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		<title>Para enfraquecer os desejos e revigorar o caráter: a sabedoria de Lao-Tsé no Tao Te King, Capítulo III</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lao Tse]]></category>
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		<category><![CDATA[Tao Te King]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/laotse3.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Tao Te King, &#8220;O Livro das Virtudes&#8221;, Capítulo III, intitulado &#8220;Mantendo o Povo Calmo&#8220;. Escrito pelo filósofo chinês Lao-Tsé cerca de 600 A.C.. Como é da sabedoria do próprio livro, quanto menos se falar sobre o Tao, melhor. Apenas duas observações importantes a respeito dos significados culturais de algumas palavras: 1) &#8220;estômago&#8220;, como informa a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/laotse3.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p><strong>Tao Te King</strong>, &#8220;O Livro das Virtudes&#8221;, Capítulo III, intitulado &#8220;<strong>Mantendo o Povo Calmo</strong>&#8220;. Escrito pelo filósofo chinês Lao-Tsé cerca de 600 A.C.. Como é da sabedoria do próprio livro, quanto menos se falar sobre o Tao, melhor. Apenas duas observações importantes a respeito dos significados culturais de algumas palavras: 1) &#8220;<strong>estômago</strong>&#8220;, como informa a tradução de D.T. Suzuki &#038; Paul Carus, é interpretado segundo algumas idéias chineses como o lugar da alma, e 2) &#8220;<strong>ossos</strong>&#8221; pode ter uma interpretação como &#8220;caráter&#8221; e não apenas a estrutura mais forte do corpo. Além disso, naturalmente percebe-se que o livro parece ser dirigido a uma maneira de lidar com o povo, uma vez que a lenda diz que o Tao Te King foi escrito por encomenda do imperador.</p>
<p>Eis o capítulo 3: </p>
<blockquote><p>“Se não privilegiamos os bons, o povo não compete<br />
Se não valorizamos os bens custosos, o povo não rouba<br />
Se não exibimos coisas desejáveis, o coração do povo não erra.<br />
<br />
Por isso o governo do homem sábio:<br />
Esvazia os corações e sacia os estômagos<br />
Enfraquece as vontades e revigora os ossos<br />
Nunca deixa o povo ter conhecimento e desejos<br />
Para o douto não ousar agir.<br />
Agindo no não-agir, assim não há desgoverno.”<br />
~ Tao Te King, cap.III</p></blockquote>
<p>//////////</p>
<p>Foto de <em>kattebelletje</em> (licença de uso <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/" target="_blank">BY-NC</a> por Creative Commons)</p>
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		<title>Vivendo a favor do universo, com Buda, Beatles, Mick Jagger e Dalai Lama: Bob Thurman fala no TED [VÍDEO]</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 20:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Thurman]]></category>
		<category><![CDATA[buda]]></category>
		<category><![CDATA[TED]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/bobthurmanted.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Você sabe, alguém sentado ao seu lado &#8212; nenhum problema nisso porque você está em um teatro, mas se você estivesse sentado num banco de parque e alguém viesse e se sentasse assim tão perto de você, você enlouqueceria. O que eles querem de mim? Como, quem é essa pessoa? E por isso você não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/bobthurmanted.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><blockquote><p>&#8220;Você sabe, alguém sentado ao seu lado &#8212; nenhum problema nisso porque você está em um teatro, mas se você estivesse sentado num banco de parque e alguém viesse e se sentasse assim tão perto de você, você enlouqueceria. O que eles querem de mim? Como, quem é essa pessoa? E por isso você não se sentaria assim tão próximo de uma pessoa por causa do seu conceito de que é você contra o universo &#8212; isso foi tudo o que Buda descobriu. Porque aquela idéia cósmica básica de que estamos todos sozinhos, cada um de nós, e todos os outros são diferentes, então isso nos coloca em uma situação impossível, não é mesmo? Quem é que vai conseguir ter atenção suficiente do mundo? Quem é que vai conseguir ter o suficiente do mundo? Quem é que não vai ser atropelado por uma infinidade de outros seres &#8212; se você é diferente de todos os outros seres?&#8221;<br />
~ Bob Thurman, TED Talk (&#8220;<a href="http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/bob_thurman_says_we_can_be_buddhas.html" target="_blank">Bob Thurman diz que podemos ser Budas</a>&#8220;)</p></blockquote>
<p><object width="526" height="374"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006S/Blank/BobThurman_2006S-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BobThurman-2006S.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=512&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=130&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=bob_thurman_says_we_can_be_buddhas;year=2006;theme=is_there_a_god;event=TEDSalon+2006;tag=Buddhism;tag=God;tag=culture;tag=global+issues;tag=happiness;tag=peace;tag=religion;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="526" height="374" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2006S/Blank/BobThurman_2006S-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BobThurman-2006S.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=512&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=130&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=bob_thurman_says_we_can_be_buddhas;year=2006;theme=is_there_a_god;event=TEDSalon+2006;tag=Buddhism;tag=God;tag=culture;tag=global+issues;tag=happiness;tag=peace;tag=religion;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
<p><strong>Robert &#8220;Bob&#8221; Alexander Farrar Thurman</strong> é o primeiro monge budista americano ordenado pelo Dalai Lama (em 1965, aos 24 anos), e é também autor e professor especialista em<strong> Budismo Tibetano</strong> e grande &#8220;tradutor&#8221; de sutras e da filosofia e ensinamentos do Buda, autor de livros como &#8220;Essential Tibetan Buddhism&#8221; (1995), &#8220;Infinite Life: Seven Virtues for Living Well&#8221; (2004) e &#8220;Why the Dalai Lama Matters: His Act of Truth as the Solution for China, Tibet and the World&#8221; (2008). É professor de Estudos Indo-Tibetanos Budistas na <strong>Universidade de Columbia</strong>, em Nova York (EUA), além de co-fundador e presidente da Tibet House New York.</p>
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		<title>&#8220;Para se ser livre do sofrimento é necessário olhá-lo, compreendê-lo, conhecê-lo como realmente é&#8221;, Krishnamurti</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[frases & reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/jkrishnamurti.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Abaixo, frases importantes sobre a tarefa de libertação do sofrimento, de autoria do celebrado filósofo indiano Jiddu Krishnamurti (1895-1986), parte da monografia pública intitulada &#8220;O Pensamento Metafísico-Iniciátivo de Krishnamurti&#8221; (pdf), do Prof. Dr. Rodolfo Domenico Pizzinga, Membro da Ordem Rosacruz AMORC, e que gentilmente disponibiliza em seu site. &#8220;Apresento a seguir uma seleção dos principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/jkrishnamurti.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Abaixo, frases importantes sobre a tarefa de libertação do sofrimento, de autoria do celebrado filósofo indiano <strong>Jiddu Krishnamurti</strong> (1895-1986), parte da monografia pública intitulada &#8220;<strong><a href="http://svmmvmbonvm.org/krishnamurti.pdf" target="_blank">O Pensamento Metafísico-Iniciátivo de Krishnamurti</a></strong>&#8221; (pdf), do Prof. Dr. Rodolfo Domenico Pizzinga, Membro da Ordem Rosacruz AMORC, e que gentilmente disponibiliza em seu site. &#8220;Apresento a seguir uma seleção dos principais ensinamentos de Krishnamurti, voltados para a evolução da consciência humana através da liberdade, do pleno exercicio do livre arbítrio e no exercício da razão plena&#8221;, diz Prof. Pizzinga.</p>
<p>//////////</p>
<p><strong>Frases de Jiddu Krishnamurti.</strong></p>
<p>» &#8220;Compreender o sofrimento é [con]viver com ele, olhá-lo, conhecê-lo como ele realmente é; mas não tendes possibilidade de conhecê-lo quando o olhais com um motivo – que supõe o tempo. A mente superficial, incessantemente ocupada em se melhorar, em se lastimar, em se torturar numa dada relação, desejosa de se libertar do sofrimento sem enfrentar o fato – essa mente prosseguirá sofrendo indefinidamente&#8221;. </p>
<p>» &#8216;Para se ser livre do sofrimento, é necessário compreender, consciente e inconscientemente, todo o seu ‘processo&#8217;, e isso só é possível vivendo-se com o fato, olhando-o sem motivo. Deveis perceber as manhas de vossa mente, suas fugas, as coisas aprazíveis a que estais apegado e as coisas desagradáveis de que desejais vos livrar com rapidez. Cumpre observar o vazio, o embotamento e a estupidez da mente que só trata de fugir. E pouca diferença faz, se se foge para Deus, para o sexo ou para a bebida, porquanto todas as fugas são essencialmente a mesma coisa&#8221;. </p>
<p>» &#8220;Existe uma imensidão que ultrapassa todas as medidas, mas nesse mundo não ingressareis sem a prévia e total extinção do sofrimento&#8221;.</p>
<p>» &#8220;Não encontraremos saída de nossa confusão, angústia, conflito, pela constante repetição do &#8216;Gita&#8217;, do &#8216;Upanishads&#8217; e demais livros sagrados; isso poderá levar à hipocrisia, a uma vida de insinceridade, de interminável pregação moral, porém nunca a enfrentar realidades&#8221;.</p>
<p>» &#8220;Temos de enfrentar-nos assim como somos e não como deveríamos ser, segundo um certo padrão ou ideal. Temos de ver realmente o que somos e, daí, iniciar a transformação radical&#8221;.</p>
<p>» &#8220;A primeira coisa que nos cumpre fazer é observar com atenção, todas as murmurações, todos os temores, ilusões e desesperos de nosso próprio ser. E vereis então, por vós mesmos – e para isso não se necessita de provas, nem de gurus, nem de livros sagrados – se a Realidade existe. E encontrareis, então, um extraordinário sentimento de libertação do sofrimento. Aí existe a claridade, a beleza e aquela coisa que está faltando hoje à mente humana: o amor, a afeição&#8221;.</p>
<p>» &#8220;A religião, evidentemente, perdeu o seu significado, pois sempre houve guerras religiosas. Ela não resolve os nossos problemas. As religiões separaram os povos. Poderão ter exercido determinada influência civilizadora, mas não transformaram radicalmente o homem&#8221;.</p>
<p>» &#8220;Ao desejarmos experiências no terreno religioso, nós as desejamos porque não resolvemos os nossos problemas, nossas ânsias, desesperos, temores e tristezas de cada dia; por essa razão pretendemos algo &#8216;mais&#8217;. Nessa pretensão de &#8216;mais&#8217; encontra-se a ilusão&#8221;.</p>
<p>» &#8220;A vida inteira, a partir do momento em que nascemos, é um processo de aprendizado&#8221;.</p>
<p>» &#8220;Aprender não é mero cultivo da memória ou acumulação deconhecimentos, porém, a capacidade de pensar clara e sãmente,<br />
sem ilusões, partindo de fatos e não de crenças e ideais&#8217;.</p>
<p>//////////</p>
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		<title>A sabedoria (bem-humorada) da relação entre mão esquerda e mão direita, por Thich Nhat Hanh [VÍDEO]</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[frases & reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[não-discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[thich nhat hanh]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/ThichNhatHanh2.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Em apenas 1min50seg, neste trecho de uma palestra gravada em vídeo, o monge Zen-Budista vietnamita Thich Nhat Hanh transmite um exemplo da sabedoria da não-discriminação usando duas pequenas e simples histórias entre sua mão esquerda e direita, simulando o comportamento humano. O exemplo é engraçado, e a platéia ri nos diálogos hipotéticos entre as duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/ThichNhatHanh2.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Em apenas <strong>1min50seg</strong>, neste trecho de uma palestra gravada em vídeo, o monge Zen-Budista vietnamita <strong>Thich Nhat Hanh</strong> transmite um exemplo da sabedoria da <strong>não-discriminação</strong> usando duas pequenas e simples histórias entre sua <strong>mão esquerda e direita</strong>, simulando o comportamento humano. O exemplo é engraçado, e a platéia ri nos diálogos hipotéticos entre as duas mãos, mas dentro dela também está a aura de paz que <strong>Thich Nhat Hanh</strong> transmite, usando gestos ternos de <strong>cuidado instintivo amoroso</strong> (entre as duas mãos), que contrastam com o comportamento &#8220;egóico&#8221; de cada uma. Thich Nhat Hanh é autor de vários livros que trazem sabedorias como essa, como &#8220;<strong>O Coração da Compreensão</strong>&#8220;, &#8220;<strong>Velho Caminho, Nuvens Brancas: Seguindo as Pegadas do Buda</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Vivendo em Paz &#8211; Como Praticar a Arte de Viver Conscientemente</strong>&#8220;.</p>
<p>Segue o vídeo, legendado em espanhol:</p>
<p><iframe width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/IM-DFySMXHs?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Pra contemplar [27]: Timelapsing Through Trinidad, premiado filme mostra beleza do Sul do Caribe [VÍDEO]</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 21:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[pra contemplar]]></category>
		<category><![CDATA[time-lapse]]></category>
		<category><![CDATA[Trindad]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/trinidad.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Mais um de vídeo da série contemplativa, que geralmente publicamos às sextas: este, &#8220;Timelapsing Through Trinidad&#8221; (4min08seg) é um curta com vários filmes da ilha de Trinidad, a maior das 23 ilhas de Trinidad e Tobago, e que possui diversas das paradisíacas paisagens da América Central e do Sul do Caribe (além de bastante vento) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/trinidad.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Mais um de vídeo da <a href="http://dharmalog.com/category/contemplacao-2/">série contemplativa</a>, que geralmente publicamos às sextas: este, &#8220;<strong>Timelapsing Through Trinidad</strong>&#8221; (4min08seg) é um curta com vários filmes da ilha de <strong>Trinidad</strong>, a maior das 23 ilhas de Trinidad e Tobago, e que possui diversas das paradisíacas paisagens da América Central e do Sul do Caribe (além de bastante vento) &#8211; curiosamente, tem também uma pequena estátua do <strong>Cristo Redentor</strong> numa das sequências, realizada no Monte Saint Benedict. Como o título diz, o filme usa o efeito de &#8220;time-lapse&#8221; (de &#8220;aceleração&#8221; do tempo) em todas as sequências e ganhou o <strong>Prêmio de Filme Mais Original</strong> no <a href="http://www.chronosfilmfestival.com/" target="_blank">Chronos Film Festival de 2011</a>. A música é &#8220;Globus&#8221;, de 1M1 Music.</p>
<p>Segue o vídeo:</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/28271437?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ff9933" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>&#8220;Se você odeia algo que existe, isso é você, embora seja triste&#8221;, escarafunchando o real, por Fritz Perls</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/05/10/se-voce-odeia-algo-que-existe-isso-e-voce-embora-seja-triste-escarafunchando-o-real-por-fritz-perls/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/05/10/se-voce-odeia-algo-que-existe-isso-e-voce-embora-seja-triste-escarafunchando-o-real-por-fritz-perls/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 21:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Fritz Perls]]></category>
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		<category><![CDATA[real]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/fritz-perls.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Venha, faça os discursos que quiser Você fala de si, e não do mundo. Pois há espelhos no lugar Da luz e do brilho das janelas. Você vê a si mesmo, e não a nós. Só projeções, livre-se delas. Self mais pobre, recupere Aquilo que é apenas seu, Torne-se essa projeção Entre nela bem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/fritz-perls.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><blockquote><p>&#8220;Venha, faça os discursos que quiser<br />
Você fala de si, e não do mundo.<br />
Pois há espelhos no lugar<br />
Da luz e do brilho das janelas.<br />
Você vê a si mesmo, e não a nós.<br />
Só projeções, livre-se delas.<br />
Self mais pobre, recupere<br />
Aquilo que é apenas seu,<br />
Torne-se essa projeção<br />
Entre nela bem a fundo.<br />
O papel dos outros é o seu.<br />
Venha, recupere e cresça mais.<br />
Assimile o que você negou.<br />
<br />
Se você odeia algo que existe<br />
Isso é você, embora seja triste.<br />
Pois você é eu e eu sou você<br />
Você odeia em si mesmo<br />
Aquilo que você despreza.<br />
Você odeia a si mesmo<br />
E pensa que odeia a mim.<br />
Projeções são a pior coisa.<br />
Acabam com você, o deixam cego<br />
Transformam montinhos em montanhas<br />
Para justificar seu preconceito.<br />
Recupere os sentidos. Veja claro.<br />
Observe aquilo que é real,<br />
E não aquilo que você pensa.&#8221;<br />
<strong>~ Fritz Perls</strong>, &#8220;Escarafunchando Fritz: dentro e fora da lata do lixo&#8221; (pgs 22 e 23)</p></blockquote>
<p>Friedrich (Frederick) Salomon Perls (1893-1970), ou simplesmente <strong>Fritz Perls</strong>, foi um psiquiatra e psicoterapeuta criador da <strong>Gestalt Terapia</strong>, uma das principais abordagens psicoterapêuticas existentes hoje. Autor de &#8220;Ego, Hunger and Agression&#8221; e &#8220;Gestalt Therapy: Excitement and Growth in the Human Personality&#8221;, entre outros, Fritz escreveu &#8220;Escarafunchando Fritz: dentro e fora da lata do lixo&#8221; em 1969, um ano antes de morrer, uma autobiografia poética onde &#8220;<strong>escreve tudo que quiser ser escrito</strong>&#8220;. O trecho acima é da edição da Summus Editorial, tradução de George Schlesinger.</p>
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		<title>Porque a era dos gurus está encerrada: Charles Eisenstein e a gênese dos novos seres humanos conectados [ARTIGO]</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 21:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Eisenstein]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/eisenstein_gurus.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>A &#8220;Terra Amada&#8221; do filósofo e escritor americano Charles Eisenstein está de volta neste artigo, como esteve no vídeo onde ele aparece falando sobre o fim da infância na Terra, no post &#8220;A Ascenção da Humanidade: a Crise Sistemática é o Fim da Infância Humana na Terra&#8221; (18/04/12). O conceito agora serve à tese dele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/eisenstein_gurus.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>A &#8220;<strong>Terra Amada</strong>&#8221; do filósofo e escritor americano <strong>Charles Eisenstein</strong> está de volta neste artigo, como esteve no vídeo onde ele aparece falando sobre o fim da infância na Terra, no post &#8220;<a href="http://dharmalog.com/2012/04/18/a-ascensao-da-humanidade-por-charles-eisenstein-a-crise-sistematica-e-o-fim-da-infancia-humana-na-terra-video/">A Ascenção da Humanidade: a Crise Sistemática é o Fim da Infância Humana na Terra</a>&#8221; (18/04/12). O conceito agora serve à tese dele de que <strong>a era dos gurus está acabada</strong>, sejam os conhecidos gurus espirituais ou quaisquer outras líderes de ensinamentos ou referência de conhecimento a serem seguidos, seja na filosofia, política, etc. No artigo &#8220;<strong>Porque a Era dos Gurus está Encerrada</strong>&#8221; (<a href="http://www.realitysandwich.com/across_threshold_0#new" target="_blank">Why the Age of the Guru is Over</a>), publicado no site <strong>Reality Sandwich</strong> e traduzido na íntegra no Dharmalog sob licença, Eisenstein faz uma breve gênese do <strong>mundo melhor</strong> vislumbrado nos Anos 60 e a percepção de que ele está finalmente sendo implantado no momento atual de crise global.</p>
<p>Antes de qualquer precipitação, é possível notar, pelo artigo de Einsentein, que o proposto &#8220;fim da era dos gurus&#8221; não seria uma <strong>rejeição</strong> dos ensinamentos nem da importância vital de Buddhas e Lamas e Rishis e Swamis e Rinpoches, nem de suas <strong>ciências e legados</strong> em nossos caminhos (tampouco da própria existência deles). O fim seria apenas de uma <strong>era centrada neles</strong>, onde os seres humanos partiam em busca dos seus como maneira de se emancipar do sofrimento ou da ignorância, sem mais preocupações decorrentes. Hoje, segundo Eisenstein, não haveria salvação sem conexão, sem uma mudança verdadeira no paradigma e na relação com a natureza e com todos os outros seres. A emancipação ou liberação ou iluminação seria, nesse sentido, <strong>um trabalho coletivo</strong>. Não sei até que ponto as realidades são <strong>excludentes</strong>, mas a visão exposta no artigo é interessante, assim como a <a href="http://dharmalog.com/2012/04/18/a-ascensao-da-humanidade-por-charles-eisenstein-a-crise-sistematica-e-o-fim-da-infancia-humana-na-terra-video/">outra tese já publicada aqui</a> do mesmo Eisenstein, sobre a mudança de idade da humanidade no planeta. </p>
<p>//////////</p>
<p><strong>&#8220;Porque a Era do Guru está Encerrada&#8221;</strong> (Why the Age of the Guru is Over)<br />
Por <em>Charles Eisenstein</em></p>
<p>Já há algumas décadas, parece, a humanidade tem estado no limite de uma ruptura na consciência coletiva. Talvez tenham sido os Hippies nos Anos 60 que tenha visto isso pela primeira vez. Para eles, era claro que a revolução da consciência iria varrer tudo que tinha existido antes, que dentro de alguns anos tais instituições como governo, dinheiro, casamento e escola iriam se tornar obsoletas. Quarenta anos depois, a visão deles não aconteceu e, ao menos superficialmente, as instituições que definem nossa civilização estão mais poderosas, mais abrangentes que nunca. Apesar disso, para muitos de nós por algum tempo, e para a maioria de nós ao menos de vez em quando, aquela ruptura na consciência que os Hippies previram parece ainda ser iminente.</p>
<p>Talvez pareça iminente porque, naquelas experiências de pico quando conhecemos nosso verdadeiro potencial como humanidade, a verdadeira vestidão das nossas mentes, e  amor que era o estado natural de existência, parecia tão óbvio que tínhamos retornado ao nosso direito de nascença e reconquistado nosso estado original. Poderia ser uma experiência de quase-morte que nos traz aqui, uma experiência psicodélica, um momento na natureza, dar à luz, fazer amor; poderia ser uma experiência religiosa, ou poderia ter vindo através de um sonho, uma música, ou da meditação; pode vir também através de trabalho psicológico, um seminário transformador, ou mesmo um livro. Geralmente, porém, o pico não dura.</p>
<p>Tive muitas dessas experiências onde eu pensei, &#8220;Nada nunca será o mesmo novamente&#8221;, mas depois de alguns dias ou semanas, eu notava que estava me debatendo para manter o estado realizado em que eu tinha estado. O que era antes natural e sem esforço e auto-evidente se tornava alvo de lembretes e práticas. O &#8220;antigo normal&#8221; se aproximava, até que eu estivesse de volta onde tinha começado, e o estado que eu havia sentido tão verdadeiramente e claramente se tornava uma reles memória. Posso tentar repetir a experiência, mas como uma droga, o segundo pico é um pouco menos intenso que o primeiro, e o retorno ao chão mais rápido. Eventualmente duvidei: talvez a experiência era uma droga, uma excursão além da realidade, e não, como eu tinha acreditado, algo mais real do que o mundo que eu tinha vindo a aceitar. Para algunas pessoas, aquela voz cresce de volume até que se torna um tumulto derrotador de desesperado. Antes da experiência, pelo menos havia esperança, mas tendo entrado no paraíso e sido ejetado, o que havia agora para viver?</p>
<p>Então foi assim em um nível cultural, que depois das expectativas iluminadas e exuberantes dos Anos 60, muito da contracultura virou hedonismo e consumo da Década do Eu. Que sentimento de traição sentimos, conforme a revolução psicodélica deu lugar à Geurra às Drogas, conforme o Ato do Ar Limpo deu lugar à Ronald Reagan e James Watt (&#8220;As árvores poluem mais do que as pessoas&#8221;.)</p>
<p>Felizmente, seja num nível pessoa ou coletivo, o desespero nunca pode estar completo, porque a brasa da experiência do acordar vive eternamente em nossos corações. Por mais profundo que o desespero a que possamos descer, carregamos o conheço em primeira mão escrito em nossas células que há mais do que Apenas Isto. Mesmo que não saibamos retornar aquele mundo mais bonito, sabemos que ele existe. Esse conhecimento vive independentemente de crenças, por baixo das correntes da razão e dúvida e impenetráveis. Não podemos cultivar ou praticar aquele conhecimento, mas ele cultiva e nos pratica. A primeira coisa que ele faz é nos prevenir de participar de todo coração no velho normal. Podemos fazer o melhor para participar do programa, podemos ir com o fluxo, mas lá no fundo sabemos que não é a coisa real. O esforço para direcionar a energia da vida a objetivos indignos do nosso conhecimento é exaustivo. Eventualmente, nossas reservas de saúde e sorte se esgotam, nós entramos em um estado de crise. Quer seja a saúde, o relacionamento, o dinheiro, ou relacionado ao trabalho, a crise é um nascimento a partir do velho normal. Não podemos voltar atrás, mas também não sabemos como ir em frente. Este é um estado especial, um limiar entre mundos. Muitos de nós estão lá neste momento, individualmente; o corpo humano coletivo está se aproximando dele também.</p>
<p>O propósito deste ensaio é descrever o paradigma do cuidado mútuo que pode nos transportar através deste limiar entre dois mundos.</p>
<p>Nós vislumbramos um mundo mais bonito nos Anos 60, mas o normal antigo ainda não estava acabado. A estória ainda não tinha sido contada em sua totalidade. Assim, não podíamos acender à nova realidade; a tração do antigo era forte demais. Na verdade, haviam muitas exceções individuais; até hoje existem hippies não-regenerados vivendo nos interstícios da nossa realidade, tão invisíveis a nos quando os imortais lendários Taoístas, segurando o padrão do próximo mundo até que seu tempo esteja pronto pra ele. Mas para a maioria, depois dos Anos 60 as pessoas retornaram ao mundo que haviam deixado pra trás, e o seguiram até novos extremos.</p>
<p>Quarenta anos depois, aquele mundo ainda está se caindo aos pedaços em uma taxa acelerada. As estórias que suportavam nossa civilização estão desmoronando. Duas são principais: a estória do ser individual, e a estória da pessoas. A primeira é a do ser distinto e separado, um mote Cartesiano da consciência olhando um universo objetivo de massas sem almas e forças impessoais e deterministas. Na biologia, o ser separado se manifesta conforme o paradigma do gene egoísta busca maximizar seu interesse reprodutivo; na economia, é o homo economicus, que busca maximizar o interesse racional medido pelo dinheiro. Na psicologia, é o ego encapsulado na pele; na religião, a alma presa na carne mas separada dela. Esse ser está naturalmente em oposição a todos os outros seres, cujos interesses são indiferentes dele ou estão em desacordo com os seus. Os ensinamentos espirituais baseados nessa história do ser, então, nos dizem que devemos tentar mais duramente nos levantar sobre a natureza, a conquistar nossas motivações biológicas e econômicas para maximizar nosso interesse pessoa acima dos outros seres.</p>
<p>Externalizada, essa guerra contra o ser se manifesta como a segunda estória que define a civilização, a estória das pessoas que chamo de &#8220;ascenção&#8221;, que diz que o destino da humanidade é se superar e transcender a natureza. Ela complementa perfeitamente a estória do ser, elevando o mental sobre o físico, o ideal sobre o concreto, o espírito sobre o corpo.</p>
<p>Ao descrever esses mitos, uso a palavra &#8220;estória&#8221; em um sentido especial, como uma narrativa inconsciente que cria sentido pro mundo, que associa papéis e funções aos seres humanos, que explica a natureza da vida, do mundo, e de propósito para a existência humana, e que coordena a atividade humana. As estórias tem um começo, um meio e um fim. Estamos nos aproximando do fim da nossa, das estórias que nossa civilização foi construída. Se algumas dessas estórias não são verdadeiras pra você, você já não se sente mais como um participante integral dessa civilização. </p>
<p>Elas estão se tornando não-verdadeiras para mais e mais de nós, conforme o mundo que foi construído sobre elas vai decaindo. Como podemos acreditar na conquista da natureza quando nossas ações são a causa da ameaça ao fundamento ecológico da civilização? Como podemos continuar acreditando que o triunfo final sobre as doenças está na próxima esquina, ou que uma era de prazer, ou de férias espaciais, ou de uma sociedade perfeitamente justa, se nós estendemos a dimensão do controle só um pouco além? E como podemos continuar acreditando no paraíso de um ser separado, independente de tudo, pertencente a ninguém, financeiramente seguro, quando estamos vendo em primeira mão a alienação, o desespero, a miséria para a comunidade que faz daquele paraíso um inferno? Quando a depressão, o vício, o suicídio e a decadência da família atingem até mesmo os vencedores da guerra de todos contra todos?</p>
<p>Seja num nível pessoal ou coletivo, estamos descobrindo que as histórias de separação não são verdadeiras. O que fazemos ao outro inescapavelmente nos visita de volta de alguma maneira. Conforme isso vai se tornando cada vez mais óbvio, uma nova história do eu e das pessoas se torna acessível para nós.</p>
<p>A nova história das pessoas é uma de parceria co-criativa com a &#8220;Terra Amada&#8221;. Essas histórias soam verdadeiras em nossos corações, vemo-las no horizonte, mas ainda não vivemos nessas histórias. É difícil fazer isso quando as instituições e hábitos do velho mundo ainda nos cercam.</p>
<p>Como podemos nos estabelecer completamente em uma maneira radicamente diferente de pensar, se relacionar e ser? Não se engane: essa revolução vai muito além da aceitação de uma idéia. Saber e incorporar como uma realidade de interexistência na experiência, vívida e ativa, para viver em um espírito de presente como é apropriado em todo relacionamento, para confiar completamente na própria divindade e na dos outros, para saber em cada fibra do seu ser que &#8220;Eu Sou Você&#8221;, e para navegar nesse conhecimento com limites apropriados, isso tudo constitui uma revolução fundamental no ser humano. Além disso, embora tenhamos entrado em um novo território, nos faltam modelos e mapas para viver nele. Precisamos de ajuda, precisamos de ensinamos sagrados. Mas quem serão nossos professores, quando tudo é novo?</p>
<p>Na verdade, nós herdamos ensinamentos e modelos para o novo mundo, de visionários que viram através das histórias de separação séculos atrás, e de tribos que evitaram a civilização por tempo suficiente para transmitirem seu conhecimento a nós. Muito desse conhecimento tem sido distorcido pelas lentes da separação, mas conforme as novas histórias passam a ganhar foco, podemos discernir sua intenção original. por exemplo, a formulação comum da Regra de Ouro, &#8220;Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você&#8221;, é uma injunção moral que ouvimos de uma outra versão deste ditado, nascido da separação de espírito e matéria: &#8220;Tente ser gentil com mais determinação&#8221;. É um padrão de comportamento, algo que devemos sobrepor ao nosso egoísmo natural para conquistar. Da perspectiva de um ser conectado, entretanto, a Regra de Ouro muda de forma para se tornar não uma regra mas um lembrete: &#8220;Conforme você faz aos outros, assim também você faz a você mesmo&#8221;. A intenção do seu articulador original é recomposta.</p>
<p>De maneira semelhante, o Voto do Bodisatva, &#8220;Não entrarei no Nirvana até que todos os seres sencientes tiverem entrado no Nirvana&#8221;, nos soa como o auto-sacrifício mais definitivo, um voto heróico e magnânimo além do alcance das pessoas ordinárias. Para o ser conectado de &#8220;Eu sou Você&#8221;, entretanto, é uma mera articulação distorcida de um fato simples que poderíamos chamar de Realização Bodisatva: &#8220;É impossível entrar no Nirvana sozinho. Se qualquer ser senciente for deixado pra trás, então parte de mim é deixada pra trás&#8221;. Só alguém sob a ilusão que é uma alma separada e distinta imaginaria algo diferente.</p>
<p>Sendo prático, para viver num estado mais iluminado nós devemos estar lá por um comunhão de novos hábitos, novas maneiras de vermos uns aos outros, e novas crenças na prática que redefina o normal.</p>
<p>Em outras palavras, na era do ser conectado, nosso guru não pode ser nenhum além do coletivo, da comunidade &#8211; como Thich Nhat Hanh diz, &#8220;O próximo Buda será uma sangha&#8221;. Por comunidade, não digo uma massa amofra &#8220;somos todos um&#8221;, sem estrutura, e sim uma matriz de seres humanos unidos em uma história comum de pessoas e de ser. Alinhadas com essas histórias definidas, esta comunidade pode nos dar suporte em uma visão do que estamos nos tornando. </p>
<p>//////////</p>
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		<title>12 sintomas do &#8220;despertar espiritual&#8221;: o que (hipoteticamente) acontece com quem acorda pra vida</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 20:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[frases & reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[lista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/12sintomas.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Abaixo uma lista bem-humorada que enumera 12 sintomas do que seria o acordar espiritual, imitando expressões frequentemente usadas em diagnósticos médicos e descrições de doenças, mas aqui usadas para descrever comportamentos e sensações mais que saudáveis, com leveza e espirituosidade. Entre os sintomas, é possível identificar aforismos parecidos com alguns já publicados por autores populares, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/12sintomas.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Abaixo uma lista bem-humorada que enumera <strong>12 sintomas</strong> do que seria o <strong>acordar espiritual</strong>, imitando expressões frequentemente usadas em diagnósticos médicos e descrições de doenças, mas aqui usadas para descrever comportamentos e sensações <strong>mais que saudáveis</strong>, com leveza e espirituosidade. Entre os sintomas, é possível identificar aforismos parecidos com alguns já publicados por autores populares, como Don Miguel Ruiz (9) e Deepak Chopra (1, 3, 10). O autor dessa lista é desconhecido e, mesmo a lista não tendo nenhuma fundamentação identificada, traz reflexão e inspiração interessantes. Seguem os sintomas:</p>
<p>1. Uma tendência crescente de deixar as coisas acontecerem ao invés de fazê-las acontecer. </p>
<p>2. Ataques frequentes de alegria, sorrisos sem explicação e explosões de risos a qualquer momento.</p>
<p>3. Sensações de estar intimamente conectado aos outros e à natureza.</p>
<p>4. Episódios frequentes de apreciação transbordante, quase vertiginosa.</p>
<p>5. Uma tendência de pensar e agir espontaneamente no lugar do medo baseado na experiência passada.</p>
<p>6. Uma nítida habilidade de curtir cada momento.</p>
<p>7. Uma perda da habilidade de se preocupar.</p>
<p>8. Uma perda do desejo por conflito.</p>
<p>9. Uma perda de interesse por tomar as coisas pessoalmente.</p>
<p>10. Uma perda de apetite pelo drama e pelo julgamento.</p>
<p>11. Uma perda de interesse em julgar a si mesmo.</p>
<p>12. Uma inclinação em dar amor sem esperar nada em troca.</p>
<p>//////////</p>
<p>Compartilhado por <em>Fabio Novo</em> (<a href="https://www.facebook.com/pages/Holoplex/172628066152710" target="_blank">Holoplex</a>).<br />
Foto de <em>Jason Priem</em> (sob licença de uso Creative Commons <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank">BY-SA</a>).</p>
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		<item>
		<title>Judy e Sophie: a história da incrível ajuda que um macaco ensinado pode dar a uma pessoa com esclerose [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/05/07/judy-e-sophie-a-historia-da-incrivel-ajuda-que-um-macaco-ensinado-pode-dar-a-uma-pessoa-com-esclerose-video/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 23:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/macacosajudantes.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Não sei como eu tinha conseguido viver até agora sem um macaco&#8221;, diz Judith Zappia, que foi dignosticada com Esclerose Múltipla um ano depois de se casar com George Imbrie, seu marido. &#8220;Judy and Sophie&#8217;s Story &#8211; Helping Hands&#8221; (A História de Judy e Sophie &#8211; Mãos Que Ajudam) é um vídeo de 7min que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/macacosajudantes.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>&#8220;Não sei como eu tinha conseguido viver até agora sem um macaco&#8221;, diz <strong>Judith Zappia</strong>, que foi dignosticada com Esclerose Múltipla um ano depois de se casar com George Imbrie, seu marido. &#8220;<strong>Judy and Sophie&#8217;s Story &#8211; Helping Hands</strong>&#8221; (<em>A História de Judy e Sophie &#8211; Mãos Que Ajudam</em>) é um vídeo de <strong>7min</strong> que está se espalhando pela Web e que conta como a vida de Judy mudou completamente após a chegada de <strong>Sophie</strong>, um macaco-prego treinado que ajudar pessoas com deficiências, parte do belo projeto &#8220;<a href="http://www.monkeyhelpers.org/">Helping Hands</a>&#8220;.   </p>
<p>Para <strong>ativar as legendas em português</strong>, clique em &#8220;Select Language&#8221; no box logo abaixo do vídeo (caso o vídeo não apareça, recarregue esta página ou use <a href="http://www.universalsubtitles.org/en/videos/u6WGZNPaGlxY/info/judy-and-sophies-story-helping-hands/" target="_blank">este link alternativo</a>).</p>
<p><script type="text/javascript" src="http://s3.amazonaws.com/s3.www.universalsubtitles.org/embed.js">
(
  {"video_url": "http://vimeo.com/28434880"}
)
</script></p>
<p>Para ver o vídeo original em inglês, <a href="http://vimeo.com/28434880" target="_blank"><strong>clique aqui</strong></a>.</p>
<p>//////////</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pra contemplar [26]: a beleza da Terra e da música num espetacular vídeo-celebração da vida [VÍDEO]</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 21:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[pra contemplar]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/dreamcatcher.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Um comentário diz que &#8220;este é o vídeo mais bonito e maravilhoso que existe no YouTube&#8221; e um outro pergunta &#8220;quem sobre a Terra poderia não gostar disso?&#8220;. As imagens em sua maioria do continente africano e da polinésia francesa, captadas pela National Geographic e BBC compiladas e editadas pelo um usuário identificado apenas como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/dreamcatcher.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Um comentário diz que &#8220;<strong>este é o vídeo mais bonito e maravilhoso que existe no YouTube</strong>&#8221; e um outro pergunta &#8220;<strong>quem sobre a Terra poderia não gostar disso?</strong>&#8220;. As imagens em sua maioria do continente africano e da polinésia francesa, captadas pela <strong>National Geographic</strong> e <strong>BBC</strong> compiladas e editadas pelo um usuário identificado apenas como A. Perruci, e as duas músicas com ritmo e artistas africanos tornam esta uma montagem especial para contemplação e apreciação. Em plenas manifestações contra o novo Código Florestal Brasileiro e do movimento &#8220;<strong>Veta Dilma</strong>&#8221; (#vetadilma), essas imagens podem ser uma boa tomada de consciência sobre o que temos sobre o planeta, uma importante parte disso no nosso solo brasileiro, ainda, mesmo com tanta exploração e com o vergonhoso descontrole de regulamentação e fiscalização.</p>
<p>Segue o vídeo (5min11seg). <strong>Recomendável</strong> clicar nas configurações e <strong>mudar para 720p HD</strong>, ativar o <strong>modo de tela cheia</strong> e <strong>aumentar o som</strong>.</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/h6vKNRUtogs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>É difícil resistir à força de dois poderosos milagres contidos no vídeo: nossa <strong>moderna tecnologia</strong>, que sobrevoa a Terra filmando tudo em alta definição e exibindo com edição e velocidades controladas, e a <strong>visceralidade</strong> e a <strong>inexplicável conexão com a Terra</strong> que o povo africano tem, inclusive artisticamente, que reconhecemos facilmente apenas ouvindo os primeiros versos do início do vídeo. </p>
<p>As duas músicas marcantes são curiosamente mixagens sobrepostas. A primeira é &#8220;<strong>Solomon Vandy</strong>&#8220;, de James Newton Howard, que contém mixada a música &#8220;<strong>Nangirira</strong>&#8221; cantado vigorosamente pelo <strong>African Children&#8217;s Choir</strong>, e a oração &#8220;<strong>Solemn Prayer</strong>&#8220;, entoada pelo músico paquistanês <strong>Nusrat Fateh Ali Khan</strong> (1948-1997), mestre de qawwali  (estilo da tradição Sufi). Esta primeira música está na trilha sonora do filme &#8220;Diamante de Sangue&#8221;, com Leonardo Di Caprio. A segunda, que começa a tocar a partir de <strong>1:53</strong>, é &#8220;<strong>Seventh Heaven</strong>&#8220;, de &#65279;David Lowe, do reconhecido álbum &#8220;<strong>Dreamcatcher</strong>&#8221; (também está numa das coletâneas &#8220;Siddharta &#8211; The Spirit of Buddha Bar&#8221;).</p>
<p>Abaixo, como complemento, o vídeo contendo &#8220;apenas&#8221; a belíssima parte em que o <strong>African Children&#8217;s Choir</strong> canta &#8220;<strong>Nagirira</strong>&#8220;. </p>
<p><iframe width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/KHU1UEOPCBg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>//////////</p>
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