<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>_ dharmalog</title>
	<atom:link href="http://dharmalog.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://dharmalog.com</link>
	<description>sobre auto-conhecimento.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 20:42:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Pra contemplar [19]: o deslumbre impressionante das paisagens da Islândia em time-lapse HD [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/02/03/pra-contemplar-19-o-deslumbre-impressionante-das-paisagens-da-islandia-em-time-lapse-hd-video/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/02/03/pra-contemplar-19-o-deslumbre-impressionante-das-paisagens-da-islandia-em-time-lapse-hd-video/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 20:42:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Islândia]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[time-lapse]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=10900</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/islandiatimelapse.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Meu conselho pra todos, fotógrafos ou não, é bem simples: Você TEM que visitar a Islândia pelo menos uma vez durante a sua vida. Você nunca vai se arrepender&#8221;. Quem fala é o fotógrafo californiano Joe Capra, da Scientifantastic, autor das deslumbrantes imagens do vídeo abaixo, feitas durante os 17 dias que passou sozinho viajando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/islandiatimelapse.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>&#8220;Meu conselho pra todos, fotógrafos ou não, é bem simples: <strong>Você TEM que visitar a Islândia pelo menos uma vez durante a sua vida</strong>. Você nunca vai se arrepender&#8221;. Quem fala é o fotógrafo californiano <strong>Joe Capra</strong>, da Scientifantastic, autor das deslumbrantes imagens do vídeo abaixo, feitas durante os 17 dias que passou sozinho viajando <strong>mais de 4 mil quilômetros</strong> pela <strong>Islândia</strong>. Um dos fenômenos naturais que colaboraram muito para a beleza das paisagens é o chamado &#8220;<strong>Sol da Meia Noite</strong>&#8220;, que ocorre nos meses de verão (inverno daqui) no norte do Círculo Ártico e no sul do Círculo Antártico, quando sol nunca se põe completamente e tudo fica visível 24 horas por dia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Durante 17 dias viajei sozinho pela ilha inteiro filmando quase 24 horas por dia, dormindo no carro e comendo quando tinha tempo. Durante as filmagens captei 38.000 imagens, viajei 4.600 quilômetros e vi algumas das paisagens mais sensacionais, bonitas e indescritíveis do planeta. A Islândia é absolutamente um dos lugares mais bonitos e incomuns que eu poderia imaginar. Especialmente durante o Sol da Meia Noite quando a qualidade da luz nas paisagens é muito diferente e muito espetacular&#8221;.<br />
~ Joe Capra</p></blockquote>
<p>Segue o vídeo. As imagens foram feitos em junho de 2011 e estão em <em>time-lapse</em> (efeito alterado do tempo):</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30581015?byline=0&amp;color=ff0179" width="560" height="315" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/30581015">Midnight Sun | Iceland</a> from <a href="http://vimeo.com/scientifantastic">SCIENTIFANTASTIC</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>//////////</p>
<p>Compartilhado por Viviana Cruz Ibarra</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/02/03/pra-contemplar-19-o-deslumbre-impressionante-das-paisagens-da-islandia-em-time-lapse-hd-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Morte não é o contrário da vida, morte é o contrário do nascimento&#8221;: a morte, para Deepak Chopra [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/02/02/morte-nao-e-o-contrario-da-vida-morte-e-o-contrario-do-nascimento-a-morte-para-deepak-chopra-video/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/02/02/morte-nao-e-o-contrario-da-vida-morte-e-o-contrario-do-nascimento-a-morte-para-deepak-chopra-video/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 19:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Deepak Chopra]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13886</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/deepakdeath.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Bom dia, Dr, o que é a morte pra você?&#8220;. Com um videolog onde recebe perguntas de todos os tipos e pode responder pessoalmente e em vídeo, o médico e autor indiano Deepak Chopra (&#8220;Saúde Perfeita&#8221;, &#8220;Buda&#8221;, &#8220;Vida Após a Morte&#8221;) respondeu a essa questão na semana passada, dizendo que &#8220;a primeira coisa que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/deepakdeath.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>&#8220;<strong><a href="http://vyou.com/deepakchopra/1385167/Good-morning-Dr-what-death-means-to-you">Bom dia, Dr, o que é a morte pra você</a>?</strong>&#8220;. Com um videolog onde recebe perguntas de todos os tipos e pode responder pessoalmente e em vídeo, o médico e autor indiano <strong>Deepak Chopra</strong> (&#8220;Saúde Perfeita&#8221;, &#8220;Buda&#8221;, &#8220;Vida Após a Morte&#8221;) respondeu a essa questão na semana passada, dizendo que &#8220;a primeira coisa que é preciso saber é que a morte não é o oposto da vida, mas o oposto do nascimento&#8221;. Na sequência, Chopra expõe alguns argumentos para justificar sua resposta, trazendo seu conhecido discurso que busca sintonizar ciência e espiritualidade. </p>
<p>O <strong>vídeo</strong> com a resposta na íntegra está em inglês abaixo, e a <strong>transcrição traduzida</strong> para o português segue logo depois.</p>
<p><iframe width="520" height="482" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src = "http://vyou.com/embed/profile/widget/response/user_id/30288/nid/1501177/width/520/height/482" ></iframe></p>
<p>//////////</p>
<p>&#8220;<strong>BOM DIA DR., O QUE A MORTE SIGNIFICA PRA VOCÊ?</strong>&#8221;<br />
Por <em>Deepak Chopra</em></p>
<p>&#8220;A pergunta é qual é significado da morte?</p>
<p>A primeira coisa que é preciso saber é que a morte não é o contrário à vida, a morte é o contrário ao nascimento. A vida é o <em>continuum</em> entre nascimento e morte.</p>
<p>Em todos os momentos há ambos a morte e ressurreição. Então, no nível quântico, as partículas mudam para dentro e fora da existência, a partir do vácuo quântico.</p>
<p>As células dos nosso corpo morrem a cada poucos dias, para que possamos nos renovar. Então as células do estômago morrem a cada 5 dias, o esqueleto é renovado a cada 3 meses, seu fígado se regenera a cada 6 semanas, seu DNA se recicla também a cada 6 semanas. E assim por diante. Seu corpo inteiro quase todo em um ano, 98%. Se não fosse pela morte das antigas, as novas não surgiriam. </p>
<p>O que reencarna ou são recicladas são as memórias. Então algumas células do estômago podem morrer mas elas se lembram como fazem ácido hidroclorídico. Em Biologia, a morte celular programada é chamada de apoptose. E quando elas se esquecem de morrer são chamadas de células de câncer.</p>
<p>A morte é criatividade quântica em seu nível mais fundamental. E é criatividade em todos os níveis. É impossível morrer para a morte.</p>
<p>A digestão significa morrer para o passado. O passado não esta aqui, se foi. O futuro ainda não chegou. Neste momento você é o suspiro entre nascimento e morte. </p>
<p>Essa é sua janela, seu vortex de transformação para a mente infinita, que é imortal. Essa mente infinita não é local.</p>
<p>O Bhagavad Gita diz que &#8220;as armas não podem rachá-la, o fogo não pode queimá-la, a água não pode molhá-la, nem o vento secá-la. É não-nascida e nunca morre&#8221;.</p>
<p>Identifique-se com essa mente. É o você não-local.&#8221;</p>
<p>//////////</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/02/02/morte-nao-e-o-contrario-da-vida-morte-e-o-contrario-do-nascimento-a-morte-para-deepak-chopra-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pra contemplar [18]: &#8220;formigas&#8221; e luz em movimento dia-e-noite em time-lapse em Nova York [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/02/01/pra-contemplar-18-formigas-e-luz-em-movimento-dia-e-noite-em-time-lapse-em-nova-york-video/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/02/01/pra-contemplar-18-formigas-e-luz-em-movimento-dia-e-noite-em-time-lapse-em-nova-york-video/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 21:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[pra contemplar]]></category>
		<category><![CDATA[manhattan]]></category>
		<category><![CDATA[new york]]></category>
		<category><![CDATA[time-lapse]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13732</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/manhattantimelapse.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Um vídeo de 4min com imagens em time-lapse feito de topos de vários edifícios em Manhattan, a maioria deles hotéis, mostram belo e impressionante movimento de pessoas, da luz natural e da luz artificial dos prédios, e do transporte em geral no famosa e intensa ilha de Nova York. O autor é o fotógrafo Josh [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/manhattantimelapse.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Um vídeo de <strong>4min</strong> com imagens em <em>time-lapse</em> feito de topos de vários edifícios em <strong>Manhattan</strong>, a maioria deles <strong>hotéis</strong>, mostram belo e impressionante movimento de pessoas, da luz natural e da luz artificial dos prédios, e do transporte em geral no famosa e intensa ilha de <strong>Nova York</strong>. O autor é o fotógrafo <strong>Josh Owens</strong>, que passou mais de um mês em Manhattan fazendo essas imagens. Entre os topos de hotéis visitados estão Midtown East Hotels, Doubletree Metropolitan, Radisson Lexington, Doubletree Guest Suites Times Square, Paramount Hotel, Hampton Inn Times Square North, Hilton Garden Inn Times Square, The Milford Plaza, Park Central, On The Ave, Hilton New York Fashion District e Hilton Garden Inn 35th Street.</p>
<p>A música é &#8220;<strong>Lights Dim</strong>&#8220;, da banda <strong>The American Dollar</strong>, de Nova York.</p>
<p>Segue o vídeo (<strong>3min57seg</strong>):</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/24492485?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="560" height="315" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>//////////</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/02/01/pra-contemplar-18-formigas-e-luz-em-movimento-dia-e-noite-em-time-lapse-em-nova-york-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Carl Gustav Jung e a Jornada para o Auto-Descobrimento&#8221;: documentário legendado sobre o psicólogo suíço [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/31/carl-gustav-jung-e-a-jornada-para-o-auto-descobrimento-documentario-legendado-sobre-o-psicologo-suico-video/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/01/31/carl-gustav-jung-e-a-jornada-para-o-auto-descobrimento-documentario-legendado-sobre-o-psicologo-suico-video/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 20:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Carl Jung]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13854</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/carljung.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Um pequeno documentário introdutório à vida e à obra do psicólogo suíço Carl Gustav Jung (1875-1961), intitulado &#8220;Carl Gustav Jung and The Journey To Self-Discovery&#8221; (&#8220;Carl Gustav Jung e a Jornada para o Auto-Descobrimento&#8221;), de 2007, com duração de 20min, está disponível no YouTube na íntegra e segue abaixo em duas partes (legendado). O documentário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/carljung.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Um pequeno documentário introdutório à vida e à obra do psicólogo suíço <strong>Carl Gustav Jung</strong> (1875-1961), intitulado &#8220;<strong>Carl Gustav Jung and The Journey To Self-Discovery</strong>&#8221; (&#8220;Carl Gustav Jung e a Jornada para o Auto-Descobrimento&#8221;), de 2007, com duração de <strong>20min</strong>, está disponível no YouTube na íntegra e segue abaixo em duas partes (legendado). O documentário contém depoimentos de especialistas como os escritores <strong>Thomas Kirsch</strong> (&#8220;The Jungians&#8221;) e <strong>Deirdre Bair</strong> (&#8220;Jung: A Biography&#8221;), e do psicanalista <strong>Armin Wanner</strong>. Há pouca informação adicional sobre este filme na Internet, que parece não ter nenhum site próprio nem da produtora que o criou &#8211; o <strong>IMDB</strong> informa suscintamente que ele foi escrito por Kristin Pichaske e Adam Sternberg, e narrado por John Parsons e Kathleen Antonia, seguido de uma lista de produtores executivos.  </p>
<p>O documentário é introdutório e mais dirigido a quem nada ou pouco conhece sobre Jung e sua obra, desde que esteja interessado no tema do auto-descobrimento, e de detalhes que Jung viveu e estudou para seguir este caminho &#8211; como a teoria do inconsciente coletivo, das tipologias das personalidades, dos arquétipos, entre outros assuntos. </p>
<p>Seguem as duas partes do documentário:</p>
<p>PARTE 1:</p>
<p><iframe width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/b8U7m3ZNn94" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>PARTE 2:</p>
<p><iframe width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/xAmBmmaod3Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/01/31/carl-gustav-jung-e-a-jornada-para-o-auto-descobrimento-documentario-legendado-sobre-o-psicologo-suico-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Registro do poeta Allen Ginsberg recitando o Sutra do Coração, versão de Shunryu Suzuki, nos Anos 90 [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/30/registro-do-poeta-allen-ginsberg-recitando-o-sutra-do-coracao-versao-de-shunryu-suzuki-nos-anos-90-video/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/01/30/registro-do-poeta-allen-ginsberg-recitando-o-sutra-do-coracao-versao-de-shunryu-suzuki-nos-anos-90-video/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 19:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Allen Ginsberg]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Shunryu Suzuki]]></category>
		<category><![CDATA[Sutra do Coração]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13849</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/sutradocoracao.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Eu memorizei a tradução de Suzuki do Prajna Paramita Sutra. Lentamente trabalhei uma entonação melódica pra ele. Acho que era (e canta&#8230;). Fiz algumas pequenas mudanças com Gelek Rinpoche mais tarde. Sem realização porque sem não-realização. Extremos de ponta cabeça ao invés de interpretações. Porque o que você quer dizer? Extremos de nihilismo ou extremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/sutradocoracao.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><blockquote><p>&#8220;Eu memorizei a tradução de Suzuki do Prajna Paramita Sutra. Lentamente trabalhei uma entonação melódica pra ele. Acho que era (e canta&#8230;). Fiz algumas pequenas mudanças com Gelek Rinpoche mais tarde. Sem realização porque sem não-realização. Extremos de ponta cabeça ao invés de interpretações. Porque o que você quer dizer? Extremos de nihilismo ou extremos da mente somente. Em 1968 eu fiquei realmente intrigado com a tradução de Suzuki-roshi. Meio que telegrafada, comparada com as outras que eu tinha lido. Tão suscinta. Então fui até ele e cantei pra ele e pedi sua permissão para cantá-la em público. Claro, ele disse. Adicionei uma pequena melodia americana e sabor ali. Usando inflexões e notas para enfatizar: sem sofrimento; sem causa de sofrimento. Muito como ópera (canta de novo). Também sem não-realização. Que eu achei emocionalmente ser o coração dele, de uma certa maneira. Então consegui a permissão dele para recitá-lo em público. Não sabia se eu ia brincar com algo que eu não entendia e apreciava. Achei que seria melhor contar a ele o que eu estava fazendo e que não faria nenhum grande estrago a ninguém. Ele foi muito gentil a esse respeito&#8221;.<br />
<strong>~ Allen Ginsberg</strong>, em <a href="http://www.cuke.com/Cucumber%20Project/interviews/Ginsberg.htm" target="_blank">entrevista ao site Crooked Cucumber</a> (data não-identificada)</p></blockquote>
<p>Segue abaixo esse registro raro do poeta americano <strong>Allen Ginsberg</strong> (1926-1997), um dos protagonistas da chamada Geração Beat, &#8220;cantando&#8221; uma versão em inglês do <strong>Sutra do Coração</strong> (&#8220;Prajñ&#257;p&#257;ramit&#257; H&#7771;daya&#8221;), parte dos Prajñ&#257;p&#257;ramit&#257; s&#363;tras, cânone central do Budismo Mahayana. Como o próprio Ginsberg revela, a versão de Suzuki-roshi foi alterada por ele levemente, e adicionada a entonação cântica que o vídeo mostra. A gravação foi feita no clube de Nova York chamado &#8220;Light, Wind &#038; Sound, e embora não tenha uma data oficial, há informações que apontam que ele tenha sido feito em 1993. </p>
<p>PARTE 1:</p>
<p><iframe width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/OvEKN8n6NAU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>PARTE 2:</p>
<p><iframe width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/F3IHndeKIGA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>//////////</p>
<p><strong>SUTRA DO CORAÇÃO</strong><br />
<a href="http://www.rockument.com/Haight/Prajna.html" target="_blank">Versão em inglês</a> de Shunryu Suzuki</p>
<p>MA KA HAN NYA HA RA MIT TA SHIN GYO<br />
Great Prajna Paramita Sutra</p>
<p>KAN JI ZAI BO SATSU GYO JIN HAN NYA HA RA MIT TA JI SHO KEN GO<br />
Avalokitesvara bodhisattva practice deep prajna paramita when perceive five</p>
<p>UN KAI KU DO ISSAI KU YAKU<br />
skandas all empty. relieve every suffering.</p>
<p>SHA RI SHI SHIKI FU I KU KU FU I SHIKI SHIKI<br />
Sariputra, form not different (from) emptiness. Emptiness not different (from) form. Form</p>
<p>SOKU ZE KU KU SOKU ZE SHIKE JU SO GYO SHIKI YAKU<br />
is the emptiness. Emptiness is the form. Sensation, thought, active substance, consciousness, also</p>
<p>BU NYO ZE<br />
like this.</p>
<p>SHA RI SHI ZE SHO HO KU SO FU SHO FU METSU FU KU FU JO<br />
Sariputra, this everything original character; not born, not annihilated not tainted, not pure,</p>
<p>FU ZO FU GEN ZE KO KU CHU MU SHIKI MU JU SO GYO<br />
(does) not increase, (does) not decrease. Therefore in emptiness no form, no sensation, thought, active substance,</p>
<p>SHIKI MU GEN NI BI ZETS SHIN NI MU SHIKI SHO KO MI SOKU HO MU GEN<br />
consciousness. No eye, ear, nose, tongue, body, mind; no color, sound, smell, taste, touch, object; no eye,</p>
<p>KAI NAI SHI MU I SHIKI KAI MU MU MYO YAKU MU MU MYO<br />
world of eyes until we come to also no world of consciousness; no ignorance, also no ignorance</p>
<p>JIN NAI SHI MU RO SHI YAKU MU RO SHI JIN MU KU SHU<br />
annihilation, until we come to no old age, death, also no old age, death, also no old age, death, annhilation of no suffering, cause of suffering,</p>
<p>METSU DO MU CHI YAKU MU TOKU I MU SHO TOK KO BO DAI SAT TA E<br />
nirvana, path; no wisdom, also no attainment because of no attainment. Bodhisattva depends on</p>
<p>HAN NYA HA RA MIT TA KO SHIN MU KE GE MU KE GE KO MU U KU FU ON RI<br />
prajna paramita because mind no obstacle. Because of no obstacle no exist fear; go beyond</p>
<p>I SSAI TEN DO MU SO KU GYO NE HAN SAN ZE SHO BUTSU E HAN<br />
all (topsy-turvey views) attain Nirvana. Past, present and future every Buddha depend on prajna</p>
<p>NYA HA RA MIT TA KO TOKU A NOKU TA RA SAN MYAKU SAN BO DAI<br />
paramita therefore attain supreme, perfect, enlightenment.</p>
<p>KO CHI HAN NYA HA RA MIT TA ZE DAI JIN SHU ZE DAI MYO SHU<br />
Therefore I know Prajna paramita (is) the great holy mantram, the great untainted mantram,</p>
<p>ZE MU JO SHU ZE MU TO DO SHU NO JO IS SAI KU SHIN JITSU FU KO<br />
the supreme mantram, the incomparable mantram. Is capable of assuaging all suffering. True not false.</p>
<p>KO SETSU HAN NYA HA PA MIT TA SHU SOKU SETSU SHU WATSU<br />
Therefore he proclaimed Prajna paramita mantram and proclaimed mantram says</p>
<p>GYA TE GYA TE HA RA GYA TE HA RA SO GYA TE BO DHI SO WA KA<br />
gone, gone, to the other shore gone, reach (go) enlightenment accomplish.</p>
<p>HAN NYA SHIN GYO</p>
<p>NEGA WA KU WA KO NO KU DO KU O MOTTE A MA NE KU ISSAI NI OYO<br />
What we pray, this merit with universally all existence Pervade,</p>
<p>BO SHI WARE RA TO SHU JO TO MI NA TO MO NI BUTSUDO O JYO ZEN KO TO<br />
we and sentient being all with Buddhism achieve</p>
<p>this (What I pray is that this merit pervade universally and we Buddhists and all sentient beings achieve<br />
Buddhism.)</p>
<p>JI HO SAN SHI I SHI HU SHI SON BU SA MO KO SA<br />
Ten directions past, present and future all Buddhas The world honoured one. Bodhisattva, great Bodhisattva,</p>
<p>MO KO HO JA HO RO MI<br />
great Prajna-paramita.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/01/30/registro-do-poeta-allen-ginsberg-recitando-o-sutra-do-coracao-versao-de-shunryu-suzuki-nos-anos-90-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os 33 Nomes de Deus (e outros mais), por Rubem Alves: &#8220;Ás vezes me perguntam se acredito em Deus&#8221;&#8230;</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/26/os-33-nomes-de-deus-e-outros-mais-por-rubem-alves-as-vezes-me-perguntam-se-acredito-em-deus/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/01/26/os-33-nomes-de-deus-e-outros-mais-por-rubem-alves-as-vezes-me-perguntam-se-acredito-em-deus/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[frases & reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[deus]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Alves]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13652</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/abelha33.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Mais um belo e inspirado texto da série do Quarto de Badulaques (LXXX), de Rubem Alves. Num estilo que lembra vagamente o tom de gratidão natural de Manoel de Barros, o texto de Rubem Alves cita Marqueritte Yourcenar, escritora belga e primeira mulher eleita à Academia Francesa de Letras, em 1980. Não é um compêndio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/abelha33.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Mais um belo e inspirado texto da série do <strong>Quarto de Badulaques</strong> (<a href="http://www.rubemalves.com.br/quartodebadulaquesLXXX.htm" target="_blank">LXXX</a>), de <strong>Rubem Alves</strong>. Num estilo que lembra vagamente o tom de gratidão natural de Manoel de Barros, o texto de Rubem Alves cita <strong>Marqueritte Yourcenar</strong>, escritora belga e primeira mulher eleita à Academia Francesa de Letras, em 1980. Não é um compêndio de provas sobre a existência de Deus (ou será que é?), é um poema de gratidão por aspectos manifestados da beleza da existência, cuja procedência e criação ainda é alvo de debate na comunidade humana (rs). Neste texto importa pouco, porque o acreditar de Rubem Alves é um verbo com mais sentido de apreciar e contemplar agradecidamente do que qualquer outra coisa. </p>
<p>Segue o texto, que está publicado originalmente no site oficial do autor, em <a href="http://www.rubemalves.com.br/" target="_blank">rubemalves.com.br</a>. </p>
<p>//////////</p>
<p><strong>Os Trinta e Três Nomes de Deus</strong><br />
Por <em>Rubem Alves</em></p>
<p>&#8220;De vez em quando perguntam-me se acredito em Deus. Mas é claro. Acredito mais que a maioria das pessoas. Tenho até trinta e três nomes para ele. Esses nomes foi a Margueritte Yourcenar que me contou. Ela foi uma escritora maravilhosa, autora do livro Memórias de Adriano, quem lê nunca mais esquece, quer ler de novo. Pois esses são os trinta e três nomes de Deus que ela me ensinou. É só falar o nome, ver na imaginação o que o nome diz, para que a alma se encha de uma alegria que só pode ser um pedaço de Deus&#8230; Mas é preciso ler bem devagarinho&#8230; 1.Mar da manhã. 2.Barulho da fonte nos rochedos sobre as paredes de pedra. 3.Vento do mar de noite, numa ilha&#8230; 4.Abelha. 5.Vôo triangular dos cisnes. 6. Cordeirinho recém-nascido&#8230;. 7.Mugido doce da vaca,  mugido selvagem do touro. 8.Mugido paciente do boi. 9. Fogo vermelho no fogão. 10.Capim. 11.Perfume do capim. 12.Passarinho no céu. 13.Terra boa&#8230; 14.Garça que esperou toda a noite, meio gelada, e que vai  matar sua fome no nascer do sol. 15. Peixinho que agoniza no papo da garça. 16. Mão que entra em contato com as coisas. 17.A pele, toda a superfície do corpo 18. O olhar e tudo o que ele olha. 19.As nove portas da percepção. 20.O torso humano. 21.O som de uma viola e de uma flauta indígena.  22.Um gole de uma bebida fria ou quente. 23.Pão. 24.As flores que saem da terra na primavera. 25.Sono na cama. 26. Um cego que canta e uma criança enferma. 27. Cavalo correndo livre. 28.A cadela e os cãezinhos. 29.Sol nascente sobre um lago gelado. 30.O relâmpago silencioso. 31. O trovão que estronda. 32.O silêncio entre dois amigos. 33.A voz que vem do leste, entra pela orelha direita e ensina uma canção&#8230;”  Agradeço ao Carlos Brandão por haver me apresentado os trinta e três nomes de Deus da Margueritte. Não é preciso que sejam os seus. Faça a sua própria lista. Eu incluiria: Ouvir a sonata Apassionata de Beethoven. Sapos coaxando no charco. O canto do sabiá. Banho de cachoeira. A tela “Mulher lendo uma carta”, de Vermeer. O sorriso de uma criança. O sorriso de um velho. Balançar num balanço tocando com o pé as folhas da árvore&#8230; Morder uma jabuticaba&#8230; Todas essas coisas são os pedaços de Deus que conheço&#8230; Sim, acredito muito em Deus&#8221;.</p>
<p>//////////</p>
<p>Foto de <em>Ewok Jorduman</em> (licença de uso <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/" target="_blank">BY-NC-SA</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/01/26/os-33-nomes-de-deus-e-outros-mais-por-rubem-alves-as-vezes-me-perguntam-se-acredito-em-deus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Siddharta, o filme sobre busca espiritual baseado na obra de Hermann Hesse, na íntegra no YouTube [FILME]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/25/siddharta-o-filme-sobre-a-vida-de-buda-baseado-na-obra-de-hermann-hesse-na-integra-no-youtube-filme/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/01/25/siddharta-o-filme-sobre-a-vida-de-buda-baseado-na-obra-de-hermann-hesse-na-integra-no-youtube-filme/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 19:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[buda]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13809</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/siddharta.png&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Siddharta&#8220;, uma das principais obras inspiradas na busca espiritual de Siddhartha, personagem inspirado no Buda histórico (&#8220;Siddhartha Gautama&#8221;) e adaptação da obra do escritor alemão Hermann Hesse (1877-1962), publicado pela primeira vez em 1922, está na íntegra no YouTube com legendas em português e com boa qualidade, 360p. Além de ser uma importante obra que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/siddharta.png&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>&#8220;<strong>Siddharta</strong>&#8220;, uma das principais obras inspiradas na busca espiritual de Siddhartha, personagem inspirado no Buda histórico (&#8220;Siddhartha Gautama&#8221;) e adaptação da obra do escritor alemão <strong>Hermann Hesse</strong> (1877-1962), publicado pela primeira vez em <strong>1922</strong>, está na íntegra no YouTube com legendas em português e com boa qualidade, 360p. Além de ser uma importante obra que explora o caminho da busca da verdade e da iluminação do Buda num personagem que leva seu primeiro nome original, o filme também é bastante elogiado pela cinematografia de <strong>Sven Nykvist</strong> (ganhador de 2 Oscars)*.</p>
<p>Segue o filme (<strong>1h22min</strong>):</p>
<p><iframe width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/MBO5Unr6QGw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>* OBS.</strong>: Este post foi editado para corrigir e adicionar a informação que o Siddhartha retratado neste filme tem inspiração (e de forma clara homenageia) mas não é o próprio Buda histórico (que aparece em uma das sequências em contato com o próprio Siddhartha). É importante notar que o filme não é um documentário, e sim uma ficção baseado no romance de Hermann Hesse &#8211; ainda que este seja uma história de busca espiritual similar à de Buda, que viveu na época de Buda, que leva o primeiro nome histórico de Buda e que contem ensinamentos como os que o próprio Buda cunhou e seguiu durante a vida (ex: &#8220;não acredite em nada que lhe falem, nem nas escrituras, nem em mestre&#8221;).</p>
<p>//////////</p>
<p>Compartilhado por <em>Monge Ryozan</em>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/01/25/siddharta-o-filme-sobre-a-vida-de-buda-baseado-na-obra-de-hermann-hesse-na-integra-no-youtube-filme/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;30 Lições Para Viver&#8221; [PARTE 2]: Gert Panem, 101 anos, e outros depoimentos em vídeo estão no YouTube</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-parte-2-gert-panem-101-anos-e-outros-depoimentos-em-video-estao-no-youtube/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-parte-2-gert-panem-101-anos-e-outros-depoimentos-em-video-estao-no-youtube/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 15:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13758</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/30licoes2.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Algumas das centenas de entrevistas que foram para o livro &#8220;30 Lições para Viver&#8221; (veja post anterior), do gerontologista e professor americano Karl Pillimer, fazem parte do Cornell Legacy Project e estão disponíveis no YouTube. São mais de 15 entrevistas em clipes geralmente de 1 minuto, à exceção do da entrevista de Gert Panem, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/30licoes2.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p><a href="http://www.nytimes.com/interactive/2012/01/10/health/20120110_brody.html?ref=health"><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/30licoesnyt.jpg" alt="" title="30licoesnyt" width="560" height="300" style="padding-bottom: 10px; clear: both" /></a></p>
<p>Algumas das centenas de entrevistas que foram para o livro &#8220;<strong>30 Lições para Viver</strong>&#8221; (veja <a href="http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-livro-do-medico-reune-conselhos-de-vida-dos-mais-velhos-video/">post anterior</a>), do gerontologista e professor americano <strong>Karl Pillimer</strong>, fazem parte do Cornell Legacy Project e estão <a href="http://www.youtube.com/user/CornellLegacyProject" target="_blank">disponíveis no YouTube</a>. São mais de 15 entrevistas em clipes geralmente de 1 minuto, à exceção do da entrevista de <strong>Gert Panem</strong>, de <strong>101 anos</strong>, que tem <strong>3 minutos</strong>, e é uma preciosidade que este blog recomenda. Uma das entrevistadoras que ajudou a produzir o livro, <strong>Vanessa McCaffery</strong>, diz que &#8220;nos conectamos com essas pessoas de uma maneira que a gente não espera&#8221;.</p>
<p><strong>Seis</strong> dos clipes do Legacy Project foram selecionados pelo jornal <strong>The New York Times</strong> para ilustrarem, numa página interativa, algumas das lições que o livro traz. Para acessar a página do NYT, vá para &#8220;<a href="http://www.nytimes.com/interactive/2012/01/10/health/20120110_brody.html?ref=health" target="_blank">The Lessons of Life</a>&#8220;.</p>
<p>O depoimento de <strong>Gert Panem</strong> está no <strong>vídeo</strong> abaixo (sem legendas):</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ZuRJa0DHgYU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-parte-2-gert-panem-101-anos-e-outros-depoimentos-em-video-estao-no-youtube/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;30 Lições Para Viver&#8221;: livro do médico reúne conselhos de vida dos mais velhos [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-livro-do-medico-reune-conselhos-de-vida-dos-mais-velhos-video/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-livro-do-medico-reune-conselhos-de-vida-dos-mais-velhos-video/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13747</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/30licoesdevida.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Cerca 1.500 pessoas de 70 a 100 anos foram entrevistadas pelo gerontologista Karl Pillemer, professor de desenvolvimento humano na Cornell University (EUA), para a criação do livro &#8220;30 Lessons for Living &#8211; Tried And True Advice From The Wisest Americans&#8221; (30 Lições para Viver &#8211; Conselhos Verdadeiros e Testados dos Americanos Mais Sábios), lançado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/30licoesdevida.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p><strong>Cerca 1.500 pessoas de 70 a 100 anos</strong> foram entrevistadas pelo gerontologista <strong>Karl Pillemer</strong>, professor de desenvolvimento humano na Cornell University (EUA), para a criação do livro &#8220;<strong>30 Lessons for Living &#8211; Tried And True Advice From The Wisest Americans</strong>&#8221; (<em>30 Lições para Viver &#8211; Conselhos Verdadeiros e Testados dos Americanos Mais Sábios</em>), lançado em novembro passado nos Estados Unidos e com uma coletânea de sabedorias dos &#8220;americanos mais sábios&#8221;, aqueles com mais idade, mais experiências de vida e com boas visões sobre seus próprios caminhos. &#8220;Todas essas experiências lhes tornaram especialistas incríveis em como renegociar os problemas da vida&#8221;, diz Karl, que sintetizou as lições em grandes temas como família, trabalho, casamento, envelhecimento, arrependimentos, entre outros. Um <strong>vídeo</strong> (3min43seg) com alguns trechos e palavras do autor segue abaixo, legendado em português.</p>
<p>O jornal <strong>The New York Times</strong> publicou uma matéria sobre o lançamento do livro semana passada (&#8220;<a href="http://www.nytimes.com/2012/01/10/health/elderly-experts-share-life-advice-in-cornell-project.html" target="_blank">Advice From Life’s Graying Edge on Finishing With No Regrets</a>&#8220;) e resumiu em poucos parágrafos algumas da lições, três deles traduzidos abaixo: </p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>SOBRE O CASAMENTO</strong> Um casamento satisfatório que dure a vida inteira é mais provável de acontecer quando parceiros são <strong>fundamentalmente parecidos e compartilham os mesmos valores e objetivos básicos</strong>. Apesar do amor romântico inicialmente reunir a maioria dos casais, o que os mantém juntos é uma amizade crescente, a habilidade de se comunicar, a vontade de dar e receber, e o compromisso com a instituição do casamento assim como um ao outro. Uma mulher de 89 anos que se mostrou feliz de ter mantido seu casamento mesmo quando o comportamento do seu marido era prejudicado por seu serviço militar disse: &#8220;Cada vez mais jovens hoje estão desistindo cedo demais, rápido demais&#8221;.<br />
<br />
<strong>SOBRE CARREIRA</strong> Nenhuma pessoa em mais de mil disse que a felicidade veio de trabalhar tão duro quanto você pode pra fazer dinheiro para comprar o que você quisesse. Ao invés disso, a versão quase universal foi resumida por um ex-atleta de 83 anos que trabalhou décadas como um recrutador e técnico de esportes: “<strong>A coisa mais importante é estar envolvido com uma profissão que você ame absolutamente, uma que você queira ir pro trabalho todo dia</strong>.” Apesar de poder levar um tempo pra você chegar a esse trabalho ideal, você não deveria desistir de procurar pelo que lhe faz feilz. Enquanto isso, se você está preso a um trabalho ruim, tente fazer o máximo para mudar e evoluir. E tenha em mente que uma promoção pode ser honrosa e lucrativa mas não vale a pena se te leva pra longe do que você mais gosta.<br />
<br />
<strong>SOBRE OS PAIS</strong> As exigências da vida moderna geralmente tem um efeito negativo na vida familiar, especialmente quando os objetivos econômicos limitam o tempo que os pais passam com os filhos. <strong>O mais importante, dizem os mais velhos, é passar mais tempo com seus filhos</strong>, mesmo que você deva se sacrificar para isso. Esteja com eles nas atividades deles, e faça as coisas que lhes interessam. Tempo gasto juntos permite aos pais detectar problemas e ensinar valores importantes&#8221;. (&#8230;)</p></blockquote>
<p>Segue o vídeo, com legendas em português. Para ativar as legendas, clique em &#8220;Select Language&#8221; abaixo do vídeo (caso o vídeo não apareça, recarregue esta página ou use <a href="http://www.universalsubtitles.org/en/videos/F2qfJC4pOxED/info/30%20Lessons%20For%20Living/" target="_blank">este link alternativo</a>).</p>
<p><script type="text/javascript" src="http://s3.www.universalsubtitles.org/embed.js">
(
  {"video_url": "http://vimeo.com/27947067"}
)
</script></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-livro-do-medico-reune-conselhos-de-vida-dos-mais-velhos-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lahiri Mahasaya: &#8220;perdemos nossa reverência à natureza; queremos apenas forçá la a nos servir&#8221;</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/23/lahiri-mahasaya-perdemos-nossa-reverencia-a-natureza-queremos-apenas-forca-la-a-nos-servir/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2012/01/23/lahiri-mahasaya-perdemos-nossa-reverencia-a-natureza-queremos-apenas-forca-la-a-nos-servir/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 20:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Lahiri Mahasaya]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Paramahansa Yogananda]]></category>
		<category><![CDATA[yoga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dharmalog.com/?p=13714</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/lahirikriya.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Palavras para reflexão (e ação) de Lahiri Mahasaya (1828-1895), mestre de Sri Yukteswar Giri (1855-1936), que por sua vez foi Mestre de Paramahansa Yogananda (1893-1952), sobre como o homem se afastou de uma atitude de gratidão e reverência da natureza por causa de sua motivação simplista de utilidade e exploração. Lahiri Mahasaya foi um grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/lahirikriya.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Palavras para reflexão (e ação) de <strong>Lahiri Mahasaya</strong> (1828-1895), mestre de <strong>Sri Yukteswar Giri</strong> (1855-1936), que por sua vez foi Mestre de <strong>Paramahansa Yogananda</strong> (1893-1952), sobre como o homem se afastou de uma atitude de gratidão e reverência da natureza por causa de sua motivação simplista de utilidade e exploração. Lahiri Mahasaya foi um grande mestre de <strong>Kriya Yoga</strong>, que &#8220;enfatiza a integração da consciência separativa (gerada pelo continuo movimento dos pensamentos) com um estado desperto (fora da dimensão gerada pela constante maquinação da mente) através de acções de percepção e não através de actividades de conceptualização&#8221; (<a href="http://www.kriyayogalahiri.com/htmlpr/kriyayoga-lore.htm" target="_blank">kriyayogalahiri.com</a>).</p>
<blockquote><p>&#8220;Por detrás de todas as manifestações fenoménicas, marulha o Infinito, o Oceano de Poder. A sede de actividade mundana mata em nós o senso de reverência espiritual. Deixamos de perceber a Grande Vida oculta por detrás de todos os nomes e formas porque a ciência moderna nos diz como utilizar os poderes da Natureza. A familiaridade com a Natureza fez nascer o desprezo pelos seus segredos últimos; a nossa relação com ela é de carácter prático. Nós importunamo-la, digamos assim, para descobrir de que modo podemos forçá-la a servir os nossos propósitos; tiramos proveito das suas energias, cuja Fonte ainda permanece desconhecida. Em Ciência, a nossa relação com a Natureza é semelhante à que existe entre um homem arrogante e a sua criada; ou, em sentido filosófico, a Natureza é como um cativo no banco das testemunhas. Nós interrogamo-la repetidas vezes, provocámo-la, e minuciosamente pesamos o seu depoimento em balanças humanas incapazes de medir os seus valores ocultos.</p>
<p>Por outro lado, quando o ser se acha em comunhão com uma energia mais sublime, a natureza obedece à vontade do homem automaticamente, sem nenhum esforço ou tensões. Incapaz de entender como isso acontece, o materialista considera esse domínio sobre a natureza algo´milagroso`.&#8221;<br />
~ <strong>Lahiri Mahasaya</strong></p></blockquote>
<p>PS: Depois de ler as palavras de Lahiri Mahasaya, me lembrei de um post que contém um <strong>vídeo muito bonito</strong> sobre as energias da natureza, especificamente das <strong>árvores</strong>, publicado aqui ano passado: &#8220;<a href="http://dharmalog.com/2011/02/21/pra-contemplar-arvores-natureza/">Pra contemplar as árvores e a natureza [bônus]: “Há muito muito tempo, era tudo muito quieto…” [VÍDEO]</a>&#8220;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dharmalog.com/2012/01/23/lahiri-mahasaya-perdemos-nossa-reverencia-a-natureza-queremos-apenas-forca-la-a-nos-servir/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

