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	<title>_ dharmalog &#187; top posts</title>
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		<title>A vida pode ser um goleiro no fim do dia</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 01:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Andando numa rua movimentada de Laranjeiras no fim do dia, reclamo da vida pruma amiga. Três passos depois, um animado garoto de uns 9 anos, vestido de uniforme de colégio, coloca uma bola de futebol na minha frente, dá uns passos para trás posando de goleiro e sorri pra mim. Minha amiga: &#8220;ó!&#8221;. Sacando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andando numa rua movimentada de Laranjeiras no fim do dia, reclamo da vida pruma amiga. Três passos depois, um animado garoto de uns 9 anos, vestido de uniforme de colégio, coloca uma bola de futebol na minha frente, dá uns passos para trás posando de goleiro e sorri pra mim. Minha amiga: &#8220;ó!&#8221;. Sacando o instantâneo milagre ali na minha frente, fui lá, fiz a pose de atacante e chutei feliz pro garoto defender. Outro sorriso.</p>
<p>A vida é realmente uma aula.</p>
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		<title>The Daily Mind @ the Scariest Place on Earth</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 16:33:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num post intitulado &#8220;The Scariest Place on Earth: How to Conquer Your Fears &#038; Develop Bravery&#8220;, o The Daily Minder fala sobre os nossos medos de cada vida, assunto universal que transcende filosofia, psicanálise, religião, sistema espiritual, cervejas e bares da esquina. Além do post, uma das coisas mais legais são as respostas que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num post intitulado &#8220;<a href="http://thedailymind.com/how-to/the-scariest-place-on-earth-how-to-conquer-your-fears-develop-bravery/">The Scariest Place on Earth: How to Conquer Your Fears &#038; Develop Bravery</a>&#8220;, o <strong>The Daily Minder</strong> fala sobre os <strong>nossos medos</strong> de cada vida, assunto universal que transcende filosofia, psicanálise, religião, sistema espiritual, cervejas e bares da esquina. Além do post, uma das coisas mais legais são as respostas que o <strong>The Daily Minder</strong> publica para várias pessoas nos comentários (inclusive a uma minha, que segue abaixo) por serem rápidas e bem explicadas, o que denota real dedicação ao tópico e à conversa. Como diz o evangelho da web 2.0, &#8220;<strong>conversation is king</strong>&#8221; (<em>Content is just something to talk about</em> ~ Cory Doctorow<a href="http://www.boingboing.net/2006/10/10/disney-exec-piracy-i.html">*</a>).</p>
<p><a href="http://thedailymind.com/how-to/the-scariest-place-on-earth-how-to-conquer-your-fears-develop-bravery/"><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/thedailymind_comments161008.gif" alt="" title="thedailymind_comments161008" width="499" height="696" class="alignnone size-full wp-image-5544" /></a></p>
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		<title>Wei Wu Wei: O que nós temos que fazer?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 18:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[What do you have to do? Pack your bags, Go to the station without them, Catch the train, And leave your self behind. ~ Open Secret by Wei Wu Wei]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>What do you have to do? Pack your bags, Go to the station without them, Catch the train, And leave your self behind.<br />
<strong>~ Open Secret by Wei Wu Wei</strong></p></blockquote>
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		<title>Friend Connect, primeiras impressões</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 14:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google lançou na segunda (12) à noite o Friend Connect (beta), uma iniciativa dirigida a quem possui sites e participa de redes sociais que permite entrelaçar de modo fácil e significativo praticamente todas as suas publicações e atividades sociais realizadas em quaisquer sites existentes na Internet (e conectados à iniciativa) no seu próprio site. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://www.ingridmichaelson.com/ilike/' title='Minha participação como um connected friend no site da Ingrid Michaelson'><img src='http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/friendconnect_ingridmichaelson.jpg' alt='Minha participação como um connected friend no site da Ingrid Michaelson' border='0' /></a></p>
<p>O <strong>Google</strong> <a href="http://googleblog.blogspot.com/2008/05/friend-connected-web.html">lançou na segunda</a> (12) à noite o <strong><a href="http://www.google.com/friendconnect">Friend Connect</a></strong> (beta), uma iniciativa dirigida a quem possui sites e participa de redes sociais que permite entrelaçar de modo fácil e significativo praticamente todas as suas publicações e atividades sociais realizadas em quaisquer sites existentes na Internet (e conectados à iniciativa) no seu próprio site. O principal ponto aparente é <strong>atrair mais usuários</strong> para esses sites (&#8220;<em>Google Friend Connect lets you grow traffic by easily adding social features to your website</em>&#8220;), mas se eu entendi bem e depois de uma breve experiência num dos sites-exemplo acredito que a potência desse serviço é (bem) maior. O serviço é apresentado como produto de auxílio a websites, como um Google Analytics, mas deve ser um dos braços principais do <strong><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&#038;ct=res&#038;cd=1&#038;url=http%3A%2F%2Fcode.google.com%2Fapis%2Fopensocial%2F&#038;ei=_FcqSPG6C5mIiwHGu8z6CA&#038;usg=AFQjCNG-IDYnwnyYm2b1_gBuuouTveNHxA&#038;sig2=JNctRc3abgyeK3n3d3Agaw">OpenSocial</a></strong> (de quem o Friend Connect já herda funcionalidades) e ainda pode ir além, ajudando a transformar site ilhados em bons conectores sociais, impulsionando as conexões pessoais baseadas em contextos e transformando links frios em colaborações ativas. Alguns sites e serviços já fazem isso, é verdade, mas nenhum deles é uma iniciativa aberta universalista, com capacidade para abranger quaisquer conteúdos (igualmente abertos e universalistas).</p>
<p>Por exemplo, no site da <strong><a href="http://www.ingridmichaelson.com/ilike/">Ingrid Michaelson</a></strong> (imagem acima), é possível <strong>se logar</strong>, <strong>deixar mensagens no Message Board</strong> e <strong>dar &#8220;iLike&#8221;</strong> nas músicas individualmente. Ok, até aí nenhuma novidade. A diferença está na comunicação com o site original, com suas redes sociais e com seus amigos de qualquer rede social. Nas configurações da conta, você pode conectar seu login ao <strong>Facebook, Orkut, Gtalk</strong> e <strong>Hi5</strong>. Teoricamente, quando eu faço qualquer coisa neste site qualquer uma dessas quatro redes sociais (e futuros sites também) receberão a informação e publicarão dentre minhas atividades, mas, na prática, por enquanto, apenas o Orkut faz isso. Teoricamente, também, quando eu clico em &#8220;iLike&#8221; numa música <strong>o badge deveria enviar a informação para ser computada em iLike.com</strong>, mas isso não foi feito desta vez. Talvez por ainda ser beta, talvez por falha do badge (o Google não controla suas funcionalidades) ou talvez porque não haja, ainda, uma instância para eu cruzar meu login no Friend Connect com o site do iLike. Se houver essa conexão no futuro planejado do Friend Connect, aí tudo bem, significa que eu entendi o serviço. Do contrário, será uma falha tão capital que não vejo o Google deixando passar em branco.</p>
<p>Pelo que vi, o serviço funcionando 100% tem um pouco de data portability, mas é mais uma espécie de &#8220;<strong>open push socialcasting</strong>&#8220;.</p>
<p>De qualquer maneira, as primeiras impressões são <strong>muito limitadas</strong>, primeiro porque se restringe a experimentar como usuário externo (e não como dono de site), e segundo porque há poucos tipos de badges disponíveis e eles mesmos têm suas limitações evidentes. Além do que, o próprio serviço está em beta, então eu realmente me apressei, porque durante algum tempo trabalhei muito perto de social network e senti que o Friend Connect é uma boa iniciativa, apesar dos diversos problemas de informação e uso. Em breve, podendo usar o serviço como autor de site, poderei ter uma impressão mais acurada.</p>
<p>Alguns dos <strong>pontos positivos</strong> nessas primeiras impressões:<br />
&#8226;<strong> Todo site pode virar um mini-dashboard</strong> de rede social, podendo ter as atividades não somente suas, mas de todos os conectados por aquele &#8220;assunto&#8221;;<br />
&#8226; <strong>Todo site pode virar um &#8220;sugeridor&#8221;</strong> de novos amigos e novos sites relacionados (o que hoje o Facebook tem como &#8220;people you may know&#8221;, por exemplo, poderiam estar também nos sites que usam Friend Connect);<br />
&#8226; Sua rede de amigos fica <strong>portátil</strong> para qualquer contexto (que tenha um site conectado), e você escolhe qual nível quer convidar;<br />
&#8226; Os badges viram <strong>links realmente sociais, interativos e inter-conectados</strong> não só aos seus sites originais, mas à todas as pessoas e redes potenciais;<br />
&#8226; Os sites pessoais voltariam a ter tanto ou mais poder de atrair a atenção, fazendo de fato o que os <strong>linkbacks</strong> tentaram (e ainda tentam) por contexto, e <strong>estendendo o alcance das redes sociais</strong> de uma maneira menos estática;<br />
&#8226; Diferentemente dos dashboards das redes sociais, esses badges de intercomunicação entre sites <strong>podem levar todo o conteúdo </strong>(como se fosse o &#8220;feed completo&#8221;) das atividades, e não somente chamadas genéricas ou teasers;<br />
&#8226; Demonstra como a Web flui melhor quando é inerentemente aberta, livre e&#8230; &#8220;interconectada&#8221; (doh!);<br />
&#8226; O Friend Connect pode resolver a promessa de muitos serviços que pretendem trazer <strong>os comentários que você faz em outros sites</strong> para o seu próprio site;<br />
&#8226; Enfraquece parte do conceito de sites de redes sociais &#8220;per se&#8221; e fortalece os sites individuais ou pessoais que estão conectados a elas;<br />
&#8226; Ele é a solidicação no <em>frontend</em> do mesmo objetivo que permeia a <strong>web semântica</strong>, e reforça sua necessidade;<br />
&#8226; <strong>Não depende</strong> de nenhuma conexão ou compatibilidade especial dos sites, basta a inserção do código pelo dono do site, e a adesão das redes sociais.<br />
&#8226; <strong>Não depende da construção da popularidade</strong> para ser eficiente e dar certo, pois ele apenas conecta instâncias já existentes.<br />
&#8226; Transfere parcialmente o poder de publicação das atividades nos sites pessoais aos <strong>visitantes colaboradores</strong> e não ao somente autor do site (é a regra das redes sociais);<br />
&#8226; Transfere os conteúdos colaborativos e sociais para <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing"><strong>as nuvens</strong></a>.</p>
<p>Alguns <strong>pontos fracos</strong>:<br />
&#8226; Depende das pessoas se conectarem e <strong>permitirem os acessos cruzados</strong> das suas atividades;<br />
&#8226; Esbarra na <strong>usabilidade dos badges</strong>, que não são construídos nem padronizados pelo Google;<br />
&#8226; Esbarra na <strong>usabilidade da interação dos badges com as páginas</strong> em que estão inseridos, principalmente nas questões das navegações entre páginas, refresh e interface visual (mas podem aparecer inúmeros outros problemas);<br />
&#8226; Aparentemente os dados <strong>não são todos trocados por APIs</strong>, mas por iFrames, o que não configura exatamente data portability;<br />
&#8226; Não vi onde foram parar minhas atividades e informações (além do site em que publiquei), talvez tenha que ter um repositório para controle e edição?;<br />
&#8226; A <strong>falta de estruturação dos dados</strong> e de controle das atividades de cada pessoa pode ser um fator individual letal para o serviço;<br />
&#8226; Há que se analisar o <strong>efeito dos &#8220;invites&#8221; em grande volume</strong>, e se eles chegarão como &#8220;request web&#8221; (como é o padrão da maioria das redes sociais) ou por email;<br />
&#8226; Talvez haja algum tilt nos apps do Friend Connect e os comentários dos blogs, que não são tão sociais (mesmo os com pingback);<br />
&#8226; Justamente por aumentar o poder das nuvens, vários conteúdos poderão &#8220;<strong>desaparecer</strong>&#8221; pelo comando individual das pessoas que colaboram nos sites, afetando vários instâncias dos sites pessoais e fora do poder dos seus donos.</p>
<p>P.S.: <a href="http://scobleizer.com/2008/05/14/did-andreessen-miss-the-point-of-googles-friend-connect/">Robert Scoble</a> e <a href="http://blog.pmarca.com/2008/05/friend-connect.html">Marc Andreesen</a> têm posts interessantes sobre o Friend Connect.</p>
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		<title>O não-dark side da Apple de Steve Jobs</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 02:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Wired publicou uma série de matérias tentando explicar como funciona o &#8220;dark side&#8221; da Apple &#8211; Breaking the Rules: Apple Succeeds By Defying 5 Core Valley Principles, How Apple Got Everything Right By Doing Everything Wrong, Management Techniques From the Dark Side &#8211; ou melhor, como a Apple consegue ser tão bem-sucedida indo contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Wired</strong> publicou uma série de matérias tentando explicar como funciona o &#8220;<strong>dark side</strong>&#8221; da <strong>Apple</strong> &#8211; <a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-04/bz_apple_rules">Breaking the Rules: Apple Succeeds By Defying 5 Core Valley Principles</a>, <a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-04/bz_apple">How Apple Got Everything Right By Doing Everything Wrong</a>, <a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-04/bz_darkside">Management Techniques From the Dark Side</a> &#8211; ou melhor, como a Apple consegue ser tão bem-sucedida indo contra tendências modernas de desenvolvimento de serviços, produtos e empresas. </p>
<p>Tem até <a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-04/bz_apple_smackdown">uma brincadeirinha</a> com Fake Steve Jobs.</p>
<p>Não conheço a Apple como a Wired, mas até onde sei me parece que ela é bem sucedida porque, apesar dos métodos não muito aplaudidos, ela é comandada por <strong>Steve Jobs</strong>, que é um profissional brilhante. É uma cultura fechada top-down que dá certo porque o cara que tá no topo da pirâmide é o faraó, o sacerdote e o escriba-mor, e tem a clarevidência de um Rá da tecnologia. Sem ele não existiria iPod, nem iPhone, nem Macbook, nem Air, nem o que virá. </p>
<p>E, ao contrário do que a estratégia iTunes e de seus recentes problemas de marketing e hardware dão a entender, a Apple essencialmente <strong>não é uma empresa do dark side</strong>. Aposto que vai enfrentar problemas a longo prazo com o <strong>Android</strong> e outros produtos mais abertos e estrategicamente integrados, mas o que ela oferece têm sempre uma característica de clareza e facilidade que beneficiam o entendimento, a produtividade e o bem-estar, coisas que dão sentido benéfico à tecnologia. A empresa consegue 1) ser <strong>muito ágil</strong> na criação e lançamento de seus produtos, meta tão perseguida em Sillicon Valley e que justamente criou parte dos métodos e características da web2.0, e ainda assim 2) têm uma cultura de lançar produtos inacabados, prontos para receberem <strong>upgrades consecutivos</strong>, 3) agora terão relativa <strong>colaboração</strong> (controlada, no Apple Touch) e, obviamente, 4) tem produtos que <strong>superam de longe</strong> seus pares nascidos no Sillicon Valley, entre eles o melhor smartphone do mercado em experiência de uso e acesso à Internet, e o primeiro notebook focado em leveza e era móvel, que se atreveu sair à rua sem drive de DVD e apenas 1 USB. </p>
<p>Consigo ver a influência do lado budista de Steve Jobs nesses produtos mais recentes da Apple, que têm quase uma característica meditativa, de brancura, foco e tranquilidade. A <strong>Apple é zen</strong> &#8211; e o zen, como Jobs, é rigoroso, atento aos detalhes e têm a &#8220;jóia perfeita&#8221; como seu mantra principal. E o guru, na hora de difundir o dharma, <a href="http://video.aol.com/video-detail/why-does-steve-jobs-wear-the-same-outfit/3513535839">veste preto</a>. </p>
<p><strong>Update</strong>: Vale a pena ler o post do <strong>Antonio Carlos</strong>, gerente de WebMedia da Globo.com, sobre a metodologia da Apple e a do Google em perspectiva &#8211; <a href="http://www.acarlos.com.br/blog/2008/03/jeito-google-e-jeito-apple-de-desenvolver-produtos/">Jeito Google e Jeito Apple de desenvolver produtos</a>.</p>
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		<title>Dharmalog no Zen Habits &#8211; 100 Questions Extravaganza (respondido)</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 18:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Leo Babauta, dono do excelente blog Zen Habits, abriu um post exclusivo para perguntas de seus leitores &#8211; Ask Me Anything You Want &#8211; 100 Question Extravaganza &#8211; e entre as respostas que escreveu está uma para a pergunta do Dharmalog (veja abaixo). Vale a pena dar uma olhada no post e em todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Leo Babauta</strong>, dono do excelente blog <strong>Zen Habits</strong>, abriu um post exclusivo para perguntas de seus leitores &#8211; <a href="http://zenhabits.net/2008/03/ask-me-anything-you-want-100-question-extravaganza/"><strong>Ask Me Anything You Want &#8211; 100 Question Extravaganza</strong></a> &#8211; e entre as respostas que escreveu está uma para a pergunta do Dharmalog (veja abaixo). Vale a pena dar uma olhada no post e em todas as perguntas e respostas (mais de 200 participações até este momento), muitas delas cobrindo o tema do &#8220;exemplo pessoal&#8221; e de dicas extras, de assuntos ainda não publicados no blog. Obrigado, Leo.</p>
<p><a href='http://zenhabits.net/2008/03/ask-me-anything-you-want-100-question-extravaganza/' title='Zen Habits blog post'><img src='http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/zenhabits_100questionsextravaganza.gif' alt='Zen Habits screen' /></a></p>
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		<title>A redução dos assassinatos no Brasil e a campanha do desarmamento</title>
		<link>http://dharmalog.com/2008/01/29/a-reducao-dos-assassinatos-no-brasil-e-a-campanha-do-desarmamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 16:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[top posts]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu n&#8217;O Globo de hoje: Número de assassinatos diminui no Brasil e Campanha contra desarmamento teria provocado a queda. Se não foi &#8220;a&#8221; causa, com certeza foi uma das causas. Em 2005 fiz campanha pro desarmamento e agora é importante colher os primeiros resultados. Outros fatores como o desemprego não ter aumentado, a economia estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu n&#8217;<strong>O Globo</strong> de hoje: <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/01/29/mapa_da_violencia_dos_municipios_brasileiros_mostra_queda_dos_assassinatos_desde_2004-335333020.asp">Número de assassinatos diminui no Brasil e Campanha contra desarmamento teria provocado a queda</a>. </p>
<p>Se não foi &#8220;a&#8221; causa, com certeza foi uma das causas. Em 2005 <strong><a href="http://dharmalog.com/2005/10/04/a-armacao-os-cidadaos-de-bem-by-pas/">fiz</a> <a href="http://dharmalog.com/2005/09/23/eu-voto-sim-ao-desarmamento/">campanha</a> <a href="http://dharmalog.com/2005/09/26/war-is-over-sim-ao-desarmamento/">pro</a> <a href="http://dharmalog.com/2005/09/24/um-voto-de-bondade-dica-sim/">desarmamento</a></strong> e agora é importante colher os primeiros resultados. Outros fatores como o desemprego não ter aumentado, a economia estar relativamente estável, etc, ajudam o índice, e todas essas são notícias boas. Junto com outra, que foi dada pelo Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, na mesma matéria d&#8217;O Globo, afirmando que a <strong>Campanha pelo Desarmamento vai voltar esse ano</strong>. E nada melhor pruma campanha do que um resultado desses. Tudo isso vale <strong>vidas</strong>.</p>
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		<title>Sergey Brin e Steve Horowitz apresentam o Android</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 17:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Just like I learned how to write great services and software on the web upon free tools, like Linux and GNU, now with Android you will be able to to the exact same things on mobile phones&#8221;. (Sergey Brin) Com vocês, Sergey Brin (Google President, Technology), Steve Horowitz (Google Engineering Director) e o Android, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Just like I learned how to write great services and software on the web upon free tools, like Linux and GNU, now with Android you will be able to to the exact same things on mobile phones&#8221;. (Sergey Brin)</p>
<p>Com vocês, Sergey Brin (Google President, Technology), Steve Horowitz (Google Engineering Director) e o <strong>Android</strong>, o sistema que é o verdadeiro &#8220;gPhone&#8221; &#8211; &#8220;it&#8217;s a new open source operating system and software plataform for mobile phones&#8221;. By GOOG. (not AAPL)</p>
<p>May the Force be with you (us).<br />
<code><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1FJHYqE0RDg&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1FJHYqE0RDg&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></code></p>
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		<title>Pré-requisitos para a mente &#8220;conhecer&#8221; Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 00:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[frases & reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;It is true that the mind can never turn to God until the desire for lust and wealth has gone from it, be the person a householder or a sanny&#257;sin. Know this for a fact that as long as the mind is caught in these, true devotion, firmness, and &#347;raddh&#257; (faith) can never come.&#8221; ~ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;It is true that the mind can never turn to God until the desire for lust and wealth has gone from it, be the person a householder or a sanny&#257;sin. Know this for a fact that as long as the mind is caught in these, true devotion, firmness, and &#347;raddh&#257; (faith) can never come.&#8221;<br />
<strong>~ Swami Vivekananda</strong>, &#8220;Conversations recorded in Bengali&#8221;.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>O debate de &#8220;Everything Is Miscellaneous&#8221; com &#8220;The Cult of Amateur&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jan 2008 15:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora as duas coisas não sejam necessariamente opostas, neste debate do Picnic 2007 elas estavam. De um lado, David Weinberger, autor de &#8220;Everything Is Miscellaneous&#8221; e admirador de uma web diversa, democrática, re-organizável e feita pelo usuário; do outro, Andrew Keen, autor de &#8220;The Cult of Amateur&#8221; e admirador da mídia como entidade organizadora, simplificadora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora as duas coisas não sejam necessariamente opostas, neste debate do Picnic 2007 elas estavam. De um lado, <strong>David Weinberger</strong>, autor de &#8220;Everything Is Miscellaneous&#8221; e admirador de uma web diversa, democrática, re-organizável e feita pelo usuário; do outro, <strong>Andrew Keen</strong>, autor de &#8220;The Cult of Amateur&#8221; e admirador da mídia como entidade organizadora, simplificadora e de autoridade, assim como dos experts e avesso a uma web como mídia democrática. O mediador é Walt Mossberg, jornalista do The Wall Street Journal, que tende mais a um dos lados. O vídeo tem o total de <strong>1h24min</strong> (ou seja, é bem longo) e inclui a apresentação integral de Weinberger (até 47min) e o debate em si (do minuto 48 até o final).</p>
<p>Só gostaria de acrescentar que a própria classificação de usuários como &#8220;amadores&#8221; é questionável, e além de dividir subjetivamente (e não apropriadamente) os usuários em dois grupos, desqualifica um deles como construtor de conhecimento ou gerador de informação relevante (o que, implicidamente, também restringe o conceito de relevância). É obviamente um debate sobre a natureza da economia e cultura contemporâneas misturado com o debate da autoridade e papel da mídia tradicional, e talvez o que una as duas é a capacidade de comparar um como evolucionário e o outro como reacionário. Com vocês, David Weinberger:<br />
<code><embed style="width:400px; height:326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=1702560622380359525&#038;hl=en" flashvars=""> </embed></code></p>
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