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	<title>_ dharmalog &#187; filosofia</title>
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		<title>&#8220;Morte não é o contrário da vida, morte é o contrário do nascimento&#8221;: a morte, para Deepak Chopra [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/02/02/morte-nao-e-o-contrario-da-vida-morte-e-o-contrario-do-nascimento-a-morte-para-deepak-chopra-video/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 19:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Deepak Chopra]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/deepakdeath.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Bom dia, Dr, o que é a morte pra você?&#8220;. Com um videolog onde recebe perguntas de todos os tipos e pode responder pessoalmente e em vídeo, o médico e autor indiano Deepak Chopra (&#8220;Saúde Perfeita&#8221;, &#8220;Buda&#8221;, &#8220;Vida Após a Morte&#8221;) respondeu a essa questão na semana passada, dizendo que &#8220;a primeira coisa que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/deepakdeath.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>&#8220;<strong><a href="http://vyou.com/deepakchopra/1385167/Good-morning-Dr-what-death-means-to-you">Bom dia, Dr, o que é a morte pra você</a>?</strong>&#8220;. Com um videolog onde recebe perguntas de todos os tipos e pode responder pessoalmente e em vídeo, o médico e autor indiano <strong>Deepak Chopra</strong> (&#8220;Saúde Perfeita&#8221;, &#8220;Buda&#8221;, &#8220;Vida Após a Morte&#8221;) respondeu a essa questão na semana passada, dizendo que &#8220;a primeira coisa que é preciso saber é que a morte não é o oposto da vida, mas o oposto do nascimento&#8221;. Na sequência, Chopra expõe alguns argumentos para justificar sua resposta, trazendo seu conhecido discurso que busca sintonizar ciência e espiritualidade. </p>
<p>O <strong>vídeo</strong> com a resposta na íntegra está em inglês abaixo, e a <strong>transcrição traduzida</strong> para o português segue logo depois.</p>
<p><iframe width="520" height="482" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src = "http://vyou.com/embed/profile/widget/response/user_id/30288/nid/1501177/width/520/height/482" ></iframe></p>
<p>//////////</p>
<p>&#8220;<strong>BOM DIA DR., O QUE A MORTE SIGNIFICA PRA VOCÊ?</strong>&#8221;<br />
Por <em>Deepak Chopra</em></p>
<p>&#8220;A pergunta é qual é significado da morte?</p>
<p>A primeira coisa que é preciso saber é que a morte não é o contrário à vida, a morte é o contrário ao nascimento. A vida é o <em>continuum</em> entre nascimento e morte.</p>
<p>Em todos os momentos há ambos a morte e ressurreição. Então, no nível quântico, as partículas mudam para dentro e fora da existência, a partir do vácuo quântico.</p>
<p>As células dos nosso corpo morrem a cada poucos dias, para que possamos nos renovar. Então as células do estômago morrem a cada 5 dias, o esqueleto é renovado a cada 3 meses, seu fígado se regenera a cada 6 semanas, seu DNA se recicla também a cada 6 semanas. E assim por diante. Seu corpo inteiro quase todo em um ano, 98%. Se não fosse pela morte das antigas, as novas não surgiriam. </p>
<p>O que reencarna ou são recicladas são as memórias. Então algumas células do estômago podem morrer mas elas se lembram como fazem ácido hidroclorídico. Em Biologia, a morte celular programada é chamada de apoptose. E quando elas se esquecem de morrer são chamadas de células de câncer.</p>
<p>A morte é criatividade quântica em seu nível mais fundamental. E é criatividade em todos os níveis. É impossível morrer para a morte.</p>
<p>A digestão significa morrer para o passado. O passado não esta aqui, se foi. O futuro ainda não chegou. Neste momento você é o suspiro entre nascimento e morte. </p>
<p>Essa é sua janela, seu vortex de transformação para a mente infinita, que é imortal. Essa mente infinita não é local.</p>
<p>O Bhagavad Gita diz que &#8220;as armas não podem rachá-la, o fogo não pode queimá-la, a água não pode molhá-la, nem o vento secá-la. É não-nascida e nunca morre&#8221;.</p>
<p>Identifique-se com essa mente. É o você não-local.&#8221;</p>
<p>//////////</p>
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		<title>Siddharta, o filme sobre busca espiritual baseado na obra de Hermann Hesse, na íntegra no YouTube [FILME]</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 19:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[buda]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/siddharta.png&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Siddharta&#8220;, uma das principais obras inspiradas na busca espiritual de Siddhartha, personagem inspirado no Buda histórico (&#8220;Siddhartha Gautama&#8221;) e adaptação da obra do escritor alemão Hermann Hesse (1877-1962), publicado pela primeira vez em 1922, está na íntegra no YouTube com legendas em português e com boa qualidade, 360p. Além de ser uma importante obra que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/siddharta.png&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>&#8220;<strong>Siddharta</strong>&#8220;, uma das principais obras inspiradas na busca espiritual de Siddhartha, personagem inspirado no Buda histórico (&#8220;Siddhartha Gautama&#8221;) e adaptação da obra do escritor alemão <strong>Hermann Hesse</strong> (1877-1962), publicado pela primeira vez em <strong>1922</strong>, está na íntegra no YouTube com legendas em português e com boa qualidade, 360p. Além de ser uma importante obra que explora o caminho da busca da verdade e da iluminação do Buda num personagem que leva seu primeiro nome original, o filme também é bastante elogiado pela cinematografia de <strong>Sven Nykvist</strong> (ganhador de 2 Oscars)*.</p>
<p>Segue o filme (<strong>1h22min</strong>):</p>
<p><iframe width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/MBO5Unr6QGw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>* OBS.</strong>: Este post foi editado para corrigir e adicionar a informação que o Siddhartha retratado neste filme tem inspiração (e de forma clara homenageia) mas não é o próprio Buda histórico (que aparece em uma das sequências em contato com o próprio Siddhartha). É importante notar que o filme não é um documentário, e sim uma ficção baseado no romance de Hermann Hesse &#8211; ainda que este seja uma história de busca espiritual similar à de Buda, que viveu na época de Buda, que leva o primeiro nome histórico de Buda e que contem ensinamentos como os que o próprio Buda cunhou e seguiu durante a vida (ex: &#8220;não acredite em nada que lhe falem, nem nas escrituras, nem em mestre&#8221;).</p>
<p>//////////</p>
<p>Compartilhado por <em>Monge Ryozan</em>.</p>
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		<title>Lahiri Mahasaya: &#8220;perdemos nossa reverência à natureza; queremos apenas forçá la a nos servir&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 20:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Lahiri Mahasaya]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Paramahansa Yogananda]]></category>
		<category><![CDATA[yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/lahirikriya.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Palavras para reflexão (e ação) de Lahiri Mahasaya (1828-1895), mestre de Sri Yukteswar Giri (1855-1936), que por sua vez foi Mestre de Paramahansa Yogananda (1893-1952), sobre como o homem se afastou de uma atitude de gratidão e reverência da natureza por causa de sua motivação simplista de utilidade e exploração. Lahiri Mahasaya foi um grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/lahirikriya.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Palavras para reflexão (e ação) de <strong>Lahiri Mahasaya</strong> (1828-1895), mestre de <strong>Sri Yukteswar Giri</strong> (1855-1936), que por sua vez foi Mestre de <strong>Paramahansa Yogananda</strong> (1893-1952), sobre como o homem se afastou de uma atitude de gratidão e reverência da natureza por causa de sua motivação simplista de utilidade e exploração. Lahiri Mahasaya foi um grande mestre de <strong>Kriya Yoga</strong>, que &#8220;enfatiza a integração da consciência separativa (gerada pelo continuo movimento dos pensamentos) com um estado desperto (fora da dimensão gerada pela constante maquinação da mente) através de acções de percepção e não através de actividades de conceptualização&#8221; (<a href="http://www.kriyayogalahiri.com/htmlpr/kriyayoga-lore.htm" target="_blank">kriyayogalahiri.com</a>).</p>
<blockquote><p>&#8220;Por detrás de todas as manifestações fenoménicas, marulha o Infinito, o Oceano de Poder. A sede de actividade mundana mata em nós o senso de reverência espiritual. Deixamos de perceber a Grande Vida oculta por detrás de todos os nomes e formas porque a ciência moderna nos diz como utilizar os poderes da Natureza. A familiaridade com a Natureza fez nascer o desprezo pelos seus segredos últimos; a nossa relação com ela é de carácter prático. Nós importunamo-la, digamos assim, para descobrir de que modo podemos forçá-la a servir os nossos propósitos; tiramos proveito das suas energias, cuja Fonte ainda permanece desconhecida. Em Ciência, a nossa relação com a Natureza é semelhante à que existe entre um homem arrogante e a sua criada; ou, em sentido filosófico, a Natureza é como um cativo no banco das testemunhas. Nós interrogamo-la repetidas vezes, provocámo-la, e minuciosamente pesamos o seu depoimento em balanças humanas incapazes de medir os seus valores ocultos.</p>
<p>Por outro lado, quando o ser se acha em comunhão com uma energia mais sublime, a natureza obedece à vontade do homem automaticamente, sem nenhum esforço ou tensões. Incapaz de entender como isso acontece, o materialista considera esse domínio sobre a natureza algo´milagroso`.&#8221;<br />
~ <strong>Lahiri Mahasaya</strong></p></blockquote>
<p>PS: Depois de ler as palavras de Lahiri Mahasaya, me lembrei de um post que contém um <strong>vídeo muito bonito</strong> sobre as energias da natureza, especificamente das <strong>árvores</strong>, publicado aqui ano passado: &#8220;<a href="http://dharmalog.com/2011/02/21/pra-contemplar-arvores-natureza/">Pra contemplar as árvores e a natureza [bônus]: “Há muito muito tempo, era tudo muito quieto…” [VÍDEO]</a>&#8220;</p>
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		<title>&#8220;Seu café está esfriando&#8221;: as respostas para as questões da imortalidade da alma, por Osho [TEXTO]</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 19:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Osho]]></category>
		<category><![CDATA[zen]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/osho1.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>A seguinte passagem é contada por Bhagwan Shree Rajnesh, o Osho, no livro &#8220;Vá Com Calma &#8211; Discursos Sobre o Zen-Budismo&#8220;, onde ele explica de várias maneiras o objetivo e a riqueza dos ensinamentos do Zen-Budismo. Em &#8220;Seu Café Está Esfriando&#8220;, tão importante quanto saber a verdade, ou ainda mais importante que isso, é identificar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/osho1.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>A seguinte passagem é contada por <strong>Bhagwan Shree Rajnesh</strong>, o <strong>Osho</strong>, no livro &#8220;<strong>Vá Com Calma &#8211; Discursos Sobre o Zen-Budismo</strong>&#8220;, onde ele explica de várias maneiras o objetivo e a riqueza dos ensinamentos do Zen-Budismo. Em &#8220;<a href="http://www.palavrasdeosho.com/2011/08/seu-cafe-esta-esfriando.html" target="_blank">Seu Café Está Esfriando</a>&#8220;, tão importante quanto saber a verdade, ou ainda mais importante que isso, é identificar e abandonar as ilusões. E cabe também, como Osho não raramente fazia, uma crítica às religiões convencionais, que geralmente se ocupam em vender pacotes fechados de ilusões disfarçadas de &#8220;respostas verdadeiras&#8221; às grandes questões. Enquanto isso, nosso café, <strong>aquilo que está bem à nossa frente neste preciso momento</strong>, é ignorado. O trecho a seguir está publicado no site <a href="http://palavrasdeosho.com" target="_blank">palavrasdeosho.com</a>.</p>
<blockquote><p><strong>Estudante Zen:</strong> &#8220;Então, Mestre, a alma é ou não imortal? Sobrevivemos à morte de nosso corpo ou nos aniquilamos? Nós realmente reencarnamos? Nossa alma se divide em partes componentes que se reciclam, ou entramos no corpo de um organismo biológico como uma única unidade? E retemos ou não nossa memória? Ou a doutrina da reencarnação é falsa? Talvez a noção da sobrevivência cristã seja mais correta? Se for assim, temos ressurreição do corpo ou nossa alma entra num reino puramente platônico e espiritual?&#8221;<br />
<strong>Mestre: </strong>&#8220;Seu café da manhã está esfriando&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Osho</strong> comenta:</p>
<p>&#8220;Esta é a maneira do Zen: trazê-lo para o aqui e agora. O café da manhã é muito mais importante do que qualquer paraíso, do que qualquer conceito de Deus, do que qualquer teoria da reencarnação, da alma, do renascimento e de toda essa tolice. Porque o café da manhã está aqui e agora.</p>
<p>Para o Zen, o imediato é o final, e o iminente é o transcendental. Este momento é a eternidade&#8230; você precisa estar desperto para este momento.</p>
<p>Assim, o Zen não é um ensinamento, mas uma estratégia para perturbar sua mente sonhadora e de alguma forma criar um tal estado que você fique alarmado, que você tenha que se levantar e ver, uma estratégia para criar tal tensão à sua volta a ponto de você não poder permanecer dormindo confortavelmente.</p>
<p>E esta é a beleza do Zen e a revolução que ele traz ao mundo. Todas as outras religiões são consolos; elas o ajudam a dormir melhor. O Zen tenta acordá-lo; ele de modo nenhum tem consolos. E ele não fala sobre grandes coisas. Não que estas grandes coisas não existam, mas falar delas não vai ajudar&#8221;.</p>
<p>//////////</p>
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		<title>As duas coisas que todos deveríamos contemplar pelo menos uma vez na vida, segundo Alan Watts [ÁUDIO]</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 20:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/alanwatts1970.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Numa das palestras contidas no livro “The Book On the Taboo Against Knowing Who You Are&#8221; (O Livro Sobre o Tabu Contra Saber Quem Você É), de 1966, o filósofo zen-budista inglês Alan Watts (1915-1973) fala sobre as duas principais coisas que deveríamos contemplar pelo menos uma vez na vida e que, segundo ele, &#8220;podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/alanwatts1970.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Numa das palestras contidas no livro “<a href="http://www.amazon.com/dp/0679723005?tag=dharmalog-20" target="_blank">The Book On the Taboo Against Knowing Who You Are</a>&#8221; (<em>O Livro Sobre o Tabu Contra Saber Quem Você É</em>), de 1966, o filósofo zen-budista inglês <strong>Alan Watts</strong> (1915-1973) fala sobre as duas principais coisas que deveríamos contemplar pelo menos uma vez na vida e que, segundo ele, &#8220;podem trazer coisas maravilhosas&#8221;. Com o áudio original contendo <strong>a voz de Alan Watts</strong> no vídeo embedado abaixo, este ensaio sobre &#8220;A Natureza do Egoísmo&#8221; traz reflexões importantes sobre a morte, o amor e obviamente o próprio egoísmo, e inclui uma consideração de Watts sobre o conceito da &#8220;sombra&#8221;, do psicólogo <strong>Carl Gustav Jung</strong> (1875-1961). </p>
<p>Segue o texto legendado sob a voz original de Alan Watts. Para ativar a legenda, clique em &#8220;Select Language&#8221; logo abaixo do vídeo (caso o vídeo não aparece, recarregue esta página ou use este <a href="http://www.universalsubtitles.org/en/videos/Qlp3IZ4d8Lx0/info/" target="_blank">link alternativo</a>).  </p>
<p><script type="text/javascript" src="http://s3.www.universalsubtitles.org/embed.js">
(
  {"video_url": "http://www.youtube.com/watch?v=W6BbL-vqN0c"}
)
</script></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;O Zen de Steve Jobs&#8221;: novo livro mostra relação de Jobs com Budismo e com monge Kobun Chino Otogawa</title>
		<link>http://dharmalog.com/2012/01/11/o-zen-de-steve-jobs-novo-livro-mostra-relacao-de-jobs-com-budismo-e-com-monge-kobun-chino-otogawa/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 19:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/zenstevejobs.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Nem todos sabem, mas a influência que o ex-CEO da Apple, Steve Jobs, recebeu do Zen-Budismo, da sua prática no centro budista Tassajara, nos Estados Unidos, e da sua amizade de 20 anos com o monge japonês Kobun Chino Otogawa (1938-2002), foram enormes e causaram grande impacto na vida e na obra de Jobs &#8212; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/zenstevejobs.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Nem todos sabem, mas a influência que o ex-CEO da Apple, <strong>Steve Jobs</strong>, recebeu do <strong>Zen-Budismo</strong>, da sua prática no centro budista <strong>Tassajara</strong>, nos Estados Unidos, e da sua amizade de 20 anos com o monge japonês <strong>Kobun Chino Otogawa </strong>(1938-2002)<strong>,</strong> foram enormes e causaram grande impacto na vida e na obra de Jobs &#8212; e também nos lançamentos da Apple. Um livro lançado semana passada tenta descrever em forma de <strong>quadrinhos</strong>, misturando discursos reais com diálogos inventados (inspirados na vida real), essa relação entre Jobs e o Zen: &#8220;<strong><a href="http://www.amazon.com/Zen-Steve-Jobs-Caleb-Melby/dp/1118295269/?tag=dharmalog-20" target="_blank">The Zen of Steve Jobs</a></strong>&#8220;, de Caleb Melby (escritor) e JESS3 (ilustrador).</p>
<p>É difícil saber o quanto o Zen foi importante ou mesmo definitivo para que Steve Jobs desenvolvesse vários produtos, seus designs e suas campanhas da Apple. Uma delas, &#8220;<strong>the journey is the reward</strong>&#8221; (<em>a jornada é a recompensa</em>), slogan do time original do Mac, parece bastante inspirado, por exemplo, no livro &#8220;<strong>Zen Mind, Beginner&#8217;s Mind</strong>&#8220;, de <strong>Shunryu Suzuki-roshi</strong>, mestre de Kobun. Mas além das campanhas, o minimalismo e o foco atencioso que alguns (ou muitos) produtos que a Apple produziu, como o <strong>iPod</strong> e o <strong>iPhone</strong>, parecem ter ligação direta com alguns valores-chaves do Zen.</p>
<p>O livro &#8220;<strong>The Zen of Steve Jobs</strong>&#8221; é centrado na remontagem da amizade entre Steve Jobs e Kobun Chino Otogawa, e cobre histórias que vão de 1970 a 2011, mas está focado no período em torno do ano de <strong>1985</strong>, quando Steve estudou intensivamente com Kobun após sua saída da Apple (antes de voltar, nos Anos 90). Jobs fez vários retiros e sentou diversas vezes em Zazen no San Francisco Zen Center de Tassajara (CA), e não era apenas um estudioso ou apreciador amador da escola budista. A mais recente biografia de Steve Jobs, de <strong>Walter Isaacson</strong>, também contém passagens importantes contando a influência e a vida de Steve Jobs com o Zen-Budismo, e é útil para quem tem mais interesse nessa ligação.</p>
<p>Abaixo, um <strong>vídeo</strong> onde o autor e outros colaboradores da obra falam sobre o livro. Para ativar as <strong>legendas em português</strong>, clique em &#8220;Select Language&#8221; (caso o vídeo não apareça, recarregue esta página ou use este <a href="http://www.universalsubtitles.org/en/videos/PEkigGSEdpO1/info/" target="_blank">link alternativo</a>).</p>
<p><script type="text/javascript" src="http://s3.www.universalsubtitles.org/embed.js">
(
{"video_url": "http://www.youtube.com/watch?v=lxfDI70ODu8"}
)
</script></p>
<p>//////////</p>
<p>O vídeo original em inglês, sem legenda, está <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lxfDI70ODu8" target="_blank">no YouTube</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Alan Wallace: &#8220;vamos sondar os espaços da mente como astrônomos sondaram o espaço físico&#8221; [VÍDEO]</title>
		<link>http://dharmalog.com/2011/12/20/alan-wallace-vamos-sondar-os-espacos-da-mente-como-astronomos-sondaram-o-espaco-fisico-video/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 21:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[consciencia]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/alanwallace.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>&#8220;Desafio o leitor a ter numa forma profunda de ceticismo desafiando nossas noções fundamentais do que a matéria é, do que a fisicalidade é, do que a categoria inteira do que é o físico é&#8221;, inicia o estudioso e autor budista americano B. Alan Wallace, neste trecho (vídeo abaixo) da palestra que fez Templo Caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/alanwallace.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>&#8220;Desafio o leitor a ter numa forma profunda de ceticismo <strong>desafiando nossas noções fundamentais do que a matéria é, do que a fisicalidade é</strong>, do que a categoria inteira do que é o físico é&#8221;, inicia o estudioso e autor budista americano <a href="http://www.alanwallace.org/" target="_blank">B. Alan Wallace</a>, neste trecho (vídeo abaixo) da palestra que fez <strong>Templo Caminho do Meio</strong>, em Viamão (RS). PhD em Estudos Religiosos pela Stanford University e ordenado por <strong>Sua Santidade o Dalai Lama</strong>, Alan Wallace falou sobre ciência, budismo, ceticismo e meditação, e questiona as noções convencionais científicas dos últimos 400 anos sobre do que somos feitos e do que o universo é feito &#8211; se de espaço, tempo, massa, energia, ou algo além (ou anterior e mais fundamental).</p>
<p>O vídeo da primeira parte segue abaixo (9min59seg), com legendagem feita pelo Dharmalog. Para ativar as <strong>legendas em português</strong>, clique em <strong>Select Language</strong> (se o vídeo não aparecer, tente atualizar esta página ou veja neste <a href="http://www.universalsubtitles.org/en/videos/UQ2QKS5yhvlC/info/" target="_blank">link alternativo</a>).</p>
<p><script type="text/javascript" src="http://s3.www.universalsubtitles.org/embed.js">
(
  {"video_url": "http://www.youtube.com/watch?v=xaAVSy8H8C8"}
)
</script></p>
<p>///////// </p>
<p>Com a colaboração de <em>Mirna Grizch</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dalai Lama vai dar ensinamentos sobre o destino e a mente ao vivo na web, de Dharamsala, nesta segunda (19) e terça (20)</title>
		<link>http://dharmalog.com/2011/12/18/dalai-lama-vai-dar-ensinamentos-sobre-o-destino-e-a-mente-ao-vivo-na-web-de-dharamsala-nesta-segunda-19-e-terca-20/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 17:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[dalai lama]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[ensinamentos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/dalailama456-e1324138405916.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Vivemos realmente tempos modernos e de hiperconectividade. Sua Santidade o XIV Dalai Lama, Tenzin Gyatso, vai dar dois dias de ensinamentos no Templo Tibetano Principal em Dharamsala, na Índia, nesta segunda e terça-feiras que serão transmitidos ao vivo na web, em dalailama.com/liveweb, aberto a todos e em três idiomas &#8211; inglês, tibetano e russo. Devido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/dalailama456-e1324138405916.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/dalailama456-e1324138405916.jpg" alt="" title="dalailama456" width="578" height="293" class="alignleft size-full wp-image-11620" style="padding-bottom: 20px;" /></p>
<p>Vivemos realmente tempos modernos e de hiperconectividade. Sua Santidade o <strong>XIV Dalai Lama</strong>, Tenzin Gyatso, vai dar <strong>dois dias de ensinamentos</strong> no Templo Tibetano Principal em <strong>Dharamsala</strong>, na Índia, nesta segunda e terça-feiras que serão <strong>transmitidos ao vivo na web</strong>, em <a href="http://dalailama.com/liveweb" target="_blank">dalailama.com/liveweb</a>, aberto a todos e em três idiomas &#8211; inglês, tibetano e russo. Devido à diferença de fuso horário para a Índia, de 8h30, os ensinamentos poderão ser acompanhados na madrugada de domingo para segunda, em dois horários &#8211; <strong>a partir da 1h da manhã</strong>, com intervalo de 1h, e prosseguindo às <strong>4h30 da manhã</strong>; e repetindo os mesmos horários na madrugada de segunda para terça.</p>
<p>Para acessar a transmissão ao vivo clique <strong><a href="http://dalailama.com/liveweb" target="_blank">neste link</a></strong> nos horários indicados.</p>
<p>Serão dois temas que preencherão as palestras do Dalai Lama: os ensinamentos de &#8220;<strong>Destino Realizado</strong>&#8221; (<em>tokjo dunlekma</em>), de <strong>Tsongkhapa</strong>, e os &#8220;<strong>Oito Versos do Treinamento da Mente</strong> (<em>lojong tsik gyema</em>)&#8221; de <strong>Geshe Langri Thangpa</strong>. Você pode ler os oito versos previamente <a href="http://www.khandro.net/practice_8verses.htm" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		</item>
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		<title>&#8220;O que a busca realmente é pra você?&#8221; Adyashanti e a autenticidade para dançar sua própria dança (VÍDEO)</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 21:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Adyashanti]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/adyashanti_autenticidade.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>A pergunta que Adyashanti faz no trecho do vídeo abaixo é uma das questões mais fundamentais (eu acho, né) que todos nós &#8211; que estaríamos em nossas &#8220;jornadas espirituais&#8221; &#8211; podemos nos fazer a qualquer momento da caminhada: o que buscamos realmente? Isso que buscamos é o que sentimos profundamente que temos que buscar, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/adyashanti_autenticidade.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>A pergunta que <strong>Adyashanti</strong> faz no trecho do <strong>vídeo</strong> abaixo é uma das questões mais fundamentais (eu acho, né) que todos nós &#8211; que estaríamos em nossas &#8220;jornadas espirituais&#8221; &#8211; podemos nos fazer a qualquer momento da caminhada: <strong>o que buscamos realmente? Isso que buscamos é o que sentimos profundamente que temos que buscar, que descobrir? </strong> Ou é uma mistura de conceitos e objetivos que foram adicionados à nossa busca pelo ambiente &#8220;exterior&#8221;, por exemplo, de outros buscadores, autores, mestres e livros? O quanto nosso questionamento original está <strong>afetado</strong>, ou mesmo <strong>intoxicado</strong>, pelos conceitos e textos e ensinamentos de outras pessoas, mesmo que as consideremos elevados e esclarecedores?</p>
<p>Nesse contexto, ele pergunta diretamente: &#8220;<strong>o que é o acordar espiritual pra você?</strong>&#8220;. A resposta é que em parte é um conceito positivo, porque ajuda a definir o início de uma nova direção na vida das pessoas. Mas por outro é prejudicial, porque cria uma entidade que não fazia parte originalmente das buscas particulares dessas mesmas pessoas.</p>
<p>Ele pergunta isso como quem quer, na verdade, perguntar: é isso que você realmente quer fazer? É isso que você realmente está impulsionado a descobrir? Ou isso é o que você <strong>passou a querer</strong> depois que viu outras buscas, outros mestres e outros caminhos?</p>
<p>As buscas particulares de cada um podem ser tão nobres quanto o que acham que é o &#8220;acordar espiritual&#8221; e ainda sim serem diversas coisas diferentes, em diversas etapas diferentes. Como, por exemplo: saber se existe vida após a morte; saber o quanto do que experimentamos da realidade é criado pelo cérebro ou pela mente; saber o que é a consciência; saber se existe algo como um Deus; saber qual o propósito de estarmos vivos; saber se temos alguma missão na existência; entender o que é a morte; entender porque existe dificuldade em um relacionamento; entender a natureza da violência e da paz; descobrir porque há sofrimento no mundo; e por aí vão diversas questões que fazem parte do espectro do caminho da busca pela verdade e do &#8220;acordar espiritual&#8221;. E que mudam de acordo com o tempo, as respostas que vão sendo encontradas e a bússola da curiosidade interna de cada um.</p>
<p>O <strong>vídeo</strong> é um trecho da entrevista de <strong>Adyashanti</strong>, autor de livros como &#8220;True Meditation&#8221; e &#8220;The End of Your World&#8221;, no evento &#8220;<strong>Science and Nonduality Conference 2010</strong>&#8220;, que está no DVD trip &#8220;Science and Nonduality Anthology Vol.2&#8243;.  </p>
<p>Para <strong>ativar as legendas</strong> em português, clique em &#8220;<strong>Select Language</strong>&#8221; abaixo do vídeo (caso o vídeo não apareça, atualize esta página ou tente este <a href="http://www.universalsubtitles.org/en/videos/F953nkHvWYeY/info/" target="_blank">link alternativo</a>).</p>
<p><script type="text/javascript" src="http://s3.www.universalsubtitles.org/embed.js">
(
  {"video_url": "http://www.youtube.com/watch?v=1Hapq5fBIgI"}
)
</script></p>
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		<title>Rubem Alves por uma nova educação: &#8220;pra que é que serve encontro consonantal e dígrafo? Pra nada&#8221; (VÍDEO)</title>
		<link>http://dharmalog.com/2011/12/07/rubem-alves-por-uma-nova-educacao-pra-que-e-que-serve-encontro-consonantal-e-digrafo-pra-nada-video/</link>
		<comments>http://dharmalog.com/2011/12/07/rubem-alves-por-uma-nova-educacao-pra-que-e-que-serve-encontro-consonantal-e-digrafo-pra-nada-video/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 22:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[educacao]]></category>
		<category><![CDATA[Escola da Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Alves]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/rubemalves.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p>Educador, psicanalista, filósofo e escritor, o mineiro Rubem Alves é um ativista da educação das crianças (e não só das crianças) como um ato de alegria e &#8220;ligada com a vida, porque é pra isso que a gente aprende&#8220;. Nesse vídeo abaixo, &#8220;A Escola Ideal&#8221; (2min47seg), feito pelo CanalPortalBrasil do governo federal, Rubem Alves fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dharmalog.com/aloha/wp-content/themes/TheStyle/timthumb.php?src=http://dharmalog.com/aloha/wp-content/uploads/rubemalves.jpg&amp;h=200&amp;w=300&amp;zc=1"/></p><p>Educador, psicanalista, filósofo e escritor, o mineiro <strong>Rubem Alves</strong> é um ativista da educação das crianças (e não só das crianças) como um <strong>ato de alegria</strong> e &#8220;ligada com a vida, <strong>porque é pra isso que a gente aprende</strong>&#8220;. Nesse vídeo abaixo, &#8220;<strong>A Escola Ideal</strong>&#8221; (2min47seg), feito pelo CanalPortalBrasil do governo federal, Rubem Alves fala exatamente disso, e praticamente clama por uma renovação como faz o da portuguesa <strong>Escola da Ponte</strong>, de José Pacheco. &#8220;Eu diria que os professores tem sempre que se perguntar: <strong>isso que eu vou ensinar serve pra que?</strong>&#8220;, sugere Rubem. </p>
<blockquote><p>&#8220;Recebi uma carta de um menino: &#8216;Querido Rubem Alves, li o seu livro &#8216;O Patinho Que Não Aprendeu a Voar&#8217;, aprendi que liberdade é fazer aquilo que a gente deseja muito e eu quero ser livre. Ponto, parágrafo. Tenho uma professora que é demais. Ela manda a gente ler os seus livros e grafar os encontros consonantais e os dígrafos&#8217;. O que é que o menino vai fazer com encontro consonantal? Pra que é que serve isso? Pra nada. E dígrafo? Pra que é que serve? Pra nada&#8221;.<br />
~ <strong>Rubem Alves</strong></p></blockquote>
<p>Segue o vídeo:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IEX9bOeTMZg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>//////////</p>
<p>Compartilhado por Karla Mattos Vaidyaratna</p>
]]></content:encoded>
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