3 respostas

  1. nandafox
    18 de maio de 2011

    O post não explica nenhuma teoria de aprendizagem pra dizer por que as pessoas bloqueiam ou se sabotam ao ouvir que são inteligentes,concordo até em dizer q é algo conceitual, mas exatamente o quê?
    Além de ser um problema de cognição, é tb um problema emocional, não penso que dar todo o peso dessas cinco palavrinhas seja a questão primordial e sim algo intrínseco delas mesmo, algo com a história delas, que faz isto acontecer, acho prematuro colocar todo esse peso emocional em cima dessas 5 palavrinhas.

  2. nandop
    18 de maio de 2011

    Você tem razão, Nandafox. Mas o post não pretendia se aprofundar no assunto, apenas trazê-lo à nossa atenção e discuti-lo. A pesquisa de um assunto desses pode ser tese de doutorado, se não algo mais. O que me interessa é descobrir outras pesquisas mais, trabalhos e experimentos que podem nos ajudar a discutir e entender o assunto.

    Não acho que seja problema de cognição, eu arriscaria dizer que está na dependência — inata ou cultural — que temos do que ouvimos dos outros. Nosso interior é frágil ou foi fragilizado com o tempo e o costume, por isso acreditamos demais no exterior (ainda mais se somos crianças). É a mesma coisa que acontece no outro experimento que linkei no post, você viu? Você não precisa nem ouvir nada, basta perceber e você já está numa posição frágil. Isso é o que importante notar na educação, não só pra professores, mas para pais, por exemplo.

    Então a culpa não é das 5 palavras, mas são elas que desencadeiam a reação A ou B. Nesse ponto, crer em A e B continua sendo crer no que nos dizem, mas o que o professor Joshua está afirmando é que, em termos de ajudar a criança a crescer sem grandes problemas, B é melhor.

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