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	<title>_ dharmalog &#187; saúde</title>
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		<title>A urgência da nova medicina integrativa é curar a doença pela raiz, não só no corpo físico, defende Amit Goswami [VÍDEO]</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Amit Goswami]]></category>
		<category><![CDATA[Ativismo Quântico]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/amitgoswami_cura.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Nós sempre devemos tentar curar a doença pela raiz. Se é um adoecimento no corpo mental que está causando a doença no corpo físico, então temos que tratar o corpo mental. Ou se for no nível vital, então temos que tratar o corpo vital. Essa é a idéia da medicina integrativa. É um fato que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/amitgoswami_cura.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><blockquote><p>&#8220;Nós sempre devemos tentar curar a doença pela raiz. Se é um adoecimento no corpo mental que está causando a doença no corpo físico, então temos que tratar o corpo mental. Ou se for no nível vital, então temos que tratar o corpo vital. Essa é a idéia da medicina integrativa. É um fato que 75% ou 80% das nossas doenças são de fato doenças crônicas. E é um fato que nas doenças crônicas o papel do corpo físico é secundário. O que está acontecendo é que o corpo físico sofre de fato do desgaste natural, mas não há correção a ser feita nesse caso. Não há cura física para órgãos que se tornaram envelhecidos e que portanto não conseguem mais cumprir suas funções, exceto pela substituição dos órgãos, que obviamente é um processo difícil (&#8230;). Desta forma, voltamos à medicina alternativa, porque o corpo vital pode ser ajustado, criativamente, para se encaixar mesmo no mais deformado, mesmo nos órgãos físicos envelhecidos.&#8221;<br />
<strong>~ Amit Goswami</strong>, &#8220;O Ativismo Quântico e a Saúde&#8221;</p></blockquote>
<p>A integração da <strong>medicina alopática</strong>, predominante em países como o Brasil e os Estados Unidos, e a <strong>medicina integrativa</strong>, cujas origens estão no Ayurveda, da Índia, a Medicina Tradicional e a Acupuntura, da China, entre outras, é o tema desse vídeo em que o físico indiano <strong>Amit Goswami</strong> (autor de “A Física da Alma” e “O Universo Autoconsciente”, entre outros) explica a importância da <strong>mudança de paradigma</strong> e o reconhecimento da &#8220;cura quântica&#8221; na prática medicinal contemporânea. Além dos baixos custos, o reconhecimento do paradigma quântico traz uma compreensão ampliada sobre o processo da doença no ser humano, traz o reconhecimento dos papel de seus outros corpos &#8211; vital, mental, supramental &#8211; na gênese das doenças e muda o entendimento do tratamento do corpo físico na busca da cura. &#8220;O problema do materialismo científico é que ele lida apenas com o aspecto material de tudo, e é por isso que temos que nos engajar no ativismo quântico, porque a visão tem que mudar&#8221;, diz Amit num dos trechos da entrevista. </p>
<p>Segue o vídeo, publicado e legendado pelo <strong>Instituto Aleph</strong>, que está trazendo Amit Goswami para o <strong>Brasil</strong> no próximo dia 5 de maio para um <a href="http://www.institutoaleph.com.br/sobre-evento-amit.html" target="_blank">workshop único de um dia em São Paulo</a>. O Dharmalog e o Instituto Aleph estão oferecendo <strong>um ingresso íntegral</strong> e um set de <strong>5 livros autografados</strong> na promoção <strong><a href="http://dharmalog.com/amitnobrasil/" target="_blank">Amit no Brasil</a></strong>. Conheça e participe, o prazo é até quarta-feira, 18 de abril.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/G_G_6TjK1w4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A conexão entre falta de atenção e síndromes como distúrbios de alimentação, depressão, abusos e ansiedade, TED Talk [VÍDEO]</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 20:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentacao]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/willoughbybritton.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Até agora a maioria dos estudos e descobertas relacionadas à atenção são interpretadas como uma maneira de conquistar equilíbrio e a felicidade &#8212; como na pesquisa dos psicólogos de Harvard publicada aqui no final de fevereiro (Mente distraída é mente infeliz: psicólogos de Harvard conectam estado de infelicidade à divagação mental). Mas o que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/willoughbybritton.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Até agora a maioria dos estudos e descobertas relacionadas à <strong>atenção</strong> são interpretadas como uma maneira de conquistar <strong>equilíbrio</strong> e a <strong>felicidade</strong> &#8212; como na pesquisa dos psicólogos de Harvard publicada aqui no final de fevereiro (<a href="http://dharmalog.com/2012/02/28/mente-distraida-e-mente-infeliz-psicologos-de-harvard-encontram-gene-da-infelicidade-na-divagacao-mental/">Mente distraída é mente infeliz: psicólogos de Harvard conectam estado de infelicidade à divagação mental</a>). Mas o que a professora de Psiquiatria e Comportamento <strong>Willoughby Britton</strong>, da Brown University, chamou a atenção nessa palestra no TEDxBrownUniversity, foi a forte ligação que a falta da atenção tem com muitos dos maiores distúrbios psíquicos que conhecemos. &#8220;<strong>Não só a depressão, que eu estudo, mas também esquizofrenia, abuso de substâncias, distúrbios de alimentação, ansiedade e, claro, TDAH</strong> (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), quanto mais houverem os problemas com a atenção, <strong>mais esses distúrbios ocorrerão</strong>&#8220;, diz Willoughby.</p>
<p>O descontrole de atenção está conectado, por sua vez, a uma <strong>baixa atividade no córtex pré-frontal</strong>, que a professora não conecta com uma fraqueza possivelmente inata (genética), mas ao seu pleno desenvolvimento ou não. Sem atividade suficiente no córtex pré-frontal, o sistema límbico, que controla as emoções, fica à deriva. </p>
<p>A <strong>palestra completa</strong>, onde ela trata de outros assuntos que ligam o trabalho do cérebro com o equilíbrio psíquico e à felicidade, segue no fim deste post, em <strong>inglês</strong>. </p>
<p>Abaixo, a tradução para o português do trecho onde ela fala a respeito da conexão entre a falta de atenção e os distúrbios psíquicos citados.</p>
<blockquote><p>&#8220;Neurocientistas clínicos também descobriram uma conexão entre atenção e felicidade. As áreas do seu cérebro, da parte frontal do cérebro, chamadas córtex pré-frontal, que está relacionada com a atenção, tendem a estar com <strong>menos atividade em todas os tipos de síndromes clínicas</strong>. Então não só a depressão, que eu estudo, mas também esquizofrenia, abuso de substâncias, distúrbios de alimentação, ansiedade e, claro, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Então quanto mais houverem os problemas com a atenção, mais essas coisas, mais esses distúrbios ocorrerão, veremos um fraco córtex pré-frontal e problemas com atenção. Agora isso é importante porque o córtex pré-frontal tonicamente modula ou inibe o sistema límbico, que é nosso sistema emocional. Então se você tiver um fraco sistema de atenção, não haverá nada que você&#8230; suas emoções serão reativas. E um exemplo muito bom dessa síndrome, que em neurociência é chamada de &#8216;hipofrontalidade&#8217;, que significa &#8216;não ter suficiente na cabeça&#8217; (<em>fazendo gesto sobre a testa</em>) é a adolescência. Então na adolescência o sistema límbico está girando a todo vapor, muitas paixões, muitas emoções, e nenhum córtex pré-frontal para limitar isso, porque ainda não foi completamente desenvolvido, não até talvez quando você sair da faculdade, talvez você tenha algum controle. Então, literalmente, as emoções estão fora de controle. E acho que todos lembramos nossa adolescência, e não são quanto a vocês, mas não foi particularmente uma época feliz&#8221;.<br />
<strong>~ Willboughby Britton</strong>, no TEDxBrownUniversity </p></blockquote>
<p>Abaixo, o <strong>vídeo</strong> da palestra na íntegra (<strong>16min52seg</strong>):  </p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TR8TjCncvIw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A consciência de Jonathan Safran Foer, de &#8220;Extremamente Alto e Incrivelmente Perto&#8221;, sobre &#8220;comer animais&#8221;</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/03/08/a-consciencia-de-jonathan-safran-foer-de-extremamente-alto-e-incrivelmente-perto-sobre-comer-animais/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 12:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[frases & reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/foercomeranimais.jpeg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Quase sempre, quando eu dizia a alguém que estava escrevendo um livro sobre “comer animais”, todos presumiam, mesmo sem saber coisa alguma sobre minhas opiniões, que eu defendia o vegetarianismo. É uma suposição reveladora, uma suposição que implica não apenas que uma pesquisa extensa sobre a pecuária afastaria o pesquisador do consumo de carne, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/foercomeranimais.jpeg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><blockquote><p>&#8220;Quase sempre, quando eu dizia a alguém que estava escrevendo um livro sobre “comer animais”, todos presumiam, mesmo sem saber coisa alguma sobre minhas opiniões, que eu defendia o vegetarianismo. É uma suposição reveladora, uma suposição que implica não apenas que uma pesquisa extensa sobre a pecuária afastaria o pesquisador do consumo de carne, mas que a maioria das pessoas já sabe que é esse o caso. (Que suposições você fez ao ler o título deste livro?)<br />
<strong>~ Jonathan Safran Foer</strong>, em &#8220;Comer Animais&#8221; (Rocco, 2011)
</p></blockquote>
<p>O escritor americano <strong>Jonathan Safran Foer</strong>, autor de &#8220;<strong>Extremamente Alto e Incrivelmente Perto</strong>&#8221; (<em>Extremely Loud and Incredibly Close</em>, que foi traduzido em português por &#8220;Tão Forte, Tão Perto&#8221; e é indicado ao Oscar de Melhor Filme este ano), já foi vegetariano, depois deixou de ser, depois virou onívoro, depois deixou de ser, e agora é vegetariano de novo &#8211; agora com uma vasta pesquisa que resultou em um livro, &#8220;<strong><a href="http://www.eatinganimals.com/" target="_blank">Comer Animais</a></strong>&#8220;. Formado em Filosofia e atualmente professor de <em>Creative Writing</em> na New York University (NYU), Foer deixou de comer animais, mas a conclusão que ele chegou é que, independente de deixar ou não de comê-los, o que devemos mudar mais radical e urgentemente é a indústria da carne. </p>
<p>Numa entrevista recente, Foer foi perguntado se pedir para o mundo parar de comer carne não seria algo um tanto radical? A resposta: &#8220;Sim, concordo. Acho que a resposta mais correta seria: <strong>deve-se comer menos carne</strong>. Não há chance alguma de que metade do mundo vire vegetariana em dez anos. Mas eu realmente acredito que existe uma chance de que metade das refeições consumidas seja vegetariana e, claro, isso teria o mesmo efeito&#8221;.</p>
<p>Abaixo, alguns trechos selecionados do livro de Foer, &#8220;Comer Animais&#8221;, de 320 páginas. A Folha publicou um trecho inicial do livro, em <strong>pdf</strong>, <a href="http://media.folha.uol.com.br/ilustrissima/2011/01/27/comer_animais-cap.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>//////////</p>
<p><strong>COMER ANIMAIS</strong> [TRECHOS]<br />
Por <em>Jonathan Safran Foer</em></p>
<p>» &#8220;Meu vegetarianismo, tão bombástico e rigoroso no começo, durou uns poucos anos, engasgou e depois morreu sem fazer alarde. Nunca pensei numa resposta ao código da nossa babá, mas encontrei maneiras de maculá-lo, diminuí-lo e esquecê-lo. De um modo geral, eu não machucava nada. De um modo geral, eu lutava para fazer a coisa certa. De um modo geral, minha consciência estava bastante limpa. Passe a galinha, estou morrendo de fome.&#8221;</p>
<p>» &#8220;Nossa situação é estranha. Praticamente todos concordamos que o modo como tratamos os animais e o meio ambiente importa, mas, no entanto, poucos entre nós param para pensar na nossa mais significativa relação com os animais e o meio ambiente. E o que é mais estranho ainda, aqueles que de fato optam por agir de acordo com esses valores nada controversos, recusando-se a comer animais (o que todos concordam que pode reduzir tanto o número de animais maltratados quanto a nossa pegada ecológica), com frequência são considerados marginais ou até mesmo radicais.&#8221;</p>
<p>» &#8220;Nossa situação é tão extrema, que pesquisadores do Centro de Atividades de Pesca, da Universidade da Colúmbia Britânica, argumentam que &#8216;nossa interação com os recursos da pesca (também conhecido como peixes) passaram a lembrar&#8230; as guerras de extermínio&#8217;.&#8221;</p>
<p>» &#8220;Temos travado uma guerra, ou melhor, deixado uma guerra ser travada contra todos os animais que comemos. Essa guerra é nova e tem nome: criação industrial.&#8221;</p>
<p>» Menos de 1% dos animais mortos para obtenção de carne nos Estados Unidos vem de criações familiares.</p>
<p>» &#8220;No mundo das criações industriais, as expectativas são viradas de cabeça para baixo. Os veterinários não trabalham buscando a melhor saúde possível, mas o maior lucro possível. As drogas não são usadas para curar doenças, mas como substitutos para sistemas imunológicos destruídos. As criações não visam produzir animais saudáveis.&#8221;</p>
<p>» &#8220;Quer estejamos falando de espécies de peixes, porcos ou algum outro animal que comemos, será que esse sofrimento é a coisa mais importante do mundo? Claro que não. Mas essa não é a questão. Será que ele é mais importante do que sushi, do que bacon ou do que nuggets de frango? Essa é a questão.&#8221;</p>
<p>» “Depois de fugir da Polônia ocupada pelos nazistas, o prêmio Nobel Isaac Bashevis Singer comparou os preconceitos com as outras espécies às ‘mais extremas teorias racistas.’ Singer argumentou que os direitos animais eram a forma mais pura de defesa da justiça social, porque os animais são os mais vulneráveis de todos os oprimidos. Ele sentia que tratar mal os animais era a epítome do paradigma moral do ‘poder faz a força.’ Trocamos seus mais básicos e importantes interesses por interesses humanos efêmeros só porque podemos. É claro, o animal humano é diferente de todos os outros animais. Os humanos são únicos, só não de um modo que torna a dor animal irrelevante.”</p>
<p>» O quão destrutiva uma preferência culinária precisa ser antes que decidamos comer outra coisa? Se contribuir para o sofrimento de bilhões de animais que levam vidas miseráveis (e com muita frequência) morrem de formas horrendas não é motivo suficiente, o que mais seria? Se ser o contribuinte número um à mais séria ameaça ao planeta (o aquecimento global) não é suficiente, o que mais é? E se você se sente tentado a protelar essas questões de consciência, a dizer agora não, então quando?</p>
<p>//////////</p>
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		<title>Jamie Oliver e a necessidade de um ataque maciço contra nossa ignorância em relação à comida, no TED [VÍDEO]</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 20:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Jamie Oliver]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/jamieoliver2.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Essa palestra do chef inglês Jamie Oliver no TED Talk é um dos mais engajados e inspirados discursos pela saúde na alimentação que eu vi nos últimos anos, e vem de um competente profissional do ramo, que vem se dedicando há 7 anos a trabalhar em casas, escolas e restaurantes pela reforma do panorama alimentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/jamieoliver2.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Essa palestra do chef inglês <strong><a href="http://www.jamieoliver.com/" target="_blank">Jamie Oliver</a></strong> no TED Talk é um dos mais engajados e inspirados discursos pela saúde na alimentação que eu vi nos últimos anos, e vem de um competente profissional do ramo, que vem se dedicando há <strong>7 anos</strong> a trabalhar em casas, escolas e restaurantes pela reforma do panorama alimentar na Inglaterra e nos Estados Unidos. &#8220;<strong>Temos uma pavorosa, pavorosa realidade agora mesmo</strong>. Doenças relacionadas à dieta são o maior matador nos Estados Unidos, agora mesmo, aqui, hoje. Este é um problema global. É uma catástrofe. Está se espalhando pelo mundo&#8221;. Como é bem evidente na energia que Jamie coloca nessa palestra, o ignorância alimentar é um dos maiores elefantes que mantemos em nossas salas (e cozinhas&#8230;). Além do grave problema do <strong>fast-food</strong>, que persiste, há negligência das grandes cadeias de <strong>supermercados</strong>, dos <strong>restaurantes</strong> corporativos, há uma cultura crescente de não mais se <strong>cozinhar em casa</strong> e em família, e ainda mais grave são as dietas deficientes e não-instrutivas nas <strong>escolas</strong>.</p>
<p>Numa das cenas que Jamie mostra no telão, crianças de aparentemente <strong>5-6 anos</strong> de idade em uma escola tentam <strong>dar nomes a vegetais</strong> que são mostrados, como tomate, beringela e repolho, mas muito poucas sabem responder. &#8220;A realidade é, o alimento que seus filhos consomem a cada dia <strong>é fast food, é muito processado, não há alimentos frescos suficientes neles</strong>, de modo algum. Vocês sabem, <strong>a quantidade de aditivos, códigos numéricos, ingredientes em que vocês não acreditariam</strong>&#8230; Não há vegetais suficientes de modo algum. Até batatas fritas são consideradas vegetais&#8221;, diz Oliver.</p>
<p>Jamie propõe mudanças pragmáticas e possíveis em setores como supermercados e escolas, dando exemplos e quantificando financeiramente a mudança. Entre as sugestões mais educativas e simples, estão a proposta de um <strong>embaixador da alimentação</strong> nos supermercados e a de fazer as crianças sairem da escola sabendo <strong>ao menos 10 receitas</strong> que as ajudem a sobreviver com saúde. &#8220;Habilidades para a vida&#8221;, defende, sob aplausos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Meu desejo é que vocês apoiem um forte movimento sustentável para educar cada criança sobre alimentação, para inspirar as famílias a cozinharem novamente, e motivas as pessoas em toda parte a combater a obesidade&#8221;.<br />
~ <strong>Jamie Oliver</strong>, Vencedor do TED Prize 2011
</p></blockquote>
<p>Segue a palestra de Jamie Oliver (<strong>21min</strong>), com legendas em português:</p>
<p><object width="526" height="374"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2010/Blank/JamieOliver_2010-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JamieOliver-2010.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=512&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=765&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=jamie_oliver;year=2010;theme=ted_prize_winners;theme=listening_to_teachers;theme=food_matters;event=TED2010;tag=business;tag=education;tag=food;tag=global+issues;tag=health;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="526" height="374" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2010/Blank/JamieOliver_2010-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JamieOliver-2010.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=512&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=765&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=jamie_oliver;year=2010;theme=ted_prize_winners;theme=listening_to_teachers;theme=food_matters;event=TED2010;tag=business;tag=education;tag=food;tag=global+issues;tag=health;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>&#8220;30 Lições Para Viver&#8221; [PARTE 2]: Gert Panem, 101 anos, e outros depoimentos em vídeo estão no YouTube</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-parte-2-gert-panem-101-anos-e-outros-depoimentos-em-video-estao-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 15:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/30licoes2.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Algumas das centenas de entrevistas que foram para o livro &#8220;30 Lições para Viver&#8221; (veja post anterior), do gerontologista e professor americano Karl Pillimer, fazem parte do Cornell Legacy Project e estão disponíveis no YouTube. São mais de 15 entrevistas em clipes geralmente de 1 minuto, à exceção do da entrevista de Gert Panem, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/30licoes2.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p><a href="http://www.nytimes.com/interactive/2012/01/10/health/20120110_brody.html?ref=health"><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/30licoesnyt.jpg" alt="" title="30licoesnyt" width="560" height="300" style="padding-bottom: 10px; clear: both" /></a></p>
<p>Algumas das centenas de entrevistas que foram para o livro &#8220;<strong>30 Lições para Viver</strong>&#8221; (veja <a href="http://dharmalog.com/2012/01/24/30-licoes-para-viver-livro-do-medico-reune-conselhos-de-vida-dos-mais-velhos-video/">post anterior</a>), do gerontologista e professor americano <strong>Karl Pillimer</strong>, fazem parte do Cornell Legacy Project e estão <a href="http://www.youtube.com/user/CornellLegacyProject" target="_blank">disponíveis no YouTube</a>. São mais de 15 entrevistas em clipes geralmente de 1 minuto, à exceção do da entrevista de <strong>Gert Panem</strong>, de <strong>101 anos</strong>, que tem <strong>3 minutos</strong>, e é uma preciosidade que este blog recomenda. Uma das entrevistadoras que ajudou a produzir o livro, <strong>Vanessa McCaffery</strong>, diz que &#8220;nos conectamos com essas pessoas de uma maneira que a gente não espera&#8221;.</p>
<p><strong>Seis</strong> dos clipes do Legacy Project foram selecionados pelo jornal <strong>The New York Times</strong> para ilustrarem, numa página interativa, algumas das lições que o livro traz. Para acessar a página do NYT, vá para &#8220;<a href="http://www.nytimes.com/interactive/2012/01/10/health/20120110_brody.html?ref=health" target="_blank">The Lessons of Life</a>&#8220;.</p>
<p>O depoimento de <strong>Gert Panem</strong> está no <strong>vídeo</strong> abaixo (sem legendas):</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ZuRJa0DHgYU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Visualização inédita da concepção ao nascimento usando novas tecnologias, por Alexander Tsiaras, TED Talk [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2011/12/14/visualizacao-inedita-da-concepcao-ao-nascimento-usando-novas-tecnologias-por-alexander-tsiaras-ted-talk-video/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[TED]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/concepcaovideo.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>As novas imagens captadas da concepção humana do ovo ao nascimento são tão impressionantes que fazem o matemático e tecnólogo Alexander Tsiaras, que criou a captou as imagens usando novas tecnologias de escaneamento para a Nasa, chamar o processo de &#8220;mágico&#8221; e &#8220;divino&#8220;. As imagens foram mostradas em sua palestra disponibilizada mês passado pelo TED [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/concepcaovideo.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>As novas imagens captadas da concepção humana do ovo ao nascimento são tão impressionantes que fazem o matemático e tecnólogo <strong>Alexander Tsiaras</strong>, que criou a captou as imagens usando novas tecnologias de escaneamento para a <strong>Nasa</strong>, chamar o processo de &#8220;<strong>mágico</strong>&#8221; e &#8220;<strong>divino</strong>&#8220;. As imagens foram mostradas em sua palestra disponibilizada mês passado pelo <strong>TED Talk</strong>, &#8220;<a href="http://www.ted.com/talks/alexander_tsiaras_conception_to_birth_visualized.html" target="_blank">Da concepção ao nascimento &#8211; visualização</a>&#8221; e já foram vistas mais de <strong>500 mil vezes</strong> &#8212; criando rapidamente um debate com mais de 250 comentários sobre os pró-vida e os pró-escolha.</p>
<p>Autor de &#8220;Body Voyage&#8221;e &#8220;From Conception to Birth: A Life Unfolds&#8221;, e com trabalhos publicados nas revistas <em>Life</em> e <em>Time</em>, Tsiaras mostra os processos de como o ovo começa a se dividir, como as primeiras vértebras da coluna aparecem, como o cérebro vai sendo criado, além de detalhes da <strong>formação do coração</strong> e do enorme <strong>sistema vascular humano</strong>. &#8220;É algo que, repito, <strong>está além da nossa compreensão</strong>&#8220;, diz ele. </p>
<blockquote><p>(&#8230;) &#8220;A mágica dos mecanismos dentro de cada estrutura genética dizendo exatamente onde aquela célula nervosa deve ir &#8212; a complexidade desses modelos matemáticos, de como essas coisas são de fato feitas, estão além da compreensão humana. Ainda que eu seja um matemático, olho para isto maravilhado de como esses conjuntos de instruções não cometem erros enquanto constroem o que somos? É um mistério, é mágico, é divino.&#8221; (&#8230;)<br />
<strong>~ Alexander Tsiaras</strong>, TED Talk</p></blockquote>
<p>Segue o vídeo abaixo (9min37seg) com legendas em português (a <strong>visualização da concepção</strong> começa aos <strong>2min00seg</strong>):</p>
<p><object width="578" height="400"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2010P/Blank/AlexanderTsiaras_2010P-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/AlexanderTsiaras_2010P-embed.jpg&#038;vw=512&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=1270&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=alexander_tsiaras_conception_to_birth_visualized;year=2010;theme=medicine_without_borders;theme=art_unusual;theme=tales_of_invention;event=INK+Conference;tag=Design;tag=Science;tag=medical+research;tag=visualizations;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="578" height="400" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2010P/Blank/AlexanderTsiaras_2010P-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/AlexanderTsiaras_2010P-embed.jpg&#038;vw=512&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=1270&#038;lang=pt-br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=alexander_tsiaras_conception_to_birth_visualized;year=2010;theme=medicine_without_borders;theme=art_unusual;theme=tales_of_invention;event=INK+Conference;tag=Design;tag=Science;tag=medical+research;tag=visualizations;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
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		<title>O Renascimento do Parto: filme pró-parto natural resgata ato de nascer com amor (TRAILER)</title>
		<link>http://dharmalog.com/2011/12/09/o-renascimento-do-parto-filme-pro-parto-natural-resgata-ato-de-nascer-com-amor-trailer/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/renascimentoparto.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;No nível do planeta, o número de mulheres que dã à luz seus bebês e as placentas somente pela liberação do coquetel de hormônios do amor está se aproximando de zero&#8221;, alerta o cientista e médico obstetra Michel Odent, no trailer do novo filme &#8220;O Renascimento do Parto&#8220;, que será lançado em março do ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/renascimentoparto.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>&#8220;No nível do planeta, o número de mulheres que dã à luz seus bebês e as placentas somente pela liberação do coquetel de hormônios do amor está se aproximando de zero&#8221;, alerta o cientista e médico obstetra <strong>Michel Odent</strong>, no trailer do novo filme &#8220;<strong>O Renascimento do Parto</strong>&#8220;, que será lançado em março do ano que vem e que retrata &#8220;<strong>grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira</strong>&#8220;, onde as cesarianas se tornaram tão ou mais importantes que os partos normais. Além desse número alarmante, o filme explora o desinteresse de médicos e planos de saúde pelo parto normal, a desconsideração pela mãe e por suas capacidades como protagonista do nascimento, e a importância do evento natural. &#8220;Hoje em dia no Brasil o parto passou a ser um ato cirúrgico ao invés de um evento fisiológico&#8221;, diz <strong>Fernanda Macedo</strong>, médica obstetra, em outro trecho do trailer.</p>
<p>A estatística que o filme revela é realmente impressionante. &#8220;Nós já atingimos no Brasil quase <strong>50% das mulheres tendo seus filhos através de uma grande cirurgia abdominal</strong>. Pior, determinados segmentos da população brasileira, como a classe média, tem por volta de 85% a 90% de chance de ter seu filho através de uma cesariana. Isso é fundamentalmente uma tragédia&#8221;, diz um dos médicos entrevistados no filme. Segundo as recomendações da <strong>Organização Mundial da Saúde</strong>, &#8220;cerca de 15% dos partos necessitam de intervenção cirúrgica&#8221; (Wikipedia/Cesariana).</p>
<p><strong>Luciana Lobo</strong>, amiga e professora de Yoga, que acabou de ter seu segundo filho por parte normal e viu o trailer do filme, assinou embaixo: <strong>&#8220;O parto normal é a maior experiência espiritual que uma mulher pode ter nessa vida</strong>&#8220;. </p>
<p>O ator <strong>Márcio Garcia</strong> e sua mulher, a nutricionista <strong>Andrea Santa Rosa Garcia</strong>, também participam contando relatos particulares e reveladores de seus experiências de parto. Num dos trechos, Márcio diz:</p>
<blockquote><p>&#8220;Me lembro quando Pedro nasceu, que a menina (enfermeira) foi dar um banho nele, pegou ele igual um frango assim, pela perna, aí eu falei &#8216;parou, parou, parou, parou!&#8217;, ela falou &#8216;calma, eu faço todo dia isso&#8217;, eu disse &#8216;é, mas ele nunca fez&#8217;, &#8216;não interessa se você faz isso vinte vezes por dia, meu filho acabou de nascer e ele é meu e é único&#8221;.<br />
~ relato do ator <strong>Márcio Garcia</strong>
</p></blockquote>
<p>Segue o trailer de &#8220;<strong>O Renascimento do Parto</strong>&#8220;:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/3B33_hNha_8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		</item>
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		<title>Meditação poderia &#8220;desligar&#8221; estresse no cérebro, diz pesquisadora inglesa à BBC (VÍDEO)</title>
		<link>http://dharmalog.com/2011/11/24/meditacao-poderia-desligar-estresse-no-cerebro-diz-pesquisadora-inglesa-a-bbc-video/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 13:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ciencia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/meditacaodesliga.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Quão atrativa é a promesa de &#8220;desligar o estresse&#8221; diretamente onde se pensa que ele está, no cérebro? Não é exatamente uma promessa, mas uma aparente constatação feita numa experiência que a BBC fez com o cidadão inglês Todd German e com a colaboração da pesquisadora Elena Antanova, especialista em estudos sobre o cérebro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/meditacaodesliga.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p><strong>Quão atrativa é a promesa de &#8220;desligar o estresse&#8221; diretamente onde se pensa que ele está, no cérebro?</strong> Não é exatamente uma promessa, mas uma aparente constatação feita numa experiência que a <strong>BBC</strong> fez com o cidadão inglês <strong>Todd German</strong> e com a colaboração da pesquisadora <strong>Elena Antanova</strong>, especialista em estudos sobre o cérebro da universidade londrina King&#8217;s College. &#8220;Pessoas que meditam seriam capazes de &#8220;desligar&#8221; as preocupações ou pensamentos negativos&#8221;, diz a matéria, intitulada &#8220;<a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2011/01/110127_videomeditaebc.shtml" target="_blank">Técnica pode &#8216;desligar&#8217; estresse no cérebro</a>&#8221; (BBC Brasil). </p>
<p>A experiência a que German foi exposto foi um curso de &#8220;<strong>atenção plena</strong>&#8221; para tentar amenizar ou resolver problemas de <strong>insônia</strong>. German diz ter sentido efeitos positivos, embora não tenha ficado totalmente convencido. Segunda a matéria, a pesquisadora Antanova diz &#8220;<strong>ser possível mudar a configuração do órgão voluntariamente por meio da meditação, afastando os efeitos danosos do estresse</strong>&#8220;.</p>
<p>Embora possa ser usada para <strong>efeitos magníficos na saúde</strong> e para ajudar a combater problemas como o estresse, a meditação tem um <strong>potencial muito maior</strong> (e talvez mais apropriado) do que se afastar ou &#8220;ignorar&#8221; propositadamente os fatores que causam desequilíbrios e doenças, como a insônia de Todd German. Manter as circunstâncias psicológicas e físicas degradantes que geram o estresse cronicamente e tentar desligá-lo ao fim do dia, com meditação, pode ser parecido com <em>achar que desligando o alarme de fumaça se resolve um incêndio</em> (*). <strong>Auto-conhecimento, paz interior</strong> e <strong>liberdade de ilusões e apegos</strong> são realizações mais saudáveis que a meditação pode contribuir decisivamente, além de mais sustentáveis a longo prazo para condições de desequilíbrio como o estresse. No caso da insônia, pode ajudar num processo de percepção e ação sobre os fatores causadores, colaborando para a recuperação da saúde de maneira mais definitiva e menos paliativa, embora, mesmo que para esse fim, seja benéfico e saudável.</p>
<p>Segue o vídeo:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TYT7mevL9c8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(*) Essa comparação com o alarme de incêndio está em algum livro que li recentemente mas que não consegui lembrar título e autor. Se alguém identificar, por favor, gostaria de pedir que comente a informação para que eu possa dar o devido crédito. Obrigado!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Sonhadores lúcidos&#8221; ajudam cientistas a descobrir o conteúdo nos sonhos</title>
		<link>http://dharmalog.com/2011/11/09/sonhadores-lucidos-ajudam-cientistas-a-descobrir-o-conteudo-nos-sonhos/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 13:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/dream.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>O território das pesquisas sobre a mente e de como ela pode ser controlada mesmo no estado de sonho galgou mais um passo num estudo científico realizado mês passado na Alemanha: pesquisadores do Instituto Max Planck de Psiquiatria, de Munique, conseguiram pela primeira vez registrar a atividade cerebral realizada em sonhos e compará-la com cenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/dream.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>O território das pesquisas sobre a mente e de como ela pode ser controlada mesmo no estado de sonho galgou mais um passo num estudo científico realizado mês passado na Alemanha: pesquisadores do <strong>Instituto Max Planck de Psiquiatria</strong>, de Munique, conseguiram pela primeira vez registrar a atividade cerebral realizada em sonhos e compará-la com cenas da vida real, graças à habilidade dos chamados &#8220;<strong>sonhadores lúcidos</strong>&#8220;, pessoas que tem a habilidade de controlar a experiência enquanto sonham. Usando escaneamento por ressonância magnética (MRI) e eletroencefalogramas de 6 pacientes em estado de sonho (REM), os pesquisadores requisitaram aos pacientes que imaginassem determinadas &#8220;ações&#8221; assim que iniciassem o sonho e os resultados conseguiram identificar a similaridade dos conteúdos sonhados &#8220;propositalmente&#8221; com as ações reais, segundo <a href="http://www.mpg.de/4621589/measuring_dream_content?filter_order=L">o relato do Instituto</a>. </p>
<p>&#8220;O principal obstáculo do estudo do conteúdo específico de sonhos é que a atividade espontânea do sonho não pode ser experimentalmente controlada, porque as pessoas normalmente não consegue realizar ações mentais decididas previamente durante o sono,&#8221; diz o pesquisador Michael Czisch ao site LiveScience. &#8220;<strong>Poder usar a habilidade do sonho lúcido vai nos ajudar a vencer esses obstáculos</strong>.&#8221;</p>
<p>Os detalhes do estudo podem ser conhecidos no press release do Instituto Max Plank, &#8220;<a href="http://www.mpg.de/4621589/measuring_dream_content?filter_order=L">Scientists measure dream content for the first time</a>&#8220;.</p>
<p>Apesar de estar sendo alvo das primeiras pesquisas sérias sobre o assunto na última década, e de ser reconhecido cientificamente apenas no final do século passado, o &#8220;sonho lúcido&#8221; não é novidade para escolas de sabedoria orientais, principalmente o Yoga e o Budismo Tibetano. Além do próprio Buddha Shakyamuni ter discorrido muito a respeito dos sonhos, as técnicas de sonho lúcido, ou &#8220;dream yoga&#8221;, são descritas em detalhes há mais de 1.000 anos e incluem a doutrina do lama <strong>Marpa Lotsawa</strong> (1012–1097) e seu discípulo <strong>Milarepa</strong> (1052-1135). O sonho lúcido é similar mas diferente em natureza da chamada &#8220;<strong>projeção astral</strong>&#8220;, cujo conceito não incluiu imagens produzidas pela mente, mas a experiência da mesma realidade física em um outro corpo mais sutil (astral), geralmente em estado de sono. A projeção também é um conhecimento ancestral e encontrado na Índia no início do milênio passado, no Yoga Vasistha (séc XI-XIV), e também comentado por mestres mais modernos como <strong>Paramahansa Yogananda</strong> e <strong>Meher Baba</strong>.</p>
<p>//////////</p>
<p>Foto por Emma B1ind1.</p>
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		<item>
		<title>As respostas para as doenças emocionais da medicina sintética de Jorge Carvajal (ENTREVISTA)</title>
		<link>http://dharmalog.com/2011/10/06/as-respostas-para-as-doencas-emocionais-da-medicina-sintetica-de-jorge-carvajal-entrevista/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 00:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/jorgecarvajal.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Como se livrar da angústia e do vazio da vida moderna? A tristeza pode causar doenças? Como a raiva ataca o corpo humano? Quem adoece primeiro, o corpo ou a alma? Essas e outras perguntas são respondidas pelo médico colombiano Jorge Carvajal Posada, cirurgião da Universidade de Andaluzia (Espanha), usando seu entendimento particular da &#8220;Sintergética&#8220;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/jorgecarvajal.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p><strong>Como se livrar da angústia e do vazio da vida moderna? A tristeza pode causar doenças? Como a raiva ataca o corpo humano? Quem adoece primeiro, o corpo ou a alma?</strong> Essas e outras perguntas são respondidas pelo médico colombiano <strong>Jorge Carvajal Posada</strong>, cirurgião da Universidade de Andaluzia (Espanha), usando seu entendimento particular da &#8220;<strong>Sintergética</strong>&#8220;, espécie de medicina sintética que une conhecimento oriental e ocidental (que ele mesmo criou). Enfatizando o entendimento psicológico das emoções e visões espirituais da alma e do corpo, as respostas de Jorge Carvajal lembram algumas centelhas do Budismo e de correntes médicas mais contemporâneas como a fundada pelo homeopata britânico <strong>Edward Bach</strong> (florais). </p>
<p>Carvajal fala de amor, de auto-aceitação, de aceitação da doença e de crescimento interior para tratar a maior parte dos males modernos. Diz ele, por exemplo, que &#8220;a angústia vem de que não somos o que queremos ser, muito menos o que somos, de modo que ficamos no &#8220;deveria ser&#8217;, e não somos nem uma coisa nem outra&#8221;. Isso só tem fim &#8220;quando entras em teu interior, te aceitas como és e te reconcilias contigo mesmo&#8221;. Na receita, nenhuma pílula nem remédio especial, e sim <strong>meditação, amor e confiança na verdade</strong>. </p>
<p>Segue a entrevista abaixo. Ela está publicada na íntegra no site <a href="http://www.sintergeticabrasil.com/textos_.html">sintergeticabrasil.com</a>.</p>
<p>//////////</p>
<p><strong>P: Qual adoece primeiro: o corpo ou a alma? </strong></p>
<p>Dr Jorge Carvajal Posada: A alma não pode adoecer, porque é o que há de perfeito em ti, a alma evolui, aprende. Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma. Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.</p>
<p><strong>P: Há emoções prejudiciais à saúde? Quais são as que mais nos prejudicam?</strong></p>
<p>Setenta por cento das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional. As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas. O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades que temos hoje. Quando o temor se congela, afeta os rins, as glândulas suprarrenais, os ossos, a energia vital, e pode converter-se em pânico. </p>
<p><strong>Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?</strong></p>
<p>De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti. Tens teus limites, não vás além. Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo. </p>
<p><strong>P: Como é que a raiva nos afeta?</strong></p>
<p>A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à auto-afirmação, à busca do teu território, a defender o que é teu, o que é justo. Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade, ressentimento, ódio, ela se volta contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico. </p>
<p><strong>P: Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?</strong></p>
<p>A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração e é a mais curativa de todas, porque não é contrária a nenhuma outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas. A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância. </p>
<p><strong>P: A alegria acalma os ânimos?</strong></p>
<p>Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência. A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente. Canaliza-as para que cheguem ao mundo da mente. </p>
<p><strong>P: E a tristeza?</strong></p>
<p>A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno. Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.Tornamo-las negativas quando as reprimimos. </p>
<p><strong>P: Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?</strong></p>
<p>Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar. Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração. Que difícil! Sim, é muito difícil. Realmente as emoções básicas são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor, por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo. Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo. </p>
<p><strong>P: Como prevenir a enfermidade?</strong></p>
<p>Somos criadores, portanto creio que a melhor forma é criarmos saúde. E, se criarmos saúde, não teremos que prevenir nem combater a enfermidade, porque seremos saúde. </p>
<p><strong>P: E se aparecer a doença?</strong></p>
<p>Teremos, pois, de aceitá-la, porque somos humanos. Krishnamurti também adoeceu de um câncer de pâncreas e ele não era alguém que levasse uma vida desregrada. Muita gente espiritualmente muito valiosa já adoeceu. Devemos explicar isso para aqueles que crêem que adoecer é fracassar.</p>
<p>O fracasso e o êxito são dois mestres e nada mais. E, quando tu és o aprendiz, tens que aceitar e incorporar a lição da enfermidade em tua vida&#8230; Cada vez mais as pessoas sofrem de ansiedade. A ansiedade é um sentimento de vazio, que às vezes se torna um oco no estômago, uma sensação de falta de ar. É um vazio existencial que surge quando buscamos fora em vez de buscarmos dentro. Surge quando buscamos nos acontecimentos externos, quando buscamos muleta, apoios externos, quando não temos a solidez da busca interior. Se não aceitarmos a solidão e não nos tornarmos nossa própria companhia, sentiremos esse vazio e tentaremos preenchê-lo com coisas e posses. Porém, como não pode ser preenchido de coisas, cada vez mais o vazio aumenta. </p>
<p><strong>P: Então, o que podemos fazer para nos libertarmos dessa angústia?</strong></p>
<p>Não podemos fazer passar a angústia comendo chocolate ou com mais calorias, ou buscando um príncipe fora. Só passa a angústia quando entras em teu interior, te aceitas como és e te reconcilias contigo mesmo. A angústia vem de que não somos o que queremos ser, muito menos o que somos, de modo que ficamos no &#8220;deveria ser&#8221;, e não somos nem uma coisa nem outra. O stress é outro dos males de nossa época. O stress vem da competitividade, de que quero ser perfeito, quero ser melhor, quero ter uma aparência que não é minha, quero imitar. E realmente só podes competir quando decides ser um competidor de ti mesmo, ou seja, quando queres ser único, original, autêntico e não uma fotocópia de ninguém. O stress destrutivo prejudica o sistema imunológico. Porém, um bom stress é uma maravilha, porque te permite estar alerta e desperto nas crises e poder aproveitá-las como oportunidades para emergir a um novo nível de consciência. </p>
<p><strong>P: O que nos recomendaria para nos sentirmos melhor com nós mesmos?</strong></p>
<p>A solidão. Estar consigo mesmo todos os dias é maravilhoso. Passar 20 minutos consigo mesmo é o começo da meditação, é estender uma ponte para a verdadeira saúde, é aceder o altar interior, o ser interior. Minha recomendação é que a gente ponha o relógio para despertar 20 minutos antes, para não tomar o tempo de nossas ocupações. Se dedicares, não o tempo que te sobra, mas esses primeiros minutos da manhã, quando estás rejuvenescido e descansado, para meditar, essa pausa vai te recarregar, porque na pausa habita o potencial da alma. </p>
<p><strong>P: O que é para você a felicidade?</strong></p>
<p>É a essência da vida. É o próprio sentido da vida. Estamos aqui para sermos felizes, não para outra coisa. Porém, felicidade não é prazer, é integridade. Quando todos os sentidos se consagram ao ser, podemos ser felizes. Somos felizes quando cremos em nós mesmos, quando confiamos em nós, quando nos empenhamos transpessoalmente a um nível que transcende o pequeno eu ou o pequeno ego. Somos felizes quando temos um sentido que vai mais além da vida cotidiana, quando não adiamos a vida, quando não nos alienamos de nós mesmos, quando estamos em paz e a salvo com a vida e com nossa consciência. Viver o Presente. </p>
<p><strong>P: É importante viver no presente? Como conseguir?</strong></p>
<p>Deixamos ir-se o passado e não hipotecamos a vida às expectativas do futuro quando nos ancoramos no ser e não no ter, ou a algo ou alguém fora. Eu digo que a felicidade tem a ver com a realização, e esta com a capacidade de habitarmos a realidade. E viver em realidade é sairmos do mundo da confusão. </p>
<p><strong>P: Na sua opinião, estamos tão confusos assim?</strong></p>
<p>Temos três ilusões enormes que nos confundem:</p>
<p>Primeiro: cremos que somos um corpo e não uma alma, quando o corpo é o instrumento da vida e se acaba com a morte.</p>
<p>Segundo: cremos que o sentido da vida é o prazer, porém com mais prazer não há mais felicidade, senão mais dependência&#8230; Prazer e felicidade não são o mesmo. Há que se consagrar o prazer à vida e não a vida ao prazer.</p>
<p>Terceiro: ilusão é o poder; desejamos o poder infinito de viver no mundo. E do que realmente necessitamos para viver? Será de amor, por acaso?</p>
<p>O amor, tão trazido e tão levado, e tão caluniado, é uma força renovadora. O amor é magnífico porque cria coesão. No amor tudo está vivo, como um rio que se renova a si mesmo. No amor a gente sempre pode renovar-se, porque ordena tudo. No amor não há usurpação, não há transferência, não há medo, não há ressentimento, porque quando tu te ordenas, porque vives o amor, cada coisa ocupa o seu lugar, e então se restaura a harmonia. Agora, pela perspectiva humana, nós o assimilamos com a fraqueza, porém o amor não é fraco.</p>
<p>Enfraquece-nos quando entendemos que alguém a quem amamos não nos ama. Há uma grande confusão na nossa cultura. Cremos que sofremos por amor, porém não é por amor, é por paixão, que é uma variação do apego. O que habitualmente chamamos de amor é uma droga. Tal qual se depende da cocaína, da maconha ou da morfina, também se depende da paixão. É uma muleta para apoiar-se, em vez de levar alguém no meu coração para libertá-lo e libertar-me. O verdadeiro amor tem uma essência fundamental que é a liberdade, e sempre conduz à liberdade. Mas às vezes nos sentimos atados a um amor. Se o amor conduz à dependência é Eros. Eros é um fósforo, e quando o acendes ele se consome rapidamente em dois minutos e já te queima o dedo. Há amores que são assim, pura chispa. Embora essa chispa possa servir para acender a lenha do verdadeiro amor. Quando a lenha está acesa, produz fogo. Esse é o amor impessoal, que produz luz e calor . </p>
<p><strong>P: Pode nos dar algum conselho para alcançarmos o amor verdadeiro?</strong></p>
<p>Somente a verdade. Confia na verdade; não tens que ser como a princesa dos sonhos do outro, não tens que ser nem mais nem menos do que és. Tens um direito sagrado, que é o direito de errar; tens outro, que é o direito de perdoar, porque o erro é teu mestre. Ama-te, sê sincero contigo mesmo e leva-te em consideração. Se tu não te queres, não vais encontrar ninguém que possa te querer. Amor produz amor. Se te amas, vais encontrar amor. Se não, vazio. Porém nunca busques migalhas, isso é indigno de ti. A chave então é amar-se a si mesmo. E ao próximo como a ti mesmo. Se não te amas a ti, não amas a Deus, nem a teu filho, porque estás apenas te apegando, estás condicionando o outro. Aceita-te como és; não podemos transformar o que não aceitamos, e a vida é uma corrente permanente de transformações.</p>
<p>//////////</p>
<p>Compartilhado por Fábia Tibúrcio.</p>
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