?). Foi muito bom! Sabe quando vc sente, por uma fração diminuta, que no outro não tem somente ele, mas bastante de você e viceversa? Fiquei com a impressão de que poderia estar posando lá e qualquer um deles sentado em frente ao PC, que em nada modificaria a sensação de bem-estar que senti. Interativo.Experimentem.
    Grata por postar e assim me permitir perder as “fronteiras” que delimitam quem Eu penso ser!

    • Que experiência interessante, Norma. Senti que todos sorriam desde o início, todos. Mas achei maravilhoso mesmo como a gente se conecta tão instantaneamente com as expressões de cada um, percebe uma aura de “estou aqui” (“eu vim”), sem julgamentos, livres, sem manifestos, sem “engajamento” no sentido antigo de engajar, mas um engajamento de estar ali, completamente, o olhar cristalino diz isso, o momento da câmera, querendo estar de verdade ali. A música ajuda muito, tudo muito feliz.

  • Nossa! Eu já estava amando a minha experiência…agora, estou gostando + da sua! (rs).
    Vc foi no foco: há gente atrás daquela câmera e os templos de carnes são habitados: Tem Gente!
    Fique Bem.

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