Transição e liminaridade, artigo do antropólogo Roberto da Matta que discorre responsavelmente sobre a nossa transição exemplar e democrática (de botar inveja em muito país europeu) e sobre as qualidades do novo país, de um “Estado responsável” e da oposição inteligente e voltada para a nação. Ninguém tem “hegemonia exclusiva do bem”, aqueles que ainda não o fizeram devem aprender agora, de uma vez por todas, que o radicalismo, o facciosismo, a oposição sem inteligência emocional e a postura de que só nós vamos fazer “certo”, semente espinhosa da intolerância, foi sufocada pela observação da realidade natural, que demonstra isso e mais um monte de coisas bacanas. E viva o Brasil.
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