O post zen, adendo 7
Identificar-se transcendentalmente é uma coisa boa, teoricamente. Mas se não me engano, pode haver uma influência decisiva do ego (mente) antes do início do filme. O sujeito punk-revoltado senta na cadeira e sua mente apercebe-se que terá a necessidade e provavelmente vai querer se identificar mais com o malvado da história. Durante o filme, talvez ele seja atraído para outro personagem, o que pode gerar aí um pingo de transcendência com seu personagem natural, mas ele vai se forçar a permanecer com sua preferência do ego (a ser “coerente”, eis aí uma aplicação negativa para essa virtude). Parece complicado, mas é simples.
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