“- Prefiro não fazê-lo”, a saga de Bartleby

Esse Bartleby é uma figura. É o personagem principal desse maravilhoso livro de Herman Melville nessa maravilhosa edição da Cosac Naify brasileira (na Bienal), toda amarrada por fora, imaginativamente selada por dentro e com o conteúdo “BartleBy, o Escrivão” nas internas, entre as muralhas de Wall Street. Um livro de luxo criativo, instigante e divertido. Na capa plástica, que veda o livro, um adesivo daqueles que dizem “incluindo os sucessos Tal e tal”, só que trazendo um engraçado dizer que só Bartleby mesmo para dizê-lo. E não comprá-lo. A crítica de Marcelo Coelho na Folha só dá mais vontade de lê-lo. Parar tudo agora e ler.

“- Prefiro não fazê-lo”.

Bartleby, o EscrivãoBartleby, o escrivão – Uma história de Wall Street“, de Herman Melville, tradução de Irene Hirsch, já (deve estar sendo vendido) numa livraria perto de você. E, no site, com desconto.