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Ainda a Erin
Uma das consequências que poderiam virar suíte dessa reportagem sobre a Mineração Predatória na Amazônia é, se confirmado o crime das empresas em questão, saber quem são os clientes dessas empresas – já que elas não vendem produtos no varejo, ou seja, a nós consumidores finais. Devem vender para a indústria automobilísticas, à indústria de embalagens, etc. Isso multiplicaria a pressão e a efetividade contra essas empresas, da mesma forma que estão fazendo esses cartazes em postos de gasolina, onde os donos informam que mais de 50% do preço do combustível é imposto. Isso fala ao consumidor final, fala ao cidadão. E ele (nós) toma uma atitude, independente da competência do seu governo. O que já não era sem tempo.