10 respostas

  1. norma7
    19 de outubro de 2012

    Ah, Gente!

    Esses ‘Príncipes’ que não passam de homens e esses ‘Homens’ que são verdadeiros príncipes….

    “Nada é tão inseguro ou instável, quanto a fama de poderio não fundada sobre a própria força.”o Príncipe – Nicolau Maquiavel

    Não foi o caso de Saint-Exupéry (codinome: “senhor das areias’), que por sinal não era um ‘príncipe’ e sim filho de Conde, mas também não era um ‘cogumelo’ (pag 29): ““Mas ele não é um homem; é um cogumelo!”. (desculpa aê, cogumelos – Pisc*).
    Era um Escritor que pilotava e que tinha um visão maior que 20/20 para o enxergar o Ser Humano. Falava de seu mundo e das coisas que conhecia.

    Quanto ao “Principezinho” (esse ‘livrinho’ – motivo de escárnio, todas as vezes que era escolhido como ‘favorito’ por uma beldade, em Terra Brasilis), como é chamado em Portugal – prefiro essa tradução -, não é um livro SÓ para crianças e/ou para ‘à criança interior do adulto’. É um livro para todos e deveria ser relido a cada 29 anos da nossa existência (tipo: material complementar para enfrentar à Banca – rs.), já que traz:

    O Rei vivia a pensar que todo mundo era um súdito; o Vaidoso acha que todos o admiram e está sempre a pedir aplausos. O Bêbado é a mais trágica figura porque bebe para esquecer que bebe. O Empresário está sempre a fazer contas de somar e multiplicar para aumentar sua riqueza. Ele se julga tão sério que não pode perder tempo, pois “time is money”. E na ambição desmedida ele se diz dono das estrelas e quando o príncipe lhe pergunta “E que fazes com essas estrelas?” a resposta é “Nada. Eu as possuo.” O Acendedor de Lampiões é o típico homem pósmoderno que vive nas metrópoles, num planeta que o obriga a acender e apagar o lampião, sem descanso, porque o planeta roda mais depressa e a seqüência noite-dia é cada vez menor.

    WOW! O livro foi publicado em 1943 – em plena “Viragem” da Segunda Guerra Mundial e que termina assim (spoiler – rs.):

    “Quando o piloto assiste à mortal picada que a serpente desferiu contra o pequeno príncipe, escreve que ele não gritou e tombou suavemente sobre a areia. A fábula não termina aqui. O piloto, no raiar do dia seguinte, não encontrou o corpo do pequeno príncipe. Não explica este fato e enquanto viveu continuou a olhar as estrelas na esperança que o seu príncipe teria ido para uma delas. Na última aguarela do seu livro, Exupéry mostra apenas uma estrela, e, com dois riscos, um cenário que nos lembra outro cenário, onde, numa estrebaria nasceu há dois mil anos outro príncipe.” – (Antônio Ribeiro de Almeida.

    Que bom que o Dharmalog nos trouxe o seu pensamento as nossas mentes e corações.

    Grata e Boa sorte!
    Norma

    P.S.: Aos ‘moços’, também, é recomendado. Não ‘afina’ às qualidades masculinas. Só as apura…
    Nac♥

  2. Clície Maria Covizzi Alvarez
    21 de outubro de 2012

    Amo tudo o q

  3. Clície Maria Covizzi Alvarez
    21 de outubro de 2012

    Amo tudo que Exupéry escreveu.Só ” Le Petit Prince” li doze vezes.Cada vez descubro mais preciosidades. Os outros livros, que falam sobre as vivências do autor-piloto, são também uma maravilhosa viagem no ser humano.
    As frases colocadas são famosas e refletem a grandiosidade do autor em destacar a beleza da simplicidade da vida, aparentemente tão complexa.

  4. Ivonet Azambuja
    17 de dezembro de 2012

    Fantástico, acho Exupéry maravilhoso!!!

  5. Jorge Ramalho
    28 de dezembro de 2012

    Antoine de Saint-Exupéry, escreveu o segundo livro de cabeceira,
    o primeiro é a história do príncipe que já tem 2000 anos.
    O mundo está comoditizado. Os produtos apresentam as mesmas características , os profissionais detêm os mesmos MBA’s, a comunicação esta massificada. A única diferenciação efetivamente sustentável ao longo do tempo é aquela baseada em pessoas. No brilho do olhar , na maciez da voz e no calor do toque, aspectos que máquina ou virtualidades alguma será capaz de reproduzir ou substituir.

  6. anônimo!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    15 de janeiro de 2013

    axei legal só ki tinha ki ter mais do pequeno príncipe

  7. ANA MARIA
    8 de março de 2013

    BOM EU QUERO AQUI DIZER,, QUE AMO ESTE ESCRITOR,, PELO SENTIMENTO QUE EXPRESSA,, E NOS FAZ SENTIR AO LER O PEQUENO PRINCIPE EU LIN ADOLESCENCIA,, NA FASE ADULTA E AGORA COM 56 ANOS CONTINUO COM A MESMA OPTICA QUE É A LEITURA MAIS DOCE MAIS LINDA MAIS COMPLETA MAIS MAGNANIMA QUE UMA PESSOA PODE TER DE ALIMENTO PURO E CARINHO DA ALMA… É PURO É LINDO ÉREALMENTE UM LAÇO ETERNO,, A VIDA TODA VOU ESTAR CATIVADA POR ESSA MARAVILHOSA HISTÓRIA,, QUE ALIMENTA MINHA ALMA E ME FAZ FELIZ…. É LINDO É TUDO;;;; BEIJO NA ALMA,,, ANA MARIA

  8. Bárbara Mendes
    15 de março de 2013

    Todos os livros dele são um ensinamento é algo que não se pode esquecer, acho que nem tentando pode se fazer isso. Sou escritora e lendo o Pequeno Príncipe resgatei um pouco de humildade nas minhas palavras que há muito tempo não conseguia repassar adiante. Percebi que se pode agir como uma criança, se há adultos por perto, percebi que temos que ser flexível a tudo e a todos, sempre a tempo para uma inclusão porque o que conduz o mundo é o espírito e não a inteligência.

  9. Vinnycius
    14 de janeiro de 2015

    Gostaria de saber mais sobre essas interpretações díspares para a célebre frase:
    “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” que você, autor, cita no texto.

    • Nando Pereira
      14 de janeiro de 2015

      Você tem alguma interpretação, Vinnycius?

      A frase original é: “Les hommes ont oublié cette vérité, dit le renard. Mais tu ne dois pas l’oublier. Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé.”. Pro português: “Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

      ABS.
      Nando

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