Bia Badaud descreve com precisão cirúrgica o chamado mais sublime pelo SIM, explicando pq querer comércio de armas (em qqer lugar da alma) é desaprender tudo que temos de melhor, é orar ao contrário, é ser hipócrita sobre ser cristão, sobre ser budista, sobre ser yogue, sobre ser e venerar o verdadeiro amor.
Nós não entendemos nada de Cristo. Nem de Buddha. Nem de Patanjali. Nós nem sabemos o que eles estão falando quando falam coisas simples e cristalinas como “amem-se uns aos outros como eu vos amei” (Jo. 15: 12, 17). Se tivéssemos ao menos aprendido essa frase, que Jesus chamou de “o meu mandamento“, teríamos feito um voto cristão, pelo amor. Quando Cristo fala que “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”, ele está falando que o Amor é o Caminho, a Paz é o Caminho. Não é a chegada, é o Caminho. Por isso até escrevemos o Caminho com C maiúsculo, pq não é um dos caminhos, é pra prestar atenção mesmo, para sagrar: é o Caminho.
é isso aí mesmo, Nando! belo post! disse tudo!